SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
CELEBRANDO OS 05 ANOS DA ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, 28/05 AS 20:00 - A VONTADE DO LIVRO: O PROBLEMA DO SER, DO DESTINO E DA DOR - LEON DENIS - Palestrante: Danilo Cruz
Vontade e Evolução
Autor: Léon Denis. Livro: O Problema do Ser, do Destino e da Dor
Querer é poder! O poder da vontade é ilimitado. O homem, consciente de si mesmo, de seus recursos latentes, sente crescerem suas forças na razão dos esforços. Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se inevitavelmente, ou na atualidade ou na série das suas existências, quando seu pensamento se puser de acordo com a Lei divina. E é nisso que se verifica a palavra celeste: "A fé transporta montanhas."
Não é consolador e belo poder dizer: "Sou uma inteligência e uma vontade livres; a mim mesmo me fiz, inconscientemente, através das idades; edifiquei lentamente minha individualidade e liberdade e agora conheço a grandeza e a força que há em mim. Amparar-me-ei nelas; não deixarei que uma simples dúvida as empane por um instante sequer e, fazendo uso delas com o auxílio de Deus e de meus irmãos do espaço, elevar-me-ei acima de todas as dificuldades; vencerei o mal em mim; desapegar-me- ei de tudo o que me acorrenta às coisas grosseiras para levantar o vôo para os mundos felizes!"
Vejo claramente o caminho que se desenrola e que tenho de percorrer. Esse caminho atravessa a extensão ilimitada e não tem fim; mas, para guiar-me na estrada infinita, tenho um guia seguro, a compreensão da lei de vida, progresso e amor que rege todas as coisas; aprendi a conhecer-me, a crer em mim e em Deus. Possuo, pois, a chave de toda elevação e, na vida imensa que tenho diante de mim, conservar-me-ei firme, inabalável na vontade de enobrecer-me e elevar-me, cada vez mais; atrairei, com o auxílio de minha inteligência, que é filha de Deus, todas as riquezas morais e participarei de todas as maravilhas do Cosmo.
Minha vontade chama-me: "Para frente, sempre para frente, cada vez mais conhecimento, mais vida, vida divina!" E com ela conquistarei a plenitude da existência, construirei para mim uma personalidade melhor, mais radiosa e amante. Saí para sempre do estado inferior do ser ignorante, inconsciente de seu valor e poder; afirmo-me na independência e dignidade de minha consciência e estendo a mão a todos os meus irmãos, dizendo- lhes:
Despertai de vosso pesado sono; rasgai o véu material que vos envolve, aprendei a conhecer-vos, a conhecer as potências de vossa alma e a utilizá-las. Todas as vozes da Natureza, todas as vozes do espaço vos bradam: "Levantai-vos e marchai! Apressai-vos para a conquista de vossos destinos!"
A todos vós que vergais ao peso da vida, que, julgando-vos sós e fracos, vos entregais à tristeza, ao desespero, ou que aspirais ao nada, venho dizer: "O nada não existe; a morte é um novo nascimento, um encaminhar para novas tarefas, novos trabalhos, novas colheitas; a vida é uma comunhão universal e eterna que liga Deus a todos os seus filhos."
A vós todos, que vos credes gastos pelos sofrimentos e decepções, pobres seres aflitos, corações que o vento áspero das provações secou; Espíritos esmagados, dilacerados pela roda de ferro da adversidade, venho dizer-vos:
Não há alma que não possa renascer, fazendo brotar novas florescências. Basta-vos querer para sentirdes o despertar em vós de forças desconhecidas. Crede em vós, em vosso rejuvenescimento em novas vidas; crede em vossos destinos imortais. Crede em Deus, Sol dos sóis, foco imenso, do qual brilha em vós uma centelha, que se pode converter em chama ardente e generosa!
Sabei que todo homem pode ser bom e feliz; para vir a sê-lo basta que o queira com energia e constância. A concepção mental do ser, elaborada na obscuridade das existências dolorosas, preparada pela vagarosa evolução das idades, expandir-se-á à luz das vidas superiores e todos conquistarão a magnífica individualidade que lhes está reservada.
Dirigi incessantemente vosso pensamento para esta verdade: podeis vir a ser o que quiserdes. E sabei querer ser cada vez maiores e melhores. Tal é a noção do progresso eterno e o meio de realizá-lo; tal é o segredo da força mental, da qual emanam todas as forças magnéticas e físicas. Quando tiverdes conquistado esse domínio sobre vós mesmos, não mais tereis que temer os retardamentos nem as quedas, nem as doenças, nem a morte; tereis feito de vosso eu inferior e frágil uma alta e poderosa individualidade!
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE QUINTA FEIRA - 21/05/2015 - AS 20:00 - ESBOÇO GEOLÓGICO DA TERRA, Capítulo VII DO LIVRO GÊNESES DE ALLAN KARDEC - Palestrante: Wenceslau Alonso
Resumo Capítulo VII: ESBOÇO GEOLÓGICO DA TERRA
Períodos Geológicos
A perfuração de poços, minas e pedreiras, facultou a
observação dos terrenos estratificados, o que permitiu à Geologia estudar a
origem do globo terrestre como também dos seres que o habitam.
As camadas, variando de cms. até mais de cem metros, são
geralmente homogêneas e horizontais, distinguindo-se claramente umas das
outras; formaram-se por depósitos sucessivos até chegar à última camada de
terra vegetal, derivada de detritos orgânicos. As camadas inferiores
denominam-se rochas, formadas de areia, argila, marna, seixos rolados, ou grés,
mármores, crés, calcáreos, carvões de pedra, asfaltos, etc. A forma e
consistência das camadas revelam sua formação pela ação do fogo ou da água. As
camadas formadas por depósitos aquosos e que se encontram inclinadas ou verticais
foram deslocadas, após a solidificação, por convulsões do solo.
A ocorrência de despojos fósseis de animais e vegetais dentro
das camadas inferiores situam sua existência naquela época. Tais fósseis
resultaram petrificados, sem alteração da forma (penetrados por matérias
silicosas ou calcáreas); outros foram envolvidos por matérias em estado
flácido, mantendo-se intactos, dentro das mais duras pedras; outros finalmente
deixaram somente marcas como a forma de um pé com dedos e unhas, permitindo identificar
o animal que as deixou.
O estudo das camadas e dos fósseis permitiu estabelecer-se os
períodos geológicos principais: primário, de transição, secundário, terciário,
diluviano, pós-diluviano ou atual.
Estado primitivo do globo
O achatamento dos polos indica que o estado primitivo da Terra
era de fluidez ou flacidez por ação do calor. A cada 30 metros de profundidade
a temperatura aumenta de um grau, alcançando temperaturas em que toda a matéria
conhecida se funde. A espessura da crosta terrestre é comparável à da casca de
uma laranja, levando a concluir-se que no princípio a Terra era uma massa
fluida incandescente, que esfriou pouco a pouco da superfície para dentro,
conservando-se a matéria interior em estado de fusão. Durante o resfriamento a
matéria sofreu transformações, combinações várias, resultando a formação de uma
atmosfera densa, opaca, formada pela volatilização de metais como enxofre e
carbono o que não permitia a passagem dos raios solares.
Período primário
Com o progressivo resfriamento, houve solidificação da parte
exterior da massa em fusão, formando uma crosta uniforme e compacta constituída
de granito, pedra extremamente dura formada por feldspato, quartzo e mica.
Ocorreram numerosas fendas pelas quais a matéria efervescente extravasava.
Continuando o resfriamento, ocorreu liquefação de vapor de
metais em suspensão, causando chuvas e lagos de enxofre e betume (ferro, cobre,
chumbo e outros metais fundidos), que, infiltrando-se pelas fissuras, deram
origem aos veios e filões metálicos. Várias misturas produziram os terrenos
primitivos sobre a rocha granítica, porém sem estratificação regular. Em
seguida as águas, em ciclos de vaporização e chuvas, acabaram por depositar-se
no solo. Permaneciam os elementos confundidos, desestabilizados,
impossibilitando o surgimento de qualquer forma de vida vegetal ou animal. Tal
período poderia ter levado cerca de um milhão de anos.
Período de transição
Dada a pequena espessura da crosta granítica, ocorriam
intumescências, por onde extravasava a lava interior. A superfície do globo era
quase que totalmente coberta por águas pouco profundas. A atmosfera, embora
mantendo temperaturas ardentes, foi sendo progressivamente liberta dos gases
pesados, sendo o último deles o ácido carbônico, por ação das chuvas copiosas e
quentes, permitindo a passagem dos primeiros raios de Sol.
Após formarem-se os terrenos de sedimento, surgiram os
primeiros seres vivos do reino vegetal e animal. Primeiro surgiram os vegetais
criptógamos, acotiledôneos, monocotiledôneos (liquens, cogumelos, musgos, fetos
e plantas herbáceas). Quanto a árvores, somente as do gênero palmeira, cuja
haste é semelhante às das ervas. Surgiram então os primeiros animais marinhos
(polipeiros, raiados, zoófitos) de organização rudimentar, seguindo-se-lhes os
crustáceos e peixes de espécies atualmente extintas.
Predominando ainda na atmosfera o ácido carbônico, favoreceu a
formação de vasta vegetação de plantas gigantescas, que em razão do
deslocamento das águas, vieram a ser cobertas por sedimentos terrosos, num
ciclo de aniquilamento e renascimento, formando, através dos séculos, camadas
de grande espessura. Pela ação dos gases, ácidos, sais, houve a fermentação
daqueles vegetais soterrados, convertendo-se em hulha ou carvão de pedra, que é
encontrado em quase todas as regiões do globo. Nesse período, em que a
temperatura da Terra era uniforme, pois o fogo central produzia calor muito
superior ao dos raios solares os quais eram enfraquecidos pela pesada
atmosfera, ainda não havia gelo na Terra.
Período secundário
Ao final do período de transição, desapareceram os vegetais e
animais, devido a ocorrências de grandes subversões e erupções do solo, ou
ainda por modificações na atmosfera. O período secundário é caracterizado por
numerosas camadas minerais formadas no seio das águas, marcando diferentes
épocas bem diferenciadas. Modificações na atmosfera produziram vegetais menores
que no período anterior, surgindo as plantas de caule lenhoso e as árvores.
Quanto aos animais, continuavam aquáticos passando a anfíbios,
desenvolvendo-se no seio dos mares animais de conchas, peixes com organização
mais aperfeiçoada, os cetáceos. Surgiram os répteis marinhos monstruosos como:
ictiossauros, plessiossauros, teleossauros (anfíbios), megalossauros,
iguanodontes(terrestres), pterodáctilos.
O grande número de camadas atesta a longevidade desse período,
onde se desenvolveu consideravelmente a vida animal, pelas melhores condições
da atmosfera, permitindo que alguns vivessem na terra. Encerrado esse período,
desapareceram os grandes répteis aquáticos.
Período terciário
Iniciou-se esse período com uma destruição quase total dos
seres vivos.
Durante esta fase, devido à maior espessura da crosta
terrestre, a pressão interior ocasionou erupções sucessivas em todos os pontos
do globo, formando os picos e cadeias de montanhas, planaltos e planícies,
acomodando-se as águas nos locais mais baixos, donde surgiram os continentes e
cumes de montanhas formando ilhas. As camadas de calcário encontradas no topo
de montanhas comprovam a teoria acima, pois em nenhuma época seria possível ao
mar atingir tais altitudes.
Por ocasião desses levantamentos e erupções ocorreram também
rasgaduras do solo expondo o granito que se encontra na sua periferia em certas
regiões. Surgiram também os vulcões que representam válvulas de segurança
equilibrando a pressão interior.
Tais levantamentos e abaixamentos do solo resultaram em
constantes deslocamentos das águas formando camadas irregulares através da
superfície do globo, ao contrário do que se observa nos períodos anteriores,
onde as camadas são regulares.
Desde que se acalmaram as revoluções iniciais, melhorando as
condições ambientais, reapareceram os vegetais e animais com organização mais
apropriada a uma atmosfera mais purificada. Os vegetais atingiram desenvolvimento
estrutural quase ao nível dos atuais.
Enquanto que nos dois períodos anteriores as águas cobriam
quase que a totalidade do globo, favorecendo a existência de animais aquáticos
e anfíbios, no terciário vários continentes se formaram, aparecendo os animais
terrestres. No período de transição havia vegetação colossal, no secundário
répteis monstruosos, no terciário surgiram os gigantescos mamíferos, tais como,
elefantes, rinocerontes, hipopótamos, paleotérios, dinotérios, mastodontes,
mamutes, etc. São desse período os pássaros e a maioria dos animais atuais.
Algumas dessas espécies sobreviveram aos cataclismos
posteriores. Outras, compostas de animais antediluvianos, desapareceram ou
foram substituídas por espécies menos pesadas e menos maciças.
Período diluviano
Caracterizou-se pela ocorrência de dilúvio universal, onde uma
imensidade de espécies foram destruídas, as águas invadindo continentes e
arrastando terras e rochedos, derrubando florestas seculares, formando
depósitos denominados terrenos diluvianos. Deslocaram rochedos de granito das
montanhas por centenas de Kms., fazendo surgir nas planícies os blocos
erráticos, surgindo também os aerólitos. Ocorreu nessa época o súbito
congelamento dos polos, atestado pela descoberta de elefantes e mamutes
congelados; caso o fenômeno tivesse sido gradual, tais animais teriam tido
tempo de se retirarem para regiões mais quentes.
Supõe-se que tal cataclismo foi causado por uma brusca mudança
de inclinação do eixo da Terra, fazendo com que as águas se projetassem sobre
as terras; alguns animais, tentando escapar da fúria das águas, ocuparam
cavernas e fendas em lugares altos, onde sucumbiram entredevorando-se ou
afogados, ocasionando grandes quantidades de ossadas chamadas brechas ou
cavernas ossosas.
Período pós-diluviano ou atual - Nascimento do homem.
Após restabelecido o equilíbrio - com a superfície mais
estável, o ar mais puro, o Sol espargindo um calor mais vivificador - ressurgiu
a vida vegetal proporcionando alimentação mais suculenta aos animais, menos
ferozes e mais sociáveis, de órgãos mais delicados. "Apareceu então o
homem, último ser da criação, aquele cuja inteligência concorreria, dali em
diante, para o progresso geral, progredindo ele próprio".
Não foram encontrados vestígios humanos nas camadas dos
períodos primário e secundário, tanto que naqueles períodos não havia para o
homem condições de vitalidade. Também não se encontrou seus vestígios no
período antediluviano, pelo que se considera como característico da presença do
homem o período pós-diluviano.
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Stella Maris, BA, Brasil
domingo, 3 de maio de 2015
PROGRAMAÇÃO SEMANAL DAS ATIVIDADES DA ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ
* DOMINGO
- Atendimento Fraterno 15:00 às 15:45
- Passe Individual 15:00 às 16:00
- Doutrinária 16:00 às 17:00
* SEGUNDA
FEIRA
- ESDE I 19:30 às 21:00
- Passe de Energização 20:00 às 21:00
- Requalificação dos Participantes das Mediúnicas 20:00 às
21:00
* TERÇA
FEIRA
- Passe de Energização 08:00 às 09:00
- Meditação 20:00 às 21:00
* QUARTA
FEIRA
- Triagem Tratamento Irmã Arminda 15:00 às 17:00
- Atendimento Fraterno 15:00 às 15:45
- Passe Individual 15:00 às 15:45
- Doutrinária 16:00 às 17:00
- II Curso do Estudo e Educação Mediúnica 19:30 às 21:00
- Mediúnica 20:00 às 21 (Atividade Interna)
* QUINTA FEIRA
- Meditação 08:00 às 09:00
- Atendimento Fraterno 19:00 às 19:45
- Passe Individual 19:00 às 19:45
- Doutrinária 20:00 às 21:00
- Triagem Tratamento de Irmã Arminda
* SEXTA
FEIRA
- Atendimento Fraterno 19:00 às 19:45
- Estudo do Evangelho Segundo Espiritismo 20:00 às 21:00
*SÁBADO
- Evangelização Crianças e Adolescentes 09:00 às 10:30
- Mediúnica (15 em 15 dias) 16:30 às 18:00 (Atividade Interna)
- Evangelho do Centro (15 em 15 dias)
*
Observações:
1) ESDE = Estudo Sistemático da Doutrina Espírita
ESDE I = Inicialização na Doutrina, ESDE II = Aprofundamento
na Doutrina;
2) O PASSE DE ENERGIZAÇÃO só acontece de 15 em 15;
3) O TRATAMENTO DE IRMÃ ARMINDA, só acontece na ultima quarta
feira do mês;
4) O primeiro passo para uma pessoa que ingressa no Centro
Espírita é procurar um Atendimento Fraterno, para conhecer como funcionam as
atividades;
PASSE DE ENERGIZAÇÃO MAIO - DIAS O4 E 05/05/2015 - 18 E 19/05/2015
LEMBRAMOS A TODOS QUE O TRATAMENTO ESPIRITUAL - PASSE DE ENERGIZAÇÃO, REALIZADO DE QUINZE EM QUINZE DIAS, PELA ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO, SERÁ NOS DIAS 04/05( SEGUNDA FEIRA) 20:00 , DIA 05/05 (TERÇA FEIRA) 08:00, 18/05 (SEGUNDA FEIRA) 20:00 E 19/05 (TERÇA FEIRA) 08:00.
IMPORTANTE LEMBRAR A CHEGADA AO CENTRO MEIA HORA ANTES E ALIMENTAÇÃO LEVE DURANTE O DIA DO TRATAMENTO.
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Local:
Stella Maris, BA, Brasil
domingo, 19 de abril de 2015
O QUE É ATENDIMENTO FRATERNO NO CENTRO ESPÍRITA ?
O Atendimento Fraterno é a concretização da recomendação da Federação Espírita Brasileira, fundamentada no Evangelho, objetivando assistência individualizada aos que sofrem, através do diálogo espontâneo, confidencial e privativo.
Em sendo o Espiritismo uma
doutrina possuidora de respostas elucidativas para as questões desafiadoras da
vida, de instrumentos práticos capazes de ajudar aos que sofrem desde que,
honestamente, queiram ajudar- se e ser ajudados, é natural que um número
crescente de pessoas busquem - no com o propósito de solucionar seus problemas
e dificuldades existenciais. Segundo a FEB — Federação Espírita Brasileira ,
“o Centro Espírita deve criar condições para um eficiente atendimento a todos
os que o procuram com o propósito de obter esclarecimento, orientação, ajuda ou
consolação.”
Trata-se de atividade também
conhecida no Movimento Espírita, como “entrevista”, não devendo ser confundida
com as técnicas conhecidas como “relações de ajuda”, embora o conhecimento
dessas técnicas, e de outras das áreas da Psicologia ou da Comunicação, possa
facilitar o trabalho de quem se dedica a tão nobre labor.
Fonte: LIVRO ATENDIMENTO FRATERNO
PSICOGRAFADO POR DIVALDO PEREIRA FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO MANOEL PHILOMENO
DE MIRANDA.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
TEXTO DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, QUINTA FEIRA (09/04/2015) AS 20:00 - OITAVA PARTE DO LIVRO: AMOR IMBATÍVEL AMOR, Joana de Angelis por Divaldo Franco Palestrante: Amanda Burgos
OITAVA PARTE
83. 83 35 QUEDA E ASCENSÃO PSICOLÓGICA
Na base de inúmeras perturbações emocionais são encontradas a culpa e a vergonha. A culpa procede de uma peculiar sensação de estar-se realizando algo que está errado e de como esse comportamento afeta as demais pessoas. Esse sentimento proporciona uma correlação entre a capacidade de agir correta ou erradamente. O ato de haver-se equivocado, sem uma estrutura equilibrada do ego em relação ao corpo, produz uma distonia que gera sentimentos profundos de amargura e desajuste emocional. Ao livre-arbítrio cabe o mister de examinar e discernir o que se deve e se pode fazer, daquilo que se pode mas não se deve, ou se deve, porém não se pode realizar. Ao errar, atormenta-se todo aquele que não possui resistências psicológicas para considerar a própria fragilidade, dispondo-se a novo cometimento reparador. Quando o ego é saudável, enfrenta a situação do erro com naturalidade, porque compreende que os conceitos certo e errado são abstratos, cabendo- lhe discernir o que é de melhores resultados para si e para os outros, portanto, permitindo-se o direito de errar e impondo-se o dever de corrigir. Qualquer relacionamento humano é estabelecido dentro das diretrizes do prazer e das compensações emocionais que proporciona. Quando a culpa se apresenta, essa estrutura se fraciona, alterando a conduta do indivíduo. No sentimento de culpa apresenta-se um elemento conflitivo que é o ressentimento daquele que erra em relação ao outro a quem feriu, facultando, não raro, uma situação recíproca. Nos relacionamentos afetivos próximos, o sentimento de culpa é devastador, porque gera ambivalência de conduta: um pai ou mãe que se comporta sob sentimento de culpa em relação a um filho, mantém ressentimento desse filho que, por sua vez, responde com o mesmo sentimento em relação ao genitor, e culpa-se por essa atitude, que lhe parece incorreta. Esse tormento alastra-se no campo emocional, tornando a situação cada vez mais embaraçosa, porque a culpa faz-se maior. Invariavelmente, no ódio, no ressentimento, no ciúme, o paciente se sente aprisionado no agente da sua reação, por sentimento de culpa, que procura dissimular através de acusações contínuas em relação ao outro. Quando se está sujeito a um julgamento moral, o conceito emocional que envolve a culpa apresenta-se. Quando esse julgamento é oposto, portanto, negativo, a culpa toma vulto. Por outro lado, se é positivo, tem-se a sensação de encontrar-se sempre certo, o que é perigoso, já que o erro faz parte do processo de aprendizagem e de crescimento intelectual e moral. E graças ao conhecimento que esse sentimento se desenvolve. Desde a infância, o ser é orientado a descobrir o que é certo e o que é errado, de forma que possa sempre agir acertadamente, assim amadurecendo os conceitos morais, conforme o bem ou o mal que deles decorram em relação a si mesmo como ao seu próximo. Obrigada a participar do drama da vida, a criança é induzida a agir de forma sempre correta, conforme o padrão do seu meio ambiente, os valores éticos, as pressões existentes. Será esse comportamento que dará lugar ao 84. 84 senso de responsabilidade. Entretanto, a ação da responsabilidade pode dar- se sem se fazer acompanhar do sentimento de culpa, somente porque se haja equivocado, considerando-se as imensas possibilidades de recuperação. Toda vez que alguém com sentimento de culpa julga a própria conduta, se constata que os seus sentimentos se apresentam negativos, prejudiciais, sente vergonha dos mesmos e procura suprimi-los, amargurando-se por estar a vivenciá-los, mesmo que sem consciência, auto condenando-se. Com o acúmulo de conflitos e o represamento dos sentimentos, perde a capacidade de discernimento para saber como agir com correção. Nesse estado a auto-aceitação desaparece, dando lugar à repulsa por si mesmo, abrindo espaço para a tristeza, o medo e outros sentimentos perceptuais, que são identificados pelo ego. A vergonha, de algum modo, está mais vinculada às funções do corpo, quando não decorre dos atos morais. A herança antropológica permanece com destaque em muitas funções orgânicas, tais a alimentação e a eliminação, a aparência física, os movimentos... Normalmente são associados à conduta animal, quando grotescos ou vulgares. Torna-se indispensável que a educação contribua com orientação adequada, de modo a definir-se um comportamento saudável, que evite as associações depreciativas. Não obstante, a sociedade não se estruturaria, se não existissem esses sentimentos de culpa e de vergonha que, de alguma forma, funcionam como árbitro de muitas ações, contribuindo para o despertar do discernimento.
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Stella Maris, BA, Brasil
terça-feira, 24 de março de 2015
EVANGELIZAÇÃO DA ESCOLA DA DOUTRINA ESPÍRITA CAMINHO DA LUZ - SÁBADO 09 às 10:30
VENHA PRATICAR A MEDITAÇÃO ...
Meditação
Guiada (Meditação do Som para o Silêncio)
Benefícios
da Meditação:
A
prática de meditação tem muitos benefícios para a saúde física, mental,
emocional e espiritual. Muitos destes benefícios já foram comprovados por
estudos científicos.
Hoje
a meditação faz parte da vida de milhares de pessoas no mundo todo, inclusive
empresas, hospitais e até escolas introduziram a prática na sua rotina diária.
Vou
listar alguns benefícios da meditação para você:
-
Diminui dores crônicas, e a sensibilidade a dor;
-
Combate a Hipertensão arterial;
-
Combate a Ansiedade, Depressão e Estresse;
-
Melhora a qualidade do sono (no combate a insônia);
-
Diminui TPM, Sintomas da Menopausa e Alterações Hormonais;
-
Dores de Cabeça, Enxaqueca e Labirintite;
-
Resiliência;
-
Equilíbrio Emocional;
-
Mais Harmonia nos Relacionamentos;
-
Melhora a Concentração;
-
Melhora até mesmo o funcionamento do Intestino.
Com
certeza, todos estes benefícios da meditação são bons motivos para você começar
a praticar agora mesmo.
Benefícios
da Meditação - Programa Globo Repórter
“Pesquisadores
acreditam que meditar é um ótimo remédio para a vida.”
Segundo
o neurologista do Hospital Albert Einstein, João Radvany, a prática de
meditação tem muitos benefícios, entre eles: imunológicos, neurológicos,
cardiovasculares e psiquiátricos.
Já
para Elisa Kozasa, pesquisadora Instituto do Cérebro/Einstein, em entrevista
para o mesmo programa afirma que o "grande ganho é aprender a relaxar e ao
mesmo tempo manter a atenção", e ainda ser capaz de melhorar o desempenho
em nossas atividades diárias.
FONTE:
WWW.FELIZCOMVOCE.COM.BR
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segunda-feira, 23 de março de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DO DIA 25/03/15 (QUARTA FEIRA) "BONDADE", DO LIVRO Ave Luz (psicografado por João Nunes Maia) pelo Espírito Shaolim."" - EXPOSITOR: Humberto Vasconcelos
BONDADE
Judas Tadeu, de certo modo, era
um homem viajado. Conhecia muitos lugares. Quando rapazinho, de uns quatorze
para quinze anos, acompanhou seus tios a uma excursão que se tornou
inesquecível para ele. Saíram de Magdala, onde moravam os tios, foram margeando
o Rio Jordão até Jericó. Daí a Betânia, Jerusalém, Emaús, Lida, chegando ao fim
da linha, que é o porto de Jope, no Grande Mar Mediterrâneo. Tadeu, pelos anos
que tinha, não deveria ter o corpo que possuía. Era exagerado no tamanho. O
porto, para ele, significava um encanto. Teve a oportunidade de ver embarcações
de outros países e pessoas com diferentes costumes, vendendo e comprando
objetos que ele nunca sonhara existir. Mulheres de outras terras, de formosura
incomparável, vestimentas diferentes e linguagem que ele ignorava. Os
estrangeiros mais freqüentes eram os gregos e os romanos. Os tios de Tadeu
ficaram em uma estalagem muito sua conhecida, pelo ramo de comércio que
exploravam, mas Tadeu parava pouco na pensão, aproveitando o que Jope oferecia
de estranho, para se divertir.
Em uma certa hora de distração
pelas ruas de Jope, depara com um velho que estava bem posto em roupagem
oriental. Pelo seu aspecto, notava-se sua posição como mago. O ancião olha para
o rapagão e acena a mão, com suavidade. Tadeu, curioso, aproxima-se do mago e
diz:
— Senhor,
que queres de mim?
O homem indica uma cabana e pede
para segui-lo. O jovem, meio temeroso e assustado entra em uma nave
improvisada. O ancião desliza uma cortina como porta e acomoda-se em um coxim
de sedas coloridas. O menino assenta-se acanhado, olhando para o senhor.
Pergunta o seu nome. O velho, delicado, responde:
— Meu
filho, o meu nome é Basílio. Tenho noventa e oito anos e nunca me esqueço do
amor de Deus para com as criaturas. Não sei como vais receber-me na posição em
que me encontro e, pelo que vou falar-te, diante da pouca idade, que tens. No
entanto, é meu dever te revelar algo que a vida guarda para o teu coração.
O menino entendeu mais ou menos,
pois freqüentava as sinagogas e ouvia falar muito dos destinos das pessoas e
das coisas, de Deus, dos profetas e dos anjos.
Tudo passou rapidamente pela sua
cabeça infantil. O homem, sereno, descobre em sua frente um volume que brilhava
mais na claridade. Era um cristal muito polido e bonito. Tadeu nunca tinha
visto antes uma beleza daquela. O mago fita seus olhos lúcidos em Tadeu, e fala
com sabedoria:
— Meu
filho, te chamei porque, de longe, vi em volta da tua cabeça uma promessa para
o teu futuro, coisa difícil de explicar por palavras. A minha posição me
obrigou a te revelar algo de bom para o teu coração, mesmo se isso te custar a
própria vida.
Fechando os olhos, pôs as mãos
bem devagar por sobre a pedra, fala algumas palavras estranhas e o menino vê,
assustado, desenrolar-se a vida de uma pessoa desde o nascimento, em uma
estrebaria, até a morte, pendurado no madeiro, em um monte. Depois de assistir
a todo o drama, o velho Basílio pondera com tristeza.
— Meu
filho, viste tudo? Pois tu és um desses que vai acompanhar esse Mestre. Ele vai
te chamar para Seu apostolado. Ele é a luz do mundo que veio nos salvar. Ele é
o Cristo anunciado pelos antigos profetas. Podemos chamá-Lo de Pai na ausência
de Deus, se é que sentimos a Sua ausência de vez em quando.
O rapaz, movido pelos sentimentos
de bondade, chora quase aos soluços, e o velho Basílio acrescenta:
— Chora,
meu filho, chora, para que essa advertência não saia da tua mente, e quando
encontrares esse personagem divino, acompanha-0 em todos os Seus acertos e
sejas portador da Sua voz, para que os homens entendam esse homem. É o homem do
amor.
Tornou a cobrir a pedra com
delicadeza. Serviu um doce de figo para o menino, pegou sua mão e saiu de novo
pela rua, dizendo:
— Queres
ouvir um conselho, Tadeu?
— Sim,
senhor, quero. Quero ouvir muito do senhor.
— Então
não digas nada do que viste e ouviste de mim, porque a vida tem segredos
dispensados a poucos e que exigem silêncio aos ouvidos de muitos.
Dá um sorriso e termina:
— Vai,
meu filho, vai à procura dos teus, que já devem se encontrar impacientes com a
tua demora. Vai, Tadeu.
Por um impulso do coração Tadeu
tomou as mãos do reverendo ancião e beijou-as com ternura, dizendo ao mago:
— Deus
te pague, meu velho.
E saiu correndo para a estalagem
onde estavam os tios. No meio do caminho é que se lembrou de que não havia
falado o seu nome ao velho. “E como ele me chamou pelo nome?” Mas logo isso
passou, porque as crianças se distraem facilmente. E encontrou-se com os
parentes, na porta da casa, já aflitos.
Passam-se os anos... Tadeu nunca
se esquecera do velho Basílio, mas como o que ouvira dele era segredo, somente
ele próprio desfrutava das lembranças da palavra do mago de Jope. No dia em que
encontrou Jesus reconheceu o mesmo personagem da bola de cristal. Acendeu-se em
seu coração a maior certeza da imortalidade da vida e do desempenho da missão
de Cristo na Terra.
Tadeu pensava muito na Bondade.
Achava essa virtude uma segurança para os sofredores. Nos caminhos da verdade,
ele já havia encontrado muita gente possuidora desse clima de Deus no coração.
Na igreja dos pescadores, João,
irmão de Tiago, filho de Zebedeu, apruma o corpo e a mente para Deus e ora com
simplicidade e amor. Judas Tadeu, acompanhando a oração do companheiro, sente,
naquela noite, a obrigação de perguntar alguma coisa ao Senhor. Obedecendo à
inspiração, indaga:
— Mestre,
pelo pouco que faço não cabe a mim tomar o teu precioso tempo com perguntas que
podem não ser ideais. Mas ficaria agradecido se pudesses responder-me acerca do
que é a Bondade e qual a sua ação benfeitora na Terra.
O Nazareno, tranqüilo, responde
com alegria:
— Judas
Tadeu, a Bondade é uma marca de Deus em nossos corações. O homem bom sempre
sabe de onde veio a sua Bondade e o que fazer para conservá-la. Essa virtude é
uma das cordas do grande instrumento da vida, é uma das cordas do amor. Se queres
irradiar uma melodia perfeita da vida que levas, deves afinar todas as cordas
sonoras da alma, para que os dedos de Deus toquem em teu favor. A Bondade é,
sem dúvida, um princípio da escrita divina em nós, que nos leva à procura de
outras da mesma linha. Contudo, o senso de equilíbrio nos leva a disciplinar
essa disposição inspirada pela caridade. A Bondade não pode querer suprir as
deficiências que somente o trabalho pode fazer, ou a dor que desperta, ou a
corrigenda que conscientiza as pessoas. Quem chega ao ponto de conciliar a
Bondade com a justiça, faz muitos prodígios na arte de educar as criaturas e,
ao invés, como pensas, de afastar as pessoas, elas sentirão, mais tarde, a
eficiência de mestre daqueles que andam sempre no fio da balança divina, dando
o que devem dar, na hora certa; tirando o que devem tirar, no momento exato.
Houve silêncio no salão. Muitos
dos discípulos andavam exagerando nos serviços de assistência. A Bondade, em
certos casos, estava virando fanatismo, que logo pode passar a ser conivência
com certo tipo de vida contrária à moralidade e avessa à lei do trabalho. Jesus
volta a dissertar;
— Nós,
meus filhos, temos muitas coisas que poderemos destinar aos outros, sem
envernizá-las com mesquinhos interesses. Todavia, mesmo que o desprendimento
acompanhe as dádivas, a sabedoria e o amor nos asseguram que deveremos vigiar o
que vamos entregar aos nossos semelhantes e a quem vamos dar. A bondade, no
lugar certo, é luz que se acende nas trevas, mas onde não chegou a hora, pode
ser incentivo para a miséria da alma. Já pensaste em te condoeres dos insetos
de todas as espécies que vivem ao léu, nos campos, e levá-los para dentro de
casa? Dos animais que, por vezes, estão enfermos? Dos mendigos que encontrais
pelas mas e estradas, levá-los para o vosso convívio, dos doentes, ou dos
assassinos ou leprosos, ou dos inconscientes às leis do país? Pois essa seria
uma Bondade que se tornaria um distúrbio muito grande, de modo a impedir que
alcanceis a vossa paz no lar e na consciência. É muito grandioso ser bom, mas é
muito melhor saber ser bom pelas linhas da fraternidade e da razão objetiva.
Não estou querendo que esmoreçais na aquisição dessa virtude iluminada por
excelência, porém que aprendais a dignificar a Deus, pela inteligência que ele
vos deu, amparada pelos sentimentos. É bom que não passeis para nenhum dos
extremos da sabedoria e do amor, porque nas margens sempre encontrareis
desequilíbrios. No centro das correntezas dos rios, as águas são mais puras.
Após ligeira pausa, Jesus
prosseguiu:
— Tadeu, se encontraste muita
Bondade nos teus caminhos, e estas facilitaram o teu bom desempenho, sê grato
aos teus benfeitores, não com palavras, pois nem sempre eles podem ouvir, mas
sendo bom na mesma temperatura da Bondade que recebeste. Fica sabendo que toda
virtude desordenada é ninho de serpentes para o futuro. Por isso é que meu Pai
que está nos céus me enviou a vós, para que fundásseis na Terra um educandário
onde podereis, com a ajuda da Boa Nova que vos trago da parte d’Ele, equilibrar
as vossas emoções e enobrecer as vossas idéias. Controlar os pensamentos e
iluminar a fala. Todas as virtudes que ensinamos já são largamente conhecidas
na Terra, pois os profetas e os sábios as espalharam por toda a parte. Mas a
Boa Nova de Deus é o educador comum que propicia, com mais amplitude,
disciplina para todas as virtudes. Havereis de dar graças a Deus, mesmo que
entregueis a vida como semente de luz para esplender nos corações, pelo sangue
que derramastes, o interesse maior, de viver, mas de viver bem.
Quero e espero que todos vivais
pela Bondade. Não obstante, que essa Bondade não ultrapasse as divisas do seu
município, evitando perturbar a capital do coração e o comando da inteligência.
Notava-se um leve perfume no
salão, aroma já familiar a todos os presentes. Todos dão graças a Deus pela
manifestação de luz naquele ambiente de paz. Judas Tadeu procura sair,
lembrando os seus exercícios de Bondade, para ver se algum deles não tomou rumo
diferente.
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Stella Maris, BA, Brasil
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