SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
Redirecionamento
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quarta-feira, 19 de julho de 2017
domingo, 22 de janeiro de 2017
DOUTRINÁRIA DE HOJE (22/01 - DOMINGO - 16:00): "ANIMOSIDADE" DO LIVRO OFERENDA PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: ELINALDO COSTA
Viceja, ao lado da simpatia, no sentimento humano, a animosidade.
Reação psíquica, vinculada a vários fatores, atormenta a quem lhe padece o cerco e aflige a quem se lhe faz vítima, conduzindo-a n’alma.
Pode originar-se na competição inconsciente, quanto na inveja dissimulada, imiscuindo-se em várias expressões do comportamento, que envenena, a cada passo.
Toma a si a tarefa malsã de fiscal impenitente, perseguindo, à socapa, no disfarce da maledicência constante ou da crítica mordaz, não raro investindo com rigor em constante acusação.
Não desculpa os que lhe caem sob o talante, quando estes erram, nem permite que eles acertem, seguindo em paz.
Ante a atitude correta, dissemina a dúvida; em face do erro agride, insensata, quando de todos é o dever de ajudar.
Nunca te subordines às suas amarras.
Jamais a apliques contra alguém.
A animosidade é fator de desequilíbrio, sendo, já, manifestação alienadora.
Se lhe sentes as farpas, arrojadas por alguém que te antipatiza, luta para não revidar à agressão.
Não te deixes sintonizar nas faixas mentais em que se demoram os que se te apresentam animosos.
Procura ser gentil com eles, sem que te atormentes por conquistá-los.
Eles estão contra ti, impedindo-se cordialidade para contigo.
Não intentes vencê-los no tentame, a fim de que não te detenhas com eles.
Usa da afabilidade sem ser pusilânime.
O tempo logrará despertá-los, conduzindo-os corretamente.
Ninguém pretenda a simpatia geral.
Sempre há alguém que postula noutros conhecimentos, comportando-se de forma diversa ou que prefere, simplesmente, a atitude contrária.
Mesmo nas fileiras dos ideais que esposas, defrontá-los-ás.
Alguns não se dão conta que estão teledirigidos por outras mentes atormentadas interessadas no programa do divisionalismo, da perturbação.
Prossegue, porém, no teu caminho, vinculado ao compromisso que abraças, sem valorizar em demasia a animosidade dos insensatos.
Se souberes retirar a parte melhor do problema, a antipatia deles te ajudará a errar menos, porque, perseguido e vigiado, procurarás produzir com mais estímulo para o bem e para melhor.
A Sócrates, os adversários deram o vaso de cicuta, não porque ele necessitasse de punição, mas porque não o podiam submeter aos seus caprichos.
A Jesus, que também não se furtou à animosidade da sua época nem dos seus contemporâneos, ofereceram a cruz, numa tentativa de aniquilá-lo, sem, no entanto, perceberem que a trave horizontal fora transformada em asa de vitória e a vertical, em apoio para todos os ideais de enobrecimento da Humanidade como símbolo de perene vitória para quem almeja a glória espiritual.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
DOUTRINÁRIA DE HOJE (05/01 - QUITA-FEIRA - 20:00): "O MARTÍRIO DO MEDO" DO LIVRO LIBERTAÇÃO PELO AMOR PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ANGELIS - PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
...Tem-se medo de perder o emprego, como se não houvesse outras experiências estimuladoras, novas possibilidades de recomeço e de realização.
Receia-se a perda de amigos e de afetos, atormentando-se em presídios emocionais absurdos, em realidade, negando-se a dar-se, a entregar-se confiante na resposta do próprio amor.
...Teme-se a instalação de doenças no organismo, olvidando-se que a saúde é o estado natural da vida humana, e que esses acidentes de percurso, no corpo físico, são perfeitamente reparáveis. Mesmo quando se apresentam irreversíveis e fatais, pode-se viver plenamente cada momento, já que tudo na terra é de duração efêmera.
Detesta-se a morte pessoal e a dos seres queridos, como se a matéria não fosse corruptível e transitória.
...Em face desse comportamento, tem-se medo da vida, de novos cometimentos, de realizações dantes não tentadas.
* * *
O medo está mais na mente do que na realidade. Quanto mais é cultivado, mais terrível afigura-se, ameaçando a delicada estrutura emocional do indivíduo, que passa a sofrer distúrbios de funcionamento.
Quando o medo assenhorear-se-te na mente e no sentimento, reflexiona que estás no mundo físico para triunfar, e somente conseguirás esse objetivo se arrostares as conseqüências das lutas. Aquele que teme os combates, já perdeu uma grande parcela de vitória na batalha que um dia será travada, por mais que se queira evitar.
Diante dos desafios que a vida te propõe e dos receios que intimidam-te de dares o passo decisivo, ora e age, certo de que nunca estarás a sós na execução de qualquer programa de dignificação humana.
Por fim, se a situação apresentar-se perversa e sem saída libertadora, considera com alegria, qual o mal que te pode acontecer, se somente ele atingirá o corpo frágil, ensejando que o Espírito imortal avance totalmente livre na direção da Grande Luz?
...E não temas nunca!
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (08/09 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "JESUS VEIO" DO LIVRO OFERENDA PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: ROBSON WITZKE
sábado, 23 de janeiro de 2016
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, QUINTA FEIRA , 03/12/2015 - OS FLUIDOS - NATUREZA E PROPRIEDADE DOS FLUIDOS - CAP. XIV DO LIVRO A GÊNESE - PALESTRANTE: CLAUDIO AMORIM
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE 19/11/2015, QUINTA FEIRA AS 20:00 -Conduta Espírita da Mulher - do Livro Conduta Espírita de André Luiz - Palestrante:Suzy Moreau
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
CELEBRANDO OS 05 ANOS DA ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, 17/09, AS 20:00 - SACRIFÍCIO, CAPÍTULO 27 DO LIVRO FLORAÇÕES EVANGÉLICAS - JOANA DE ANGELIS - PALESTRANTE: Wenceslau Alonso
CAPÍTULO 27
SACRIFÍCIO
Não cogites de eliminar da órbita
das atividades a que te vinculas, objetivando a redenção do próprio espírito, o
sacrifício, que é cantinho de redenção. Todos os pés que transitam pelas
dificuldades aprendem a contornar obstáculos e a vencer impedimentos. As mãos
que se calejam no afã sublime da produtividade perdem a sensibilidade às coisas
vãs que agradam a cobiça e a insensatez, e o corpo, em geral, disciplinado pela
continência e educado na contenção, transforma-se em veículo dúctil e nobre ao
cumprimento dos deveres superiores da vida. Sacrifício é, também, atestado
inequívoco de devoção ao bem e à verdade. Examina a história dos crucificadores
e vê-los-ás triunfantes sob o aplauso da ilusão enlouquecida, carregados em
triunfo momentaneamente, enquanto os crucificados permanecem em silêncio. Logo,
porém, êles passam e aquêles que foram as suas vítimas levantam-se do olvido
para perpetuarem, através do martírio de que foram instrumento, os ideais
nobilitantes da vera Humanidade. * * * Falar-te-ão da necessidade de poupares
as tuas energias quando aplicadas ao Bem; conclamar-te-ão à inutilidade do nada
e à vaidade enganosa, como explicando a nulidade do investimento homem, nos
turbulentos dias da atualidade; estimular-te-ão emoções grosseiras, o cultivo
de idiossincrasias, fazendo-te aferrado ao azedume, à intolerância e à
perniciosidade. Outras bõcas apresentarão aos teus ouvidos os convites da
felicidade, qual estupefaciente que absorvido produz o sonho ilusório,
antecedendo o despertar da crua e inditosa realidade... Quando, porém,
fascinado pela quimera perceberes o engôdo em que caíste e desejares retornar;
quando descobrires que tudo não passou de um sonho de loucura acalentado numa
hora de angústia; ao perceberes que estes na Terra e que por enquanto o Planêta
se mantém sob o fragor das provações e o sôpro dos sofrimentos e desejares
buscar aquêles que foram comparsas da tua desdita, possivelmente não os
encontrarás receptivos nem ateveis ao teu lado... Consultados dir-te-ão: “Não
sabias? Que esperavas do mundo, tu que emboscaste o Cristo no coração e o
atiraste fora, no lôdo da paixão? Agora, caro amigo, é contigo”. Verificarás,
então, somente na via da soledade, o pêso do remorso e o travo de amargura sem
nome. Nessa hora, todavia, com sacrifício te imporás o recomêço difícil e
necessário. Sacrifica-te, pois, antes, renunciando, não cedendo ao mal,
olvidando vaidades e superstições. Sacrifica à vida a tua vida para que a paz
te entesoure as moedas da harmonia interior. Chegarás, depois, à conclusão do
porque Ele, teu Amigo Divino, preferiu o sacrifício a todo instante, desde as
palhas úmidas de um estábulo pobre, às jornadas a pé sob sol causticante, o
encontro e a convivência com as pessoas mal cheirosas dos caminhos, em regime
de misericórdia para com os 60 pecadores e infelizes até a hora da cruz de
ignomínia e de horror, sacrificandose sempre para a fulguração perene como Rei
Excelso em plena Glória Solar. * “O reino dos céus é tomado à fôrça, e os que
se esforçam, são os que o conquistam”. Mateus: capítulo 11º, versículo 12.
* “O verdadeiro devotamento consiste em não
temer a morte, quando se trate de ser útil, em afrontar o perigo, em fazer, de
antemão e sem pesar, o sacrifício da vida se fôr necessário” Capítulo 5º — Item
29, parágrafo 2.
sábado, 18 de julho de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
TEXTO TEMA DA DOUTRINÁRIA DE QUINTA FEIRA (14/05/2015) - ALGOZES PSICOLÓGICOS PARTE 9, CAP. 40, DO LIVRO: AMOR IMBATÍVEL AMOR, JOANA DE ANGELIS PSICOGRAFADO POR DIVALDO FRANCO - PALESTRANTE: Camila Gois
40
ALGOZES PSICOLÓGICOS
O processo da evolução
ântropo-sociológica do ser humano não se fez acompanhar pelo desenvolvimento
psicológico, que deveria, pelo contrário, precedê-lo. Sendo um ser
essencialmente constituído pela energia pensante, ela teria predominância no
comportamento, imprimindo suas necessidades mais vigorosas, que se
transfeririam para o cérebro, por ela modelado, passando a conduzir a
maquinaria física, como consequência das suas expressões psicológicas. Não
obstante, em razão da sua estrutura original, simples, destituída de
complexidades, esse desabrochar de valores torna-se lento, fixando cada
conquista, de forma que a próxima se apoie na anterior que lhe passa a
constituir alicerce psíquico. Os sentimentos, por isso mesmo, surgem, a pouco e
pouco, arrebentando a concha na qual se aprisionam em latência, apresentando-se
como impulsos e tendências que se comportarão no futuro como hábitos estruturados,
formadores de novos campos vibratórios a se tornarem ação. O desconhecimento de
determinadas experiências inibem-no psicologicamente, permitindo que
verdadeiros algozes psicológicos tomem campo no comportamento, que se
transformam em conflitos perturbadores, inibidores, trabalhando para a formação
de existências fragmentadas. Às vezes se apresentam difíceis de remoção
imediata, exigindo terapia demorada e grande esforço do seu portador, caso
esteja realmente interessado na conquista da saúde emocional. Ao invés de assim
agir, pelo contrário, o indivíduo refugia-se na distância, evitando
compromissos sociais e emocionais que acredita não saber administrar, tornando
a situação mais complexa na razão direta em que evita os contatos saudáveis,
que podem arrancá-lo da situação alienante. Desequipado de coragem e de
estímulos para vencer-se e superar os algozes, mais se aflige, reflexionando
negativamente, e deixando-se embalar pelas mórbidas ideias da autocomiseração
ou da revolta, da autopunição ou do pessimismo, que passam a constituir lhe
companheiros constantes da conduta interior, que externa como amargura,
insegurança, mal-estar. Os mecanismos da evolução constituem força
propulsionadora do desenvolvimento dos germes que dormem em latência,
aguardando os fatores propiciatórios ao seu desempenho. A princípio, de forma
incipiente, depois com mais vigor, por fim, com espontaneidade, que se torna
característica da personalidade, abrindo mais espaços para a aquisição dos
valores mais elevados da inteligência e do sentimento. Para a eficiência do afã
deve ser empreendido uma bem direcionada luta interior, firmada em propósitos
de relevância em relação ao futuro, e de superação das marcas do passado. A
constituição de cada indivíduo mantém os sinais de todo o processo de
crescimento, tal como ocorre com todos os seres em a Natureza. Na botânica, a
cor das folhas e flores, o sabor dos frutos, mesmo que da mesma espécie,
expressam as características do solo no qual se encontram. O mesmo ocorre entre
os animais, que são resultado das condições climáticas e ambientais, da
alimentação e do tratamento que recebem, variando de expressões conforme os
lugares onde se movimentam. Muitos caracteres psicológicos têm a ver com os
fatores mesológicos e suas implicações na conduta. Assim, os algozes
psicológicos que afetam a um expressivo número de pessoas, aguardam decisão e
ajuda para arrebentarem as suas amarras retentivas, que impedem a plenificação
da criatura.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
ATIVIDADE SOCIAL DESENVOLVIDA PELA ESCOLA DA DOUTRINA - ENTREGA DE CESTAS BÁSICAS, FESTEJA O "DIA DAS MÃES" !
A ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ FESTEJOU HOJE O "DIA DAS MÃES", APÓS A DOUTRINÁRIA, NO MOMENTO DA ENTREGA DAS CESTAS BÁSICAS...MUITA AMOROSIDADE...
| A DECORAÇÃO... |
| LANCHE DOADO POR TRABALHADORES E FREQUENTADORES DA CASA... |
| LEMBRACINHAS.... |
| MAMÃES COM SEUS FILHOTES... |
| DOUTRINÁRIA... |
| TRABALHADORES BRINCANDO COM OS FILHOTES ENQUANTO PAIS ASSISTEM A DOUTRINÁRIA... |
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE AMANHÃ, QUINTA FEIRA, DIA 23/04/2015, AS 20:00 - PLENIFICAÇÃO INTERIOR, do Livro: O HOMEM INTEGRAL pelo Espírito Joanna de Angelis - PALESTRANTE: Dilson Moura
SÉTIMA PARTE
PLENIFICAÇÃO INTERIOR
28
Problemas sexuais
Herança animal predominante em a natureza humana, o instinto de
reprodução da espécie exerce um papel de fundamental importância no
comportamento dos seres. Funcionando por impulsos orgânicos nos irracionais,
expressa-se como manifestação propiciatória à fecundação nos ciclos orgânicos,
periódicos, em ritmos equilibrados de vida.
No homem, face ao uso, que nem sempre obedece à finalidade precípua da
perpetuação das formas, experimenta agressões e desvios que o desnaturam,
tornando-se, o sexo, fator de desditas e problemas da mais variada expressão.
Face à sensação de prazer que lhe é inata, a fim de atrair os parceiros
para a comunhão reprodutora, torna-se fonte de tormentos que delineiam o futuro
da criatura.
Considerando-se a força do impulso sexual, no comportamento psicológico
do homem, as disjunções orgânicas, a configuração anatômica e o temperamento
emocional tornam-se de valor preponderante na vida, no inter-relacionamento
pessoal, na atitude existencial de cada qual.
A sua carga compressiva, no entanto, transfere-se de uma para outra
existência corporal, facultando um uso disciplinado, corretor, em injunções
específicas, que por falta de esclarecimento leva o indivíduo a uma ampla gama
de psicopatologias destrutivas na área da personalidade.
Com muita razão, Alice Bailey afirmava, diante dos fenômenos de
alienação mental, que eles podem ser “... de natureza psicológica,
hereditários por contatos coletivos e cármicos”. Introduzia, então, o conceito
cármico, na condição de fator desencadeante das enfermidades a expressar-se nas
manifestações da libido, de relevante importância nos estudos freudianos.
O conceito, em torno do qual o homem
é um animal sexual, peca,
porém, pelo exagero.
Naturalmente, as heranças atávicas impõem-lhe a força do instinto sobre
a razão, levando-o a estados ansiosos como depressivos. Todavia, a necessidade
do amor é-lhe superior. Por falta de uma equilibrada compreensão da
afetividade, deriva para as falazes sensações do desejo, em detrimento das
compensações da emoção.
Mais difícil se apresenta um saudável relacionamento afetivo do que o
intercurso apressado da explosão sexual, no qual o instinto se expressa,
deixando, não poucas vezes, frustração emocional.
Passados os rápidos momentos da comunhão física, e já se manifestam a
insatisfação, o arrependimento, os conflitos perturbadores...
A falta de esclarecimento, no passado, em torno das funções do sexo, os
mistérios e a ignorância com que o vestiram, desnaturaram-no.
A denominada revolução sexual dos
últimos tempos, igualmente, ao demitizá-lo, abriu espaços de promiscuidade para
os excessivos mitos do prazer, com a conseqüente desvalorização da pessoa, que
se tornou objeto, instrumento de troca, indivíduo descartável, fora de qualquer
consideração, respeito ou dignidade.
A sociedade contemporânea sofre, agora. os efeitos da liberação sem
disciplina, através da qual a criatura vive a serviço do sexo, e não este para
o ser inteligente, que o deve conduzir com finalidades definidas e
tranqüilizadoras.
As aberrações se apresentam, neste momento, com cidadania funcional,
levando os seus pacientes a patologias graves que alucinam, matam e os levam a
matar-se.
A consciência deve dirigir a conduta sexual de cada indivíduo, que lhe
assumirá as conseqüências naturais.
Da mesma forma que uma educação castradora é responsável por inúmeros
conflitos, a liberativa em excesso abre comportas para abusos injustificáveis e
de lamentáveis efeitos no psiquismo profundo.
A vida se mantém sob padrões de ordem, onde quer que se manifeste. Não
há, aí, exceção para o comportamento do homem. Por esta razão, o uso indevido
de qualquer função produz distúrbios, desajustes, carências, que somente a educação
do hábito consegue harmonizar.
Afinal, o homem não é apenas um feixe de sensações, mas, também, de
emoções, que pode e deve canalizar para objetivos que o promovam, nos quais
centralize os seus interesses, motivando-o a esforços que serão compensados
pelos resultados benéficos.
Exclusão feita aos portadores de enfermidades mentais a se refletirem na
conduta sexual, o pensamento é portador de insuspeitável influência, no que
tange a uma salutar ou desequilibrada ação genésica.
o mesmo fenômeno ocorre nas
mais diferentes manifestações da vida humana. Mediante o seu cultivo, eles se
exteriorizam no comportamento de forma equivalente.
A vida, portanto, saudável, na área do sexo, decorre da educação mental,
da canalização correta das energias, da ação física pelo trabalho, pelos
desportos, pelas conversações edificantes que proporcionam resistência contra
os derivativos, auxiliando o indivíduo na eleição de atitudes que proporcionam
bem-estar onde quer que se encontre.
As ambições malconduzidas, toda frustração decorrente do querer e não
poder realizar, dão nascimento ao conflito. O conflito, por sua vez, quando não
eqüacionado pela tranqüila aceitação do fato, sobrepondo a identidade real ao
ego dominador e insaciável, termina por gerar neuroses. Estas, sustentadas
pela insatisfação, transmudam-se em paranóia de catastróficos resultados na
personalidade.
Considerado na sua função real e normal, o sexo é santuário da vida, e
não paul de intoxicação e morte.
Estimulado pelo amor, que lhe tem ascendência emocional, propicia as
mais altas expressões da beleza, da harmonia, da realização pessoal; acalma,
encoraja para a vida, tornando-se um dínamo gerador de alegrias.
Os problemas sexuais se enraízam no espírito, que se aturde com o
desregramento que impõe ao corpo, exaurindo as glândulas genésicas e
exteriorizando-se em funções incorretas, que se fazem psicopatologias graves,
a empurrar a sua vítima para os abismos da sombra, da perversidade e do crime.
A liberação das distonias sexuais, mais perturbam o ser, que se
transfere de uma para outra sensação com sede crescente, mergulhando na
promiscuidade, por desrespeito e desprezo a si mesmo e, por extensão, aos
outros. A sua é uma óptica desfocada, pela qual passa a ver o mundo e as demais
pessoas na condição de portadoras dos seus mesmos problemas, só que mascaradas
ou susceptíveis de viverem aquela conduta, quando não deseja impor a sua
postura especial como regra geral para a sociedade.
Sob conflito psicológico, o portador de problema sexual, ou de outra
natureza, não se aceita, fugindo para outros comportamentos dissimuladores; ou
quando se conscientiza e resolve-se por vivê-lo, assume feição chocante, agressiva, como uma forma de enfrentar
os demais, de maneira antinatural, demonstrando que não o digeriu nem o
assimilou.
Toda exibição oculta um conflito de timidez ou inconformação, de
carência ou incapacidade.
Uma terapia psicológica bem cuidada atenua o problema sexual, cabendo ao
paciente fazer uma tranqüila auto-análise, que lhe faculte viver em harmonia
com a sua realidade interna, nem sempre compatível com a sua manifestação externa.
Não basta satisfazer o sexo — toda fome e sede, de momento, saciadas,
retornam, em ocasião própria — mas, harmonizar-se, emocionalmente, vivendo em
paz de consciência, embora com alguma fome perfeitamente suportável, ao invés
do constante conflito da insatisfação decorrente da imaginação fértil, que
programa prazeres contínuos e elege companhias impossíveis de conseguidas em
qualquer faixa sexual que se estagie.
Ninguém se sente pleno, no mundo, acreditando-se haver logrado tudo
quanto desejava.
A aspiração natural e calma para atingir um próximo patamar, faz-se
estímulo para o progresso do indivíduo e da sociedade.
Os problemas sexuais, por isto mesmo, devem ser enfrentados sem
hipocrisia, nem cinismo, fora de padrões estereotipados por falsa moralidade,
tampouco levados à conta de pequeno significado. São dificuldades e, como tais,
merecem consideração, tempo e ação especializada.
29
Relacionamentos perturbadores
Os indivíduos de temperamento neurótico, tornam-se incapazes de manter
um relacionamento estável. Pela própria constituição psicológica, são
perturbadores de afetividade obsessiva e, porque inseguros, são desconfiados,
ciumentos, por conseqüência depressivos ou capazes de inesperadas irrupções de
agressividade.
Os conflitos de que são portadores os levam a uma atitude
isolacionista, resultado da insatisfação e constante irritabilidade contra
tudo e todos. Crêem não merecer o amor de outrem e, se tal acontece, assumem o
estranho comportamento de acreditar que os outros não lhes merecem a afeição,
podendo traí-los ou abandoná-los na primeira oportunidade. Quando se vinculam,
fazem-se absorventes, castradores, exigindo que os seus afetos vivam em
caráter de exclusividade para eles. São, desse modo, relacionamentos
perturbadores, egocêntricos.
O amor é uma conquista do espírito maduro, psicologicamente
equilibrado; usina de forças para manter os equipamentos emocionais em
funcionamento harmônico. E uma forma de negação
de si mesmo em autodoação plenificadora. Não se escora em suspeitas, nem
exigências infantis; elimina o ciúme e a ambição de posse, proporcionando
inefável bem-estar ao ser amado que, descomprometido com o dever de
retribuição, também ama. Quando, por acaso, não correspondido, não se magoa nem
se irrita, compreendendo que o seu e o objetivo de doar-se, e não de exigir.
Permite a liberdade ao outro, que a si mesmo se faculta, sem carga de ansiedade
ou de compulsão.
Quando estas características estão ausentes, o amor é uma palavra que
veste a memória condicionada da sociedade, em torno dos desejos lúbricos, e não
do real sentimento que ele representa.
Esse relacionamento perturbador faz da outra pessoa um objeto possuído,
por sua vez, igualmente possuidor, gerando a desumanização de ambos.
Ao dizer-se meu amigo, minha esposa, meu filho, meu companheiro,
meu dinheiro, a posse está
presente e a submissão do possuído é manifesta sem resistência, evitando
conflitos no possuidor, não obstante, em conflito aquele que se deixa possuir,
até o momento da indiferença, por saturação, desinteresse, ou da reação, do
rompimento, transformando-se o afeto-posse em animosidade, em ódio.
Necessária uma nova conduta e para isto a psicologia profunda se torna o estudo de uma nova linguagem libertadora.
A palavra é um símbolo que veste a idéia; por sua vez, formulação de
pensamento, que se torna uma memória acumulada e retorna quando se deseja
vesti-lo.
A memória da sociedade adicionou
conceitos sobre o amor e o relacionamento, estabelecendo sinais que os
caracterizam, sem que auscultasse as suas estruturas psicológicas despidas de
símbolos.
O homem deve comprometer-se ao autodescobrimento, para ser feliz,
identificando seus defeitos e suas boas qualidades, sem autopunição, sem
autojulgamento, sem autocondenação.
Pescá-los, no mundo íntimo, e eliminar aqueles que lhe constituem
motivos de conflitos, deve ser-lhe a meta... Não se sentir feliz ou
desventurado, porém empenhar-se por atenuar as manifestações primitivas de
agressividade e posse, desenvolvendo os valores que o equipem de harmonia,
vivendo bem cada momento, sem projetos propiciadores de conflitos em relação ao
futuro ou programas de reparação do passado.
Simplesmente deve renovar-se sempre para melhor, agindo com correção,
sem consciência de culpa, sem autocompaixão, sem ansiedade. Viver o tempo com
dimensão atemporal, em entrega, em confiança, em paz.
Pode-se dizer que, no amor, quando alguém se identifica com a pessoa a
quem supõe amar, esta, apenas, realizando um ato de prolongamento de si mesmo, portanto, amando-se, e não à outra
pessoa. Esta identificação se baseia na memória do prazer e da dor, das
alegrias e dos insucessos, portanto, amando o passado e as suas concessões, e
não a pessoa em si, neste momento, como é. É habitual dizer-se: “— Amo, porque
ela (ou ele) tem compartido da minha vida, das minhas lutas; ajudou-me, sofreu
ao meu lado, etc.”
O sentimento que predomina aí é o de gratidão, e gratidão,
infelizmente, não é amor, é reconhecimento que deve retribuir, compensar,
quando em verdade, o amor é só doação.
Imprescindível, assim, uma nova
linguagem que rompa com o atavismo, com a memória da sociedade, acumulada de símbolos, falsos uns, e
inadequados outros.
Os relacionamentos humanos tornam-se, portanto, perturbadores,
desastrosos, por falta de maturidade psicológica do homem, em razão, também,
dos seus conflitos, das suas obsessões e ansiedades.
Graças ao autoconhecimento ele adquire confiança, e os seus conflitos
cedem lugar ao amor, que se transforma em núcleo gerador de alegria com alta
carga de energia vitalizadora.
O amor, porém, entre duas ou mais pessoas somente será pleno, se elas
estiverem no mesmo nível.
A solução, para os relacionamentos perturbadores, não éa separação, como
supõem muitos.
Rompendo-se com alguém, não pode o indivíduo crer-se livre para um
outro tentame, que lhe resultaria feliz, porqüanto o problema não é a da
relação em si, mas do seu estado íntimo, psicológico. Para tanto, como forma de
equacionamento, só a adoção do amor com toda a sua estrutura renovadora,
saudável, de plenificação, consegue o êxito almejado, porqüanto, para onde ou
para quem o indivíduo se transfira, conduzirá toda a sua memória social, o seu comportamento e
o que é.
Desse modo, transferir-se não resolve problemas. Antes, deve
solucionar-se para trasladar-se, se for o caso, depois.
30
Manutenção de propósitos
O homem é um ser muito complexo. Somatório das suas experiências
passadas tem, no inconsciente, um
completo arquivo da raça, da cultura, das tradições que lhe influem no
comportamento.
Por outro lado, a educação, os hábitos, os fenômenos psicológicos e
fisiológicos estão a alterá-lo a cada momento.
Do acúmulo destes valores resultam-lhe as aspirações, as tendências e
anseios, seus conflitos, ansiedades e realizações.
O inconsciente, como efeito, está sempre a ditar-lhe o que fazer e o que a realizar, inclinando-o numa ou
noutra direção. Todavia, o mecanismo essencial da Vida impulsiona-o para o
progresso, para a evolução, mediante os programas de autoburilamento, de
orientação, de trabalho...
O resultado natural deste processo é uma mente confusa, buscando
claridade; são problemas psicológicos, aguardando solução.
Torna-se-lhe imperiosa a adoção de propósitos para saber o motivo da
confusão mental e entender os problemas, antes que tentar solucioná-los
superficialmente, deixando em aberto novas dificuldades deles decorrentes.
A solução de agora pode satisfazê-lo por momentos, porém se não são
entendidos, eles retornam por outro processo, permanecendo na condição de
conflitos a resolver.
Para que se mantenha o propósito de entendimento de si mesmo e da Vida,
faz-se necessário um percebimento integral
de cada fato, sem julgamento, sem compaixão, sem acusação.
Examiná-lo com imparcialidade, na sua condição de fato que é, com uma
mente inocente, sem passado,
sem futuro, apenas presente, mediante uma honesta compreensão, é a forma
segura de o entender, portanto, de o perceber e digeri-lo convenientemente, sem
dar margem a novos comprometimentos. Sem tal experiência se está tentando
burlar a mente, qual se deseje saber por palavras o que se passa em algum
lugar, sem interesse de ir-se lá, de conhecer-se pessoalmente.
Esta é uma conduta de quem somente busca informação sem interesse pelo
conhecimento real, desde que se nega ao esforço do deslocamento até o lugar em
pauta.
O entendimento de si mesmo, a fim de encontrar as raízes dos problemas,
para extirpá-los, exige uma energia permanente, um propósito perseverante,
mantidos com inteireza moral e psicológica. Em caso contrário, desejam-se
apenas, informações verbais, sem mais profundas conseqüências.
Todos os problemas existentes no homem, dele mesmo procedem, das suas
complexidades, da dominação do seu ego.
Normalmente, em razão do próprio passado, as tentativas de manter os
propósitos de autoconhecimento, sem acumulação de dados especulativos, mas de
real identificação de si mesmo, redundam em insucesso pela falta de
perseverança, pelo desânimo diante das dificuldades do começo da empresa e
pelo desinteresse de libertar-se dos conflitos.
O homem se queixa que o autoconhecimento exige despesa de energia face
ao desgaste que o esforço provoca. Talvez não seja necessária uma luta como a
que se trava em outras atividades. A manutenção dos conflitos produz muito mais
consumpção de forças. Basta uma atitude de desvalorização dos problemas, como
quem deixa cair um fardo simplesmente, ao invés de empenhar-se por atirá-lo
fora.
A manutenção dos propósitos de renovação e de auto-aprimoramento é
resultado de uma aceitação normal e de todo momento, da necessidade de
autodescobrir-se, morrendo para
as constrições e ansiedades, os medos e rotinas do cotidiano. Desta ação
consciente, de que se impregna, o homem se plenifica interiormente, sem
neurose ou outros quaisquer fenômenos psicóticos, perturbadores da
personalidade e da vida.
31
Leis cármicas e felicidade
Nas experiências psicológicas de amadurecimento da personalidade, na
busca da plenitude, a incerteza é indispensável, pois que ela fomenta o
crescimento, o progresso, significando insatisfação
pelo já conseguido.
A certeza significaria,
neste sentido, a cessação de motivos e experiências, que são sempre
renovadores, facultando a ampliação dos horizontes do ser e da vida.
Graças à incerteza, que não representa falta de fé, os erros são mais
facilmente reparáveis e os êxitos mais significativos. Ela ajuda na
libertação, pois que a presença do apego, no sentimento, gera a dor, a
angústia. Este último, que funciona como posse algumas vezes, como sensação de
segurança e proteção noutras ocasiões, desperta o medo da perda, da solidão, do
abandono.
A verdadeira solidão — a mente estar livre, descomprometida, observando
sem discutir, sem julgar — é um estado de virtude — nem memória conflitante do
passado, nem desespero pelo futuro não delineado — geradora de energia, de
coragem.
Normalmente, o medo da solidão é o fantasma do estar sozinho, sem
ninguém a quem submeter ou a quem submeter-se.
A insegurança porque se está a sós assusta, como se a presença de outra
pessoa pudesse evitar os fenômenos automáticos de transformação interna do ser
— fisiológica e psicologicamente — impedindo os acontecimentos desagradáveis
ou a morte.
É necessário que o homem aprenda a viver com a sua solidão — ele que é
um cosmo miniaturizado, girando sob a influência de outros sistemas à sua volta
— com o seu silêncio criativo, sem tagarelice, liberando-se da consciência de culpa, que lhe vem do
passado.
Destinado à liberdade plena, encontra-se encurralado pelas lembranças
arquivadas nos painéis do inconsciente — sua memória perispiritual — que lhe
põem algemas em forma de ansiedade, de fobias, de conflitos.
Mesmo quando os fatores da vida se lhe apresentam tranqüilizadores,
evade-se do presente sob suspeitas injustificáveis de que não merece a felicidade, refugiando-se
no possível surgimento de inesperados sofrimentos.
A felicidade relativa é possível e se encontra ao alcance de todos os
indivíduos, desde que haja neles a aceitação dos acontecimentos conforme se
apresentam. Nem exigências de sonhos fantásticos, que não se corporificam em
realidade, tampouco o hábito pessimista de mesclar a luz da alegria com as
sombras densas dos desajustes emocionais.
As heranças do passado espiritual ressumam em manifestações cármicas,
que devem ser enfrentadas naturalmente por fazerem parte da vida, elementos
essenciais que são constitutivos da existência.
Como decorrência de uma vida anterior dissoluta, surgem os conflitos,
as castrações, os tormentos atuais, da mesma forma, como efeito do uso adequado
das funções se apresentam as bênçãos de plenificação.
As leis cármicas, que são o resultado das ações meritórias ou
comprometedoras de cada indivíduo, geram, na economia evolutiva de cada um,
efeitos correspondentes, estabelecendo a ponderabilidade da Divina Justiça,
presente em todos os fenômenos da Natureza e da Criação.
O fatalismo cármico da evolução é a felicidade humana, quando o ser,
depurado e livre, sentir-se perfeitamente integrado na Consciência Cósmica.
A sua marcha, embora as aparências dissonantes de alegria e tristeza,
de saúde e doença, está incursa no processo das conquistas que lhe cumpre
realizar, passo a passo, com dignidade e com iguais condições delegadas aos
seus semelhantes, sem protecionismos vis ou punições cerceadoras Indevidas,
que formaram os arquétipos de privilégio e recusa latentes em muitos.
A resolução para ser feliz rompe as amarras de um carma negativo, face
ao ensejo de conquistar mérito através das ações benéficas e construtivas,
objetivando a si mesmo, o próximo e a sociedade.
Nenhum impedimento na vida à felicidade.
Uma resignação dinâmica ante o infortúnio — a naturalidade para
enfrentar o insucesso negando-se a que interfiram no estado de bem-estar
íntimo, que independe de fatores externos — realiza a primeira fase do estágio
feliz.
O amadurecimento psicológico, a visão correta e otimista da existência
são essenciais para adquirir-se a felicidade possível.
Na sofreguidão da posse, o homem supÕe que o apego às coisas, a
disponibilidade de recursos, a ausência de problemas são os fatores básicos da
felicidade e, para tanto, se empenha com desespero.
Ao desfrutar deles, porém, dá-se conta que não se encontra ditoso,
embora confortado, porque é no seu mundo íntimo, de satisfação e lucidez em
torno das finalidades da vida, que estão os valores da plenitude.
As leis cármicas são a resposta para que alguns indivíduos fruam hoje o
que a outros falta, ao mesmo tempo são a esperança para aqueles que lutam e
anelam, acenando-lhes a Possibilidade próxima de aquisição dos elementos que
felicitam.
Idear a felicidade sem apego e insistir para consegui-la; trabalhar as
aspirações íntimas, harmonizando-as com os limites do equilíbrio; digerir as ocorrências desagradáveis
como parte do processo; manter-se vigilante, sem tensões nem receios e se dará
o amadurecimento psicológico, liberativo dos carmas de insucesso, abrindo
espaço para o auto-encontro, a paz plenificadora.
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domingo, 12 de abril de 2015
DOUTRINÁRIA DIA 09/04/2015 - QUEDA E ASCENSÃO PSICOLÓGICA - PALESTRANTE: AMANDA BURGOS - PARTE 1
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