SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
Redirecionamento
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
DOUTRINÁRIA DO DIA 01/06 (QUINTA-FEIRA) - 20:00: "PERSEGUIDORES INVISÍVEIS" DO LIVRO LIBERTAÇÃO – PELO ESPÍRITO DO SR. ANDRÉ LUIZ – PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
DOUTRINÁRIA DE HOJE (05/01 - QUITA-FEIRA - 20:00): "O MARTÍRIO DO MEDO" DO LIVRO LIBERTAÇÃO PELO AMOR PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ANGELIS - PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
...Tem-se medo de perder o emprego, como se não houvesse outras experiências estimuladoras, novas possibilidades de recomeço e de realização.
Receia-se a perda de amigos e de afetos, atormentando-se em presídios emocionais absurdos, em realidade, negando-se a dar-se, a entregar-se confiante na resposta do próprio amor.
...Teme-se a instalação de doenças no organismo, olvidando-se que a saúde é o estado natural da vida humana, e que esses acidentes de percurso, no corpo físico, são perfeitamente reparáveis. Mesmo quando se apresentam irreversíveis e fatais, pode-se viver plenamente cada momento, já que tudo na terra é de duração efêmera.
Detesta-se a morte pessoal e a dos seres queridos, como se a matéria não fosse corruptível e transitória.
...Em face desse comportamento, tem-se medo da vida, de novos cometimentos, de realizações dantes não tentadas.
* * *
O medo está mais na mente do que na realidade. Quanto mais é cultivado, mais terrível afigura-se, ameaçando a delicada estrutura emocional do indivíduo, que passa a sofrer distúrbios de funcionamento.
Quando o medo assenhorear-se-te na mente e no sentimento, reflexiona que estás no mundo físico para triunfar, e somente conseguirás esse objetivo se arrostares as conseqüências das lutas. Aquele que teme os combates, já perdeu uma grande parcela de vitória na batalha que um dia será travada, por mais que se queira evitar.
Diante dos desafios que a vida te propõe e dos receios que intimidam-te de dares o passo decisivo, ora e age, certo de que nunca estarás a sós na execução de qualquer programa de dignificação humana.
Por fim, se a situação apresentar-se perversa e sem saída libertadora, considera com alegria, qual o mal que te pode acontecer, se somente ele atingirá o corpo frágil, ensejando que o Espírito imortal avance totalmente livre na direção da Grande Luz?
...E não temas nunca!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (22/12 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "NATAL" DO LIVRO FONTE VIVA – PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
“Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens.” – (Lucas, 2:14.)
As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.Glória a Deus no Universo Divino.
Paz na Terra.
Boa vontade para com os Homens.
O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.
Nem castigo ao rico avarento.
Nem punição ao pobre desesperado.
Nem desprezo aos fracos.
Nem condenação aos pecadores.
Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.
Nem anátema contra o gentio inconsciente.
Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa Vontade.
A justiça do “olho por olho” e do “dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até à cruz.
Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível...
Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.
O algoz seria digno de piedade.
O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.
O criminoso passaria à condição de doente.
Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.
Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.
Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.
Natal! Boa Nova! Boa Vontade!
Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (22/09 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "O SISTEMA NERVOSO" DO LIVRO: O PERÍSPIRITO E SUAS MODELAÇÕES, SR. LUIZ GONZAGA PINHEIRO – PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
Alguns espíritas consideram o sistema nervoso físico, como uma parte mais materializada do perispírito. Algo assim como um prolongamento ou anexo, responsável pela emissão e recepção de mensagens que chegam e partem do perispírito. Ora, se o sistema nervoso físico integrasse o perispírito, toda parte relativa ao desempenho e controle das atividades do organismo que a ele se submete entraria em desordem com o afastamento perispiritual.
Sendo o físico uma estrutura semelhante ao perispírito, esta semelhança se faz de maneira correspondente à especialização e à "eterização" das partes reproduzidas. No perispírito, o sistema nervoso também é mais etéreo e sutil que os demais sistemas, firmando-se a obrigatoriedade dessa quintessência na especialização cerebral e nervosa, sistema de conduto por onde o Espírito atua diretamente na exteriorização de mensagens e percepções de estímulos ambientais.
Quando o Espírito se encontra encarnado, esses estímulos chegam a seu perispírito pelos cinco canais que constituem a base da sua vida de relação, quais sejam: visão, audição, paladar, olfato e tato. Desencarnado, todo e qualquer estímulo o atinge via perispírito, de maneira generalizada. Podemos dizer que ele ouve, vê e sente por todo o perispírito, sendo este fato de fácil comprovação nas reuniões mediúnicas, quando o Espírito comunicante leva as mãos aos ouvidos para não escutar o doutrinador e a voz o alcança em sua intimidade perispiritual. Igualmente, o médium que se perturba com uma visão chocante e cerra os olhos para escaparlhe influência, continua malgrado seu esforço, a visualizá-la com a nitidez imposta pela sua sintonia, pois observa o cenário com a sua visão perispiritual que é generalizada.
As sensações passam assim, do sistema nervoso físico, de ação localizada e circunscrita aos cinco sentidos, para o sistema nervoso perispiritual de ação genérica em toda a sua extensão.
Tomemos um exemplo. No Espírito encarnado, o canal receptivo do sentido da audição é o aparelho auditivo. Quando uma vibração provoca um movimento ondulatório no ar, e as ondas atingem a freqüência capaz de estimular o nervo acústico, este direciona tal estímulo ao cérebro, na área do córtex responsável pela audição, que a transforma em percepção auditiva. No perispírito a faculdade da audição é inerente à sua natureza, sendo toda a sua extensão capaz de receber as vibrações sonoras, independente de um canal específico, tal como ocorre nos encarnados.
Se nestes só existe percepção do som com irritação ou estímulo do nervo acústico, na área do perispírito podemos dizer que todo ele é estimulável pelo som, inclusive aqueles situados aquém ou além da faixa audível para nósencarnados, qual seja 16 a 25 mil ciclos (vibrações completas) por segundo.
Se o Espírito não tivesse perispírito, nenhuma sensação oriunda do mundo material, boa ou má, chegaria até ele, pois lhe faltaria o canal por onde essas sensações fluíssem, atingindo-o, ocasião em que as perceberia. É por esta razão, como detalharemos mais adiante, que existe a necessidade de reagregação da matéria perispiritual, quando esta fica parcialmente danificada pelas agressões que o Espírito comete contra si próprio. Sem este veículo de manifestação íntegro, o Espírito não teria como comunicar-se livremente. Caso explodisse seu cérebroperispirítico por vontade própria, (o que pode ocorrer com um tiro dado em seu ouvido físico motivado pelo desejo profundo de morrer) por exemplo, ficaria na condição de um mudo, aqui no plano dos encarnados, em que o Espírito possui raciocínio e inteligência mas não dispõe do meio natural de comunicar-se.
Visto este ponto, passemos às funções do sistema nervoso físico. Esse sistema é um conjunto de células especializadas e encarregadas do controle das atividades de todo o organismo, tais como:
— Dirige as contrações musculares;
— Controla as secreções de determinadas glândulas;
— Comanda as atividades do estômago, pulmões, coração e intestinos;
— Possibilita a percepção dos sentidos
Os fenômenos relacionados com a memória, os sentimentos e a inteligência são restritos ao Espírito, de vez que desencarnado, ele os conserva de maneira integral. Durante a encarnação o sistema nervoso físico apenas funciona como canal de exteriorização de tais fenômenos, visto que não é a sede ou matriz geradora dos mesmos.
O tecido nervoso possui células estreladas, os neurônios, que se comunicam umas com as outras através de ramificações chamadas dendritos. O espaço entre dois neurônios recebe o nome de sinapse nervosa. Como as setas demonstram na figura abaixo, os estímulos nervosos correm dos dendritos para o corpo celular, invertendo-se no axônio, de onde partem do corpo da célula para as suas extremidades. A passagem dos estímulos nervosos de uma célula para outra, ocorre nas terminações do axônio de uma, com extremidades dendríticas da outra, exatamente na sinapse nervosa.
Percorrendo o sistema nervoso, os estímulos chegam ao cérebro, que os identificam enviando ordens correspondentes às mensagens neles contidas. Dessa maneira é que podemos ver, sentir odores, ouvir sons, falar sobre experiências e praticar a locomoção, relacionando-nos assim com o meio em que vivemos.
Contribui para isso, o sistema nervoso central e o periférico. O sistema nervoso simpático e o parassimpático são responsáveis pela vida vegetativa, a qual é representada pelo conjunto de funções que ocorrem no organismo, sem que tenhamos consciência ou participação delas, através de nossa vontade. É o coração que bate, a troca gasosa nos pulmões, o peristaltismo no estômago e intestinos, a filtragem do sangue nos rins.
Ao entrelaçamento de muitas ramificações de nervos e gânglios chamamos de plexo. Em nosso corpo físico os principais plexos localizam-se nas seguintes regiões:
Alto da cabeça: plexo coronário;
Fronte: plexo frontal;
Garganta: plexo laríngeo;
Região do coração: plexo cardíaco;
Estômago: plexo esplênico;
Região do baço: plexo gástrico;
Base da espinha: plexo sacral.
Correspondente a cada plexo no físico, encontramos centros de força ou chacras, tanto no duplo etérico quanto no perispírito, com a diferença que os centros de força do duplo etérico possuem a mesma duração ou existência do próprio duplo, enquanto os centros de força perispirituais permanecem com ele em evolução através dos milênios. Vejamos algumas funções de tais chacras:
Chacra coronário: corresponde ao plexo coronário, situando-se no alto da cabeça, sendo o mais importante, por ser o intermediário entre o cérebro físico e o cérebro perispiritual, funcionando como sede da consciência do Espírito. Esse centro de força pode gerir os demais, impondo-lhes harmonia fisiológica, bem como influenciando positivamente no desenvolvimento do psiquismo. Auxilia no desabrochar da mediunidade latente, em particular no desdobramento, onde seu bom desempenho faculta excursões pelo mundo espiritual em excelente nível de consciência.
Chacra frontal: corresponde ao plexo frontal e situa-se entre os olhos, relacionando-se com a faculdade da vidência. Exercícios para ativar esse chacra podem levar a um aumento na faixa visual, facultando ao Espírito a percepção de imagens do microcosmo, cenas gravadas no éter, ocorrências captadas psicometricamente, acontecimentos à distância e outros eventos relacionados com esta faculdade. No campo morfológico e fisiológico, o chacra frontal atua sobre o sistema nervoso e endócrino, zelando por suas atividades.
Chacra laríngeo: corresponde ao plexo laríngeo e localiza-se na garganta. Atua junto ao aparelho fonador e respiratório. É este chacra que agindo sobre as glândulas tireóide e paratireóide, modifica o tom vocal por ocasião da puberdade, dando-lhe personalidade e estabilização. Através da mediunidade psicofônica, os Espíritos comunicantes dele se utilizam, podendo o médium até mesmo reproduzir a voz, o sotaque e o idioma de quem fala, caracterizando o fenômeno chamado de xenoglossia. Vale salientar que esse órgão é muito ativo e brilhante nos inspirados cantores, nos poetas, nos oradores religiosos e naqueles que utilizam da palavra para aliviar o sofrimento de seus irmãos.
Chacra cardíaco: corresponde ao plexo cardíaco e localiza-se na região do mediastino, gerenciando o desempenho do sistema circulatório, o qual toma à guarda. Relaciona-se também ao controle e disciplina das emoções e sentimentos, favorecendo o desenvolvimento da intuição, tanto em relação aos sentimentos alheios quanto aos eventos futuros.
Chacra esplênico: corresponde ao plexo mesentérico, localizando-se junto ao baço. Age como captador e distribuidor de energias vitais para todo o corpo, auxiliando no mecanismo de renovação das hemácias e nos fenômenos afeitos à circulação. Este centro de força é muito importante para os passistas, pois ao desenvolvê-lo podem absorver maior cota de energias, melhorando seus desempenhos junto aos enfermos. Ao distribuir ordenadamente as energias vitais entre o corpo, o duplo etérico e o perispírito, este chacra promove uma harmonização energética, na qual, todo o conjunto fica vitalizado, na medida correspondente às necessidades das partes.
Chacra gástrico: localiza-se na altura do umbigo e corresponde ao plexo solar no corpo físico. Sua função é auxiliar na assimilação das substâncias vitais derivadas da alimentação humana. Quando o regime alimentar dispensa o uso de carnes, alcoólicos, gorduras, temperos picantes, esse centro de força tem o seu desenvolvimento facilitado, por trabalhar com energias refinadas, o que se reflete inclusive, no aumento de sensibilidade relativa à identificação das energias hostis ou amenas, que caracterizam o meio.
Chacra básico: corresponde ao plexo sacral e localiza-se na base da espinha. Capta energias solares e terrestres, que são distribuídas e transformadas em outros tipos de energias ligadas ao intelecto. Reativando os demais centros de força, ochacra básico pode favorecer, quando bem orientado, o equilíbrio físico e psíquicodo ser.
Todos os chacras possuem atribuições e cores específicas, variando em matizes, conforme o grau evolutivo do Espírito. O aprofundamento desse tema demandaria largas considerações, que somente uma obra específica poderia conter. Daí a superficialidade com que o abordamos.
Sendo o físico uma estrutura semelhante ao perispírito, esta semelhança se faz de maneira correspondente à especialização e à "eterização" das partes reproduzidas. No perispírito, o sistema nervoso também é mais etéreo e sutil que os demais sistemas, firmando-se a obrigatoriedade dessa quintessência na especialização cerebral e nervosa, sistema de conduto por onde o Espírito atua diretamente na exteriorização de mensagens e percepções de estímulos ambientais.
Quando o Espírito se encontra encarnado, esses estímulos chegam a seu perispírito pelos cinco canais que constituem a base da sua vida de relação, quais sejam: visão, audição, paladar, olfato e tato. Desencarnado, todo e qualquer estímulo o atinge via perispírito, de maneira generalizada. Podemos dizer que ele ouve, vê e sente por todo o perispírito, sendo este fato de fácil comprovação nas reuniões mediúnicas, quando o Espírito comunicante leva as mãos aos ouvidos para não escutar o doutrinador e a voz o alcança em sua intimidade perispiritual. Igualmente, o médium que se perturba com uma visão chocante e cerra os olhos para escaparlhe influência, continua malgrado seu esforço, a visualizá-la com a nitidez imposta pela sua sintonia, pois observa o cenário com a sua visão perispiritual que é generalizada.
As sensações passam assim, do sistema nervoso físico, de ação localizada e circunscrita aos cinco sentidos, para o sistema nervoso perispiritual de ação genérica em toda a sua extensão.
Tomemos um exemplo. No Espírito encarnado, o canal receptivo do sentido da audição é o aparelho auditivo. Quando uma vibração provoca um movimento ondulatório no ar, e as ondas atingem a freqüência capaz de estimular o nervo acústico, este direciona tal estímulo ao cérebro, na área do córtex responsável pela audição, que a transforma em percepção auditiva. No perispírito a faculdade da audição é inerente à sua natureza, sendo toda a sua extensão capaz de receber as vibrações sonoras, independente de um canal específico, tal como ocorre nos encarnados.
Se nestes só existe percepção do som com irritação ou estímulo do nervo acústico, na área do perispírito podemos dizer que todo ele é estimulável pelo som, inclusive aqueles situados aquém ou além da faixa audível para nósencarnados, qual seja 16 a 25 mil ciclos (vibrações completas) por segundo.
Se o Espírito não tivesse perispírito, nenhuma sensação oriunda do mundo material, boa ou má, chegaria até ele, pois lhe faltaria o canal por onde essas sensações fluíssem, atingindo-o, ocasião em que as perceberia. É por esta razão, como detalharemos mais adiante, que existe a necessidade de reagregação da matéria perispiritual, quando esta fica parcialmente danificada pelas agressões que o Espírito comete contra si próprio. Sem este veículo de manifestação íntegro, o Espírito não teria como comunicar-se livremente. Caso explodisse seu cérebroperispirítico por vontade própria, (o que pode ocorrer com um tiro dado em seu ouvido físico motivado pelo desejo profundo de morrer) por exemplo, ficaria na condição de um mudo, aqui no plano dos encarnados, em que o Espírito possui raciocínio e inteligência mas não dispõe do meio natural de comunicar-se.
Visto este ponto, passemos às funções do sistema nervoso físico. Esse sistema é um conjunto de células especializadas e encarregadas do controle das atividades de todo o organismo, tais como:
— Dirige as contrações musculares;
— Controla as secreções de determinadas glândulas;
— Comanda as atividades do estômago, pulmões, coração e intestinos;
— Possibilita a percepção dos sentidos
Os fenômenos relacionados com a memória, os sentimentos e a inteligência são restritos ao Espírito, de vez que desencarnado, ele os conserva de maneira integral. Durante a encarnação o sistema nervoso físico apenas funciona como canal de exteriorização de tais fenômenos, visto que não é a sede ou matriz geradora dos mesmos.
O tecido nervoso possui células estreladas, os neurônios, que se comunicam umas com as outras através de ramificações chamadas dendritos. O espaço entre dois neurônios recebe o nome de sinapse nervosa. Como as setas demonstram na figura abaixo, os estímulos nervosos correm dos dendritos para o corpo celular, invertendo-se no axônio, de onde partem do corpo da célula para as suas extremidades. A passagem dos estímulos nervosos de uma célula para outra, ocorre nas terminações do axônio de uma, com extremidades dendríticas da outra, exatamente na sinapse nervosa.
Percorrendo o sistema nervoso, os estímulos chegam ao cérebro, que os identificam enviando ordens correspondentes às mensagens neles contidas. Dessa maneira é que podemos ver, sentir odores, ouvir sons, falar sobre experiências e praticar a locomoção, relacionando-nos assim com o meio em que vivemos.
Contribui para isso, o sistema nervoso central e o periférico. O sistema nervoso simpático e o parassimpático são responsáveis pela vida vegetativa, a qual é representada pelo conjunto de funções que ocorrem no organismo, sem que tenhamos consciência ou participação delas, através de nossa vontade. É o coração que bate, a troca gasosa nos pulmões, o peristaltismo no estômago e intestinos, a filtragem do sangue nos rins.
Ao entrelaçamento de muitas ramificações de nervos e gânglios chamamos de plexo. Em nosso corpo físico os principais plexos localizam-se nas seguintes regiões:
Alto da cabeça: plexo coronário;
Fronte: plexo frontal;
Garganta: plexo laríngeo;
Região do coração: plexo cardíaco;
Estômago: plexo esplênico;
Região do baço: plexo gástrico;
Base da espinha: plexo sacral.
Correspondente a cada plexo no físico, encontramos centros de força ou chacras, tanto no duplo etérico quanto no perispírito, com a diferença que os centros de força do duplo etérico possuem a mesma duração ou existência do próprio duplo, enquanto os centros de força perispirituais permanecem com ele em evolução através dos milênios. Vejamos algumas funções de tais chacras:
Chacra coronário: corresponde ao plexo coronário, situando-se no alto da cabeça, sendo o mais importante, por ser o intermediário entre o cérebro físico e o cérebro perispiritual, funcionando como sede da consciência do Espírito. Esse centro de força pode gerir os demais, impondo-lhes harmonia fisiológica, bem como influenciando positivamente no desenvolvimento do psiquismo. Auxilia no desabrochar da mediunidade latente, em particular no desdobramento, onde seu bom desempenho faculta excursões pelo mundo espiritual em excelente nível de consciência.
Chacra frontal: corresponde ao plexo frontal e situa-se entre os olhos, relacionando-se com a faculdade da vidência. Exercícios para ativar esse chacra podem levar a um aumento na faixa visual, facultando ao Espírito a percepção de imagens do microcosmo, cenas gravadas no éter, ocorrências captadas psicometricamente, acontecimentos à distância e outros eventos relacionados com esta faculdade. No campo morfológico e fisiológico, o chacra frontal atua sobre o sistema nervoso e endócrino, zelando por suas atividades.
Chacra laríngeo: corresponde ao plexo laríngeo e localiza-se na garganta. Atua junto ao aparelho fonador e respiratório. É este chacra que agindo sobre as glândulas tireóide e paratireóide, modifica o tom vocal por ocasião da puberdade, dando-lhe personalidade e estabilização. Através da mediunidade psicofônica, os Espíritos comunicantes dele se utilizam, podendo o médium até mesmo reproduzir a voz, o sotaque e o idioma de quem fala, caracterizando o fenômeno chamado de xenoglossia. Vale salientar que esse órgão é muito ativo e brilhante nos inspirados cantores, nos poetas, nos oradores religiosos e naqueles que utilizam da palavra para aliviar o sofrimento de seus irmãos.
Chacra cardíaco: corresponde ao plexo cardíaco e localiza-se na região do mediastino, gerenciando o desempenho do sistema circulatório, o qual toma à guarda. Relaciona-se também ao controle e disciplina das emoções e sentimentos, favorecendo o desenvolvimento da intuição, tanto em relação aos sentimentos alheios quanto aos eventos futuros.
Chacra esplênico: corresponde ao plexo mesentérico, localizando-se junto ao baço. Age como captador e distribuidor de energias vitais para todo o corpo, auxiliando no mecanismo de renovação das hemácias e nos fenômenos afeitos à circulação. Este centro de força é muito importante para os passistas, pois ao desenvolvê-lo podem absorver maior cota de energias, melhorando seus desempenhos junto aos enfermos. Ao distribuir ordenadamente as energias vitais entre o corpo, o duplo etérico e o perispírito, este chacra promove uma harmonização energética, na qual, todo o conjunto fica vitalizado, na medida correspondente às necessidades das partes.
Chacra gástrico: localiza-se na altura do umbigo e corresponde ao plexo solar no corpo físico. Sua função é auxiliar na assimilação das substâncias vitais derivadas da alimentação humana. Quando o regime alimentar dispensa o uso de carnes, alcoólicos, gorduras, temperos picantes, esse centro de força tem o seu desenvolvimento facilitado, por trabalhar com energias refinadas, o que se reflete inclusive, no aumento de sensibilidade relativa à identificação das energias hostis ou amenas, que caracterizam o meio.
Chacra básico: corresponde ao plexo sacral e localiza-se na base da espinha. Capta energias solares e terrestres, que são distribuídas e transformadas em outros tipos de energias ligadas ao intelecto. Reativando os demais centros de força, ochacra básico pode favorecer, quando bem orientado, o equilíbrio físico e psíquicodo ser.
Todos os chacras possuem atribuições e cores específicas, variando em matizes, conforme o grau evolutivo do Espírito. O aprofundamento desse tema demandaria largas considerações, que somente uma obra específica poderia conter. Daí a superficialidade com que o abordamos.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (16/06 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "DIVERSIDADE DE MORADAS" DO LIVRO JESUS E O EVANGELHO À LUZ DA PSICOLOGIA PROFUNDA PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
"...Há muitas moradas na casa de meu Pai." - João, (cap. XIV, v. 2)
A ingenuidade medieval explicava que as estrelas fulgurantes no Infinito eram lâmpadas mágicas para iluminarem a noite por misericórdia de Deus. O conceito geocêntrico do Universo expressava o limite imposto pelo grau de desenvolvimento cultural e intelectual dos seres ainda presos aos interesses da sobrevivência em ambiente físico, social, político e religioso hostil e castrador das expressões de liberdade, de conhecimento e de felicidade que sempre se encontram ínsitos nos seres humanos.
Os dogmas perversos naquela cultura ainda primitiva, na qual predominava a força do poder temporal, mesclado com o religioso disfarçado nas sombras coletivas dos dominadores, impediam a compreensão do ensinamento de Jesus que procedia de outras Esferas, portanto, de uma feliz morada que a mente humana de então não dispunha de meios para entender. Vivendo níveis de consciência muito primitivos, em sono e com leves sonhos, não era possível alcançar outros degraus, em razão do conhecimento e do pensamento se deterem nos estágios primitivo e mitológico, que constituíram base para o estabelecimento de alguns princípios religiosos mais compatíveis com as necessidades existenciais relacionando-os interpretativamente com as propostas morais e espirituais neotestamentárias.
Sem recursos para libertara espírito que vivifica da letra que mata, os teólogos mantinham as mentes encarceradas na sujeição às palavras e aos decretos audaciosos de reis e papas dominadores, antes que aos nobres postulados libertadores da consciência livre de peias, conforme Jesus viera ensinar, estabelecendo o primado do Espírito como fundamental para o progresso da Humanidade. A Terra, então, considerada como centro do Universo, era o núcleo fundamental do pensamento cultural e religioso, estabelecendo que o reino dos Céus se desenhava em torno do globo como se fosse também um dos áulicos girando a sua volta, sempre acima, porque abaixo se encontrava o Inferno de punição eterna, compatível com a sombra coletiva encarregada de coibir o desenvolvimento e o comportamento da sociedade.
O homem, escravo de outros homens, mesmo que vivendo em liberdade, encontrava-se-lhes submetido e servil, sem o direito de alcançar a própria identidade confundida nos conflitos ancestrais que o inconsciente coletivo e individual liberava em contínua aflição. A Terra, segundo a mentalidade religiosa daqueles dias, era um vale de lágrimas, um lugar de desterro, naturalmente para alguns - aqueles que eram submetidos indefensos - enquanto aqueloutros que assim se expressavam locupletavam-se nos gozos ou deixavam-se arrebatar pelos conflitos masoquistas em que se consumiam, perdidos nos transtornos emocionais e sexuais que os perturbavam.
Tornavam-se cruéis, em consequência, impondo castrações dolorosas que ainda remanescem através dos tempos em inúmeras condutas individuais e de diferentes grupos sócio-culturais. A cristologia em que se fundamentava a Igreja antiga e ainda permanece, apesar das atuais conquistas indiscutíveis da astrofísica, considerando Jesus-Deus - em total embriaguez conceptual que se opõe à realidade de Jesus-Homem, Filho e não Pai, não se diluindo no mistério da Santíssima Trindade, próprio ao pensamento mítico ancestral - considerava que essas moradas poderiam ser identificadas como o Paraíso, o Purgatório e o Inferno, para onde eram recambiadas as almas após a morte física de acordo com a sua fidelidade ou o não cumprimento dos postulados evangélicos.
A pobreza e aridez desse pensamento fanático olvidava ou condenava todos os povos nos quais as propostas de Jesus não haviam chegado e onde, por sua vez, predominavam os excelentes ensinos também libertadores de Krishna, Buda, Lao-Tsé, Confúcio, Hermes Trismegisto e muitos outros missionários do Bem e do Amor, cujas vidas expressavam a grandiosa anterioridade de sua procedência. Seus ministérios eram significativos e prenunciavam o momento de Jesus, que lentamente se inscreveria nos tempos afora ampliando aqueles ensinamentos que O precederam.
Na perspectiva da psicologia profunda, todos eles foram libertadores das sombras coletiva e individual, sulcando o solo do ego para deixar que desabrochasse o 'Self' e todas suas implicações na consciência geral. Psicoterapeutas especiais preconizavam o amor e a sabedoria como métodos essenciais para a plenitude, embora sob diferentes colocações que, sem dúvida, conduzem à mesma unidade do pensamento condutor da Divindade.
Intuídos pela percepção extra-sensorial e alcançando o estágio numinoso, contribuíram decisivamente para o adiantamento espiritual de milhões de vidas que se encontravam na ignorância da realidade e alteraram o comportamento geral, deixando marcas especiais de entendimento das Divinas Leis e da Regência do Cosmo.
Disciplinando a vontade mediante experiências psíquicas vivas e intercâmbio seguro com os Espíritos, alcançaram a Realidade e embriagaram-se de alegria no corpo, de que se utilizavam momentaneamente a fim de retornarem ao estado de plenitude definitiva que haviam antegozado.
Na meditação e na educação dos instintos conseguiram desprender-se parcialmente dos elos retentivos da matéria, mesmo enquanto a habitavam, trazendo das Esferas Vivas por onde transitavam as mais belas lições de harmonia e de felicidade, que constituíam motivo e atração para o retorno após a execução dos compromissos vivenciados no mundo.
Jesus o sabia, e denominou-os como ovelhas que não pertencem a este rebanho, referindo-se aos presunçosos contemporâneos que se atribuíam a paternidade divina com desdém pelos demais povos que, certamente teriam outra ascendência, o que constitui um absurdo, partindo-se do pressuposto que Deus é Pai e Criador de tudo e de todos.
A existência terrena deve ser vivenciada com prazer e emoção, face à riqueza de experiências que oferece, auxiliando o Espírito a desenovelar-se das faixas inferiores das paixões. Não se trata do prazer que se afigura como vício, crime ou hediondez, mas da conduta daquele que o frui, não se deixando devorar pelo hedonismo imediatista, mas experienciando o júbilo dos gozos que estimulam ao avanço e compensam os cansaços e desaires dos empreendimentos humanos.
Jesus-Homem não apresentou métodos, técnicas, condutas especiais para conseguir-se o reino. Ele é tudo isso, viveu todas essas expressões, apontando as muitas moradas que existem na Casa do Pai. Referiu-se, indubitavelmente, aos mundos habitados que povoam o Universo, graças aos milhões de galáxias que surgem umas e se consomem outras absorvidas pelos buracos negros, exaltando a incomparável e insuperável glória da Criação.
Quanto mais primitivo o princípio espiritual, mais grosseiro é o mundo em que deve habitar, a fim de experimentar o desabrochar dos conteúdos psíquicos nele jacentes, que se vão desenvolvendo conforme os fatores mesológicos e circunstanciais, guiado pelo fatalismo da evolução que nele existe, ascendendo na escala da evolução e transferindo-se de um para outro conforme a necessidade do seu progresso que jamais se encontra estanque.
Mundos, sim, existem que podem ser considerados infernais, tendo-se em vista as condições de habitabilidade, para onde são recambiados os Espíritos calcetas e renitentes que sintonizam com o seu psiquismo, ali depurando-se dos instintos mais asselvajados, porém, ascendendo depois a outras estâncias purgatoriais, menos severas e mais compatíveis com o programa de desenvolvimento espiritual até alcançar aqueles que são felizes onde não mais existem dores nem vazios existenciais, infortúnios ou ambições inúteis.
O bem e o mal - essa dualidade luz a sombra - em que se debate o Espírito humano, representam o futuro e o passado de cada ser humano no trânsito evolutivo. O primeiro, à luz da psicologia profunda, é o auto-encontro, a liberação do lado escuro plenificado pelo conhecimento da verdade, enquanto o outro são as fixações do trânsito pelos instintos primários, que ainda vicejam nos sentimentos e na conduta, aguardando superação.
Examinando-se o planeta terrestre onde se debatem as forças do bem e do mal, constatamos ser ele uma escola de provas e de depurações cujas lições de aprimoramento ocorrem mediante o império do sofrimento, mas que podem converter-se ao impositivo do amor em conquistas permanentes, felicitadoras.
Na razão direta em que o 'SELF' predomina sobre o ego, e as lições de Jesus são essenciais a essa mudança, a essa superação de paixões, menos materializado se torna o Espírito, que aprende a aspirar mais altas especulações e conquistas ambicionando o infinito. Procedente de outra morada ditosa e superior à terrestre, denominada como reino dos céus, Jesus-Homem, exemplo de amor e de abnegação, sem subterfúgios e com decisão veio convidar as Suas criaturas a seguí-Lo, pois que, somente assim alcançariam Deus pelo conhecimento e pelo sentimento, integrando-se no psiquismo superior que d'Ele dirmana.
Com toda justeza, portanto, considerando a ignorância humana, e elucidando quanto à necessidade da plenitude, explicitou que há muitas moradas na casa de meu Pai, em convite subliminar, ao mesmo tempo direto, para que todos se empenhassem por alcançá-las.
Joanna de Ângelis
quinta-feira, 10 de março de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (10/03 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "PREDIÇÕES DO EVANGELHO" DO LIVRO A GÊNESE, CAP. XVII – PALESTRANTE: MANOEL MESSIAS
Ninguém é profeta em seu país.
Morte e paixão de Jesus.
Morte e paixão de Jesus.
Perseguição dos apóstolos.
Cidades impenitentes.
Ruína do templo de Jerusalém.
Maldição aos fariseus.
Minhas palavras nunca passarão.
A pedra angular.
Parábola dos vinhateiros.
Um só rebanho e um só pastor.
Vinda de Elias.
Anúncio do Consolador.
Segunda chegada do Cristo.
Sinais precursores.
Vossos filhos e vossas filhas profetizarão.
Juízo final.
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