SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
Redirecionamento
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
LEMBRANDO PASSE DE ENERGIZAÇÃO
DIA 26/01 (TERÇA FEIRA) - 08:00
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
sábado, 12 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE DOMINGO, 13/12, AS 16:00 - DIANTE DO SENHOR DO LIVRO FONTE VIVA - PALESTRANTE: WELLINGTON BALBO
48 -
Diante do Senhor
"Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra." - Jesus. (João, 8:43).
A linguagem do Cristo sempre se afigurou a muitos aprendizes indecifrável e estranha.
Fazer todo o bem possível, ainda quando os males sejam crescentes e numerosos.
Emprestar sem exigir retribuição.
Desculpar incessantemente.
Amar os próprios adversários.
Ajudar aos caluniadores e aos maus.
Muita gente escuta a Boa Nova, mas não lhe penetra os ensinamentos.
Isso ocorre a muitos seguidores do Evangelho, porque se utilizam da força mental em outros setores.
Crêem vagamente no socorro celeste, nas horas de amargura, mostrando, porém, absoluto desinteresse ante o estudo e ante a aplicação das leis divinas.
A preocupação da posse lhes absorve a existência.
Reclamam o ouro do solo, o pão do celeiro, o linho usável, o equilíbrio
da carne, o prazer dos sentidos e a consideração social, com tamanha
volúpia que não se recordam da posição de simples usufrutuários do mundo em que se encontram, e nunca refletem na transitoriedade de
todos os patrimônios materiais, cuja função única é a de lhes proporcionar adequado clima ao trabalho na caridade e na luz, para engrandecimento do espírito eterno.
Registram os chamamentos do Cristo, todavia, algemam
furiosamente a atenção aos apelos da vida primária.
Percebem, mas não ouvem.
Informam-se, mas não entendem.
Nesse campo de contradições, temos sempre espeitáveis
personalidades humanas e, por vezes, admiráveis amigos.
Conservam no coração enormes potenciais de bondade, contudo, a mente deles vive empenhada no jogo das formas perecíveis.
São preciosas estações de serviço aproveitável, com o equipamento, porém, ocupado em atividades mais ou menos inúteis.
Não nos esqueçamos, pois, de que é sempre fácil assinalar a linguagem do Senhor, mas é preciso apresentar-lhe o coração vazio de resíduos da Terra, para receber-lhe, em espírito e verdade, a palavra divina.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
"Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra." - Jesus. (João, 8:43).
A linguagem do Cristo sempre se afigurou a muitos aprendizes indecifrável e estranha.
Fazer todo o bem possível, ainda quando os males sejam crescentes e numerosos.
Emprestar sem exigir retribuição.
Desculpar incessantemente.
Amar os próprios adversários.
Ajudar aos caluniadores e aos maus.
Muita gente escuta a Boa Nova, mas não lhe penetra os ensinamentos.
Isso ocorre a muitos seguidores do Evangelho, porque se utilizam da força mental em outros setores.
Crêem vagamente no socorro celeste, nas horas de amargura, mostrando, porém, absoluto desinteresse ante o estudo e ante a aplicação das leis divinas.
A preocupação da posse lhes absorve a existência.
Reclamam o ouro do solo, o pão do celeiro, o linho usável, o equilíbrio
da carne, o prazer dos sentidos e a consideração social, com tamanha
volúpia que não se recordam da posição de simples usufrutuários do mundo em que se encontram, e nunca refletem na transitoriedade de
todos os patrimônios materiais, cuja função única é a de lhes proporcionar adequado clima ao trabalho na caridade e na luz, para engrandecimento do espírito eterno.
Registram os chamamentos do Cristo, todavia, algemam
furiosamente a atenção aos apelos da vida primária.
Percebem, mas não ouvem.
Informam-se, mas não entendem.
Nesse campo de contradições, temos sempre espeitáveis
personalidades humanas e, por vezes, admiráveis amigos.
Conservam no coração enormes potenciais de bondade, contudo, a mente deles vive empenhada no jogo das formas perecíveis.
São preciosas estações de serviço aproveitável, com o equipamento, porém, ocupado em atividades mais ou menos inúteis.
Não nos esqueçamos, pois, de que é sempre fácil assinalar a linguagem do Senhor, mas é preciso apresentar-lhe o coração vazio de resíduos da Terra, para receber-lhe, em espírito e verdade, a palavra divina.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE 10/12 - QUINTA FEIRA - 20:00 - A HUMANIZAÇÃO, CAP. 25 DO LIVRO PERISPÍRITO E SUAS MODELAÇÕES -Luiz Gonzaga Pinheiro - PALESTRANTE: EMILSON PIAU
CAPÍTULO 25
A HUMANIZAÇÃO
"Aos que desejarem
religiosamente conhecer e se mostrarem humildes perante Deus, direi,
rogando-lhes, todavia, que nenhum sistema prematuro baseiem nas minhas
palavras, o seguinte: o Espírito não chega a receber a iluminação divina, que
lhe dá, simultaneamente com o livre-arbítrio e a consciência, a noção dos seus
altos destinos, sem haver passado pela série divinamente fatal dos seres
inferiores, entre os quais se elabora lentamente a obra de sua
individualização. Unicamente a datar do dia em que o Senhor lhe imprime na
fronte o seu tipo augusto, o Espírito toma lugar no seio das humanidades."
A Gênese - Allan Kardec (cap. VI - item
19)
O LIVRE-ARBÍTRIO — O homem tem o
livre-arbítrio dos seus atos? — Visto que ele tem a liberdade de pensar, tem a
de agir. Sem livre-arbítrio o homem seria uma maquinei. = O Livro dos Espíritos
- Allan Kardec = (pergunta 843)
Com a humanização do princípio
inteligente, agora chamado Espírito, este passa a agir conforme o seu
livre-arbítrio, ou seja, escolherá seus caminhos e se responsabilizará por seus
sucessos e fracassos, o que determinará em seu perispírito, uma harmonização
anatômico-fisiológica no primeiro caso, ou uma deformação no segundo.
Conquistada a forma hominal, cabe ao Espírito preservá-la em constante
progresso, pois ele será o modelador do seu corpo através dos comandos mentais.
Possuindo a faculdade de análise e discernimento, pode decidir pelo que foi
planejado, alojando as conseqüências de sua decisão na intimidade
perispirítica, a qual reagirá favoravelmente pelos frutos da ação executada
quando esta for concorde com o bem, ou de maneira oposta, quando contrariar os
princípios de justiça e de amor. Jamais poderemos dizer que a opção pelo mal se
dá por efeito de pressões biológicas e ou psíquicas herdadas; ou atuantes no
corpo como resultado da interação com o meio; tão pouco por coação dos fatores
sociais, político econômicos, morais ou amorais vigentes. Podemos dizer que o
Espírito geralmente: traz tendências, e que colocado em meio agressivo,
submetido as pressões: tentações comuns nos mundos inferiores, é senhor para
ceder ou impor resistência a esses fatores, resultando daí, que ele jamais será
produto exclusivo do meio, vez que, pesa, mede e decide por si próprio o que
deverá ser feito. Mesmo nas primeiras encarnações, quando ainda não solidificou
a noção justiça ou de injustiça, o livre-arbítrio é guiado pela intuição das
leis divinas gravadas na consciência de cada ser; isto é suficiente para
responsabilizá-lo, air que em grau compatível com os seus conhecimentos e
aquisições, pelos seus at no que se infere, que a responsabilidade tem
dimensões inerentes ao progresso Espírito. É pelo uso do livre-arbítrio que o
perispírito humano atingirá mais rapidamente sua natureza diáfana ou opaca,
fixando nele, seu roteiro de dores ou alegrias futuro num determinismo por ele
imposto. Sabe-se que livre-arbítrio e determinismo coabitam com a alma,
forjando o destino sempre mutante, a depender das decisões do Espírito. Deus
impôs ao homem um destino pré-fixado que consiste na perfeição.' entanto o
deixou livre na escolha dos caminhos para o aperfeiçoamento. Nisso forma toda
infinita variedade de rumos, vielas, travessas, destinos, naufrágio escaladas
alternativas para atingir o mesmo objetivo. Aqueles que, portando o mapa do
caminho mais curto onde o lírio flores adentram-se em atalhos pedregosos sem o
seguro abrigo da fé ativa, perdendo nos pantanais umbralinos, o fazem por livre
vontade, no que devem arcar com conseqüências da escolha. O Espírito é,
portanto, senhor do seu destino; criador de suas dificuldade construtor dos
seus infortúnios e bem aventuranças; modelador do seu perispírito usando a
argamassa que o livre-arbítrio lhe permite. Os méritos e deméritos de bom ou
mau artesão, no que resulta a delicadeza dos contornos da sua obra mediocridade
conjuntural apresentada, ou ainda as deformidades degradantes que é portador,
apresentando ulcerado ou fistuloso aquilo que deveria zelar com mais belo,
aperfeiçoado e luzente, são de sua inteira responsabilidade.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, TERÇA FEIRA, 08/12, AS 20:00 - VOCÊ É O JARDINEIRO DA SUA VIDA DO LIVRO MINUTOS COM CHICO XAVIER - PALESTRANTE: ANTONIO JOSÉ

Cada criatura viverá daquilo que cultiva.
Quem se oferece diariamente à tristeza, nela se movimentará; quem enaltece a enfermidade, sofrer-lhe-á o dano.
Você já pensou que é o jardineiro da própria vida ?
Que colhemos as flores e os espinhos que cultivamos?
Que todas as emoções e sentimentos cultivados acabarão germinando na estrada de nossa vida ?
Queremos saber do nosso futuro ?
Vejamos as sementes que estamos jogando em nosso caminho de agora.
Ninguém precisa ir a cartomantes ou adivinhos.
Basta examinarmos a própria consciência e conferirmos onde nossos passos estão nos levando.
Que temos feito de bom ? No que temos omitido ?
Que excessos nós estamos nos permitindo ?
Que hábitos nós temos cultivado ?
Não pergunte às cartas a respeito de seu futuro, pergunte a você mesmo.
Nossas células se alimentam e se acostumam com o teor de nossos pensamentos habituais.
Assim surgem os vícios de ordem física e moral.
Há os dependentes de álcool, há também os dependentes de tristeza.
Há os que se viciam no fumo, há também os dependentes da queixa.
Há os que se entregam às drogas, há ainda os que cultivam a maledicência.
Paremos, portanto, de cultivar os espinhos que não queremos ver no jardim de nossa casa.
Plantemos, com palavras, sentimentos e ações, somente as sementes que desejamos ver florescer em nosso caminho.
Hoje á o melhor dia para começar a poda e a plantação.
Sejamos um bom jardineiro, portanto, porque, no fundo, estaremos sempre cuidando de nosso próprio jardim.
(Minutos com Chico Xavier - José Carlos de Lucca - pág.151)
domingo, 6 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, 06/12, DOMINGO AS 16:00 - SÁBIA PROVIDÊNCIA DO LIVRO REFORMA INTIMA SEM MARTÍRIO - PALESTRANTE: OSVALNICE REGINA
5 Sábia Providência
“Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus,
precisamente, o de que necessitamos e nos basta: a voz da consciência e
as tendências instintivas. Priva-nos do que nos seria prejudicial”.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Cap. V, Item 11
A natureza nos leva ao
esquecimento do passado exatamente para aprendermos a descobrir em nosso mundo
interior as razões profundas de nossos procedimentos, através da análise dos
pendores e impulsos, interesses e atrações que formam o conjunto de nossas
reações denominadas tendências. A natureza nos presenteia com o mecanismo
natural do esquecimento para que tenhamos a mínima chance e condição de
elaborarmos essa autorreflexão, descobrirmos as motivações que sustentam nossos
vícios milenares e conseguirmos a formação de reflexos afetivos novos. Com a
presença das recordações claras sobre os acontecimentos pretéritos, a mente
estacionaria na vergonha e no remorso, no rancor e na maga, sem um
campo propício para o recomeço, estabelecendo torvelinhos de
desequilíbrio como os dramas que são narrados pelas vias psicográficas da
literatura espírita. Agenor Pereira, devotado seareiro espírita, encontrava-se
desalentando com seus progressos na melhoria espiritual. Ansiava por ser alguém
mais nobre e não cultivar sentimentos ruins ou permitir-se
impulsos que lhe oneravam consciencialmente. Fazia comparações com outros
confrades e sentia-se o pior de todos face às vitórias ou ao estado de
alegria que demonstravam frente à vida. Pensava ser o mais hipócrita dos
espíritas. Angustiava-se com a ideia de ter tanto conhecimento e
fazer tão pouco. Desanimado consigo mesmo após um momento de crise,
pediu ajuda aos bondosos guias espirituais. Ao anoitecer, fizera uma
prece de desabafo apresentando ao Pai o seu cansaço com a reforma
interior. Ao sair do corpo físico, foi levado por seu “amigo
familiar” a uma caverna escura e fétida na qual arrastavam-se diversos
sofredores no lamaçal psíquico do vício. Agenor teve um súbito desfalecimento e
foi então, por sua vez, conduzido ao Hospital Esperança. Após recuperar-se,
foi-lhe dado a oportunidade de consultar uma resumida ficha que dava notas
sobre suas vivências reencarnatórias, o que passou a ler nos seguintes
termos: “Agenor Pereira, agora reencarnado, peregrinou nas últimas seis
existências por lamentáveis falências no terreno do sexo e de infidelidade
afetiva. Somando-se o tempo, entre encarnações e desencarnações, esse
período já conta seiscentos anos de viciações, desvarios e desenlaces
prematuros. Foi retirado da caverna das viciações e amparado por equipes
socorristas no Hospital Esperança. Sua tendência prejudicou mulheres
honradas, corrompeu autoridades para aprisionar maridos traídos, deixou
crianças abandonadas em razão da destruição de suas famílias. Sua insanidade
provocou ódio e repulsa, crimes e infelicidade. Face aos elos que os unem
nos tempos, Eurípedes Barsanulfo avalizou-lhe o regresso ao corpo físico
com a condição de ser a última existência com certas concessões para o
crescimento em clima provacional educativo. Sua grande meta existencial nessa
última chance será vencer suas tendências aventureiras e imaturas. Conhecerá a
Doutrina Espírita, receberá uma companheira confidente e terá as regalias de um
lar em paz. Sua única e essencial vitória será o controle de suas impulsões
maléficas, a fim de que seja, em posteriores existências, recambiado ao
proscênio dos crimes cometidos na reedificação das almas que prejudicou”. Na
medida em que Agenor lia a ficha, imagens vivas lhe saltavam do campo
mental como se estivesse assistindo a cenas daquilo que fez. Terminada a
leitura, um imenso sentimento de paz invadiu-lhe a alma e pode perceber com
clareza que seu anseio de reforma, inspirado em “modelos de
perfeição espírita”, na verdade, estava lhe prejudicando o esforço. Estava
desejando a santificação, eis seu erro. Regressaria ao
corpo mais feliz consigo e, embora não fosse desistir de ser alguém
melhor, retiraria contra si mesmo o hábito enfermiço das cobranças
injustificáveis e ferrenhas que lhe conduziam ao desânimo e desolação. Pararia
com as comparações recheadas de baixa autoestima e buscaria operar uma
reavaliação totalmente sua, singular, única. Antes de retornar,
consultou seus instrutores sobre os motivos pelos quais havia sido levado
àquela caverna fétida. Foi então esclarecido: “Agenor, você foi retirado
daquele lugar antes do retorno ao corpo depois de mais de quarenta anos de dor.
Ali se encontra também a maioria das pessoas a quem prejudicou, presas pelo
ódio e más recordações do passado. Certamente, eles dariam tudo para terem um
cérebro a fim de esquecerem o que lhes sucedeu, por um minuto que seja”. Diante
disso, Agenor ruborizou-se e regressou imediatamente ao corpo. Pensava no
quanto a misericórdia o havia beneficiado, logo a ele que se fazia o
pivô de um processo de atrocidades! Ao despertar na vida corporal
trazia na alma um novo alento. Não guardava lembranças precisas, mas sabia-se
muito amparado. Valorizava agora seu esforço e desejava abandonar de
vez os estereótipos, fazendo o melhor de si. Amava com mais 35 –
REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO louvor o lar. Guardava na alma
a impressão de que uma “missão” o aguardava para o futuro e concentraria
esforço em manter-se íntegro nos seus ideais. Suas sensações e sentimentos são
sintetizados na fala sábia do codificador: “Pouco lhe importa saber o que
foi antes: se se vê punido, é que praticou o mal. Suas atuais
tendências más indicam o que lhe resta a corrigir em si próprio e é nisso que
deve concentrar-se toda a sua atenção, porquanto, daquilo de que se haja
corrigido completamente, nenhum traço mais conservará 12 . Que a
historieta de nosso Agenor sirva de estímulo a todos nós em transformação. Se
não conseguimos ainda eliminar certos ímpetos inferiores, mas evitamos as
atitudes que deles poderiam nascer, guardemos na alma a certeza de que estamos
no caminho do crescimento arando o terreno para uma farta semeadura
no futuro. Esperar colher sem plantar é ilusão. Não nos libertaremos dos
grilhões do pretérito somente apenas na base de contenção e disciplina,
contudo, esse pode ser um primeiro e muito precioso passo para muitos
corações. Muitos aprendizes inspirados nas proposituras espíritas equivocam-se
ostensivamente. Querem perfeição a baixo custo e entregam-se a “reforma de
metade”. Insatisfeitos com os parcos resultados de seus esforços, atiram-se a
auto avaliações impiedosas e descabidas. Terminam em desistência, através de
fugas, bem elaboradas pelas sombras dinâmicas e dotadas de “inteligência” que
residem em sua subconsciência. Sábia providência, o esquecimento do passado.
“...outorgou-nos Deus, precisamente, o de que necessitamos e nos basta: a voz
da consciência e as tendências instintivas”. Com a consciência temos o rumo
correto para aplicarmos o esforço educativo, com as tendências
instintivas, temos as boias sinalizadoras para que saibamos nos conduzir dentro
desse rumo. Em uma temos o futuro, em outra temos o passado cooperando para não
desviarmos novamente do que nos espera. Uma pálida noção do que fez Agenor em
outras vidas, nessa situação especifica, lhe fez muito bem. No entanto,
imaginemos se ele, ao regressar ao corpo, trouxesse a recordação de que sua mãe
teria sido uma dessas mulheres traídas, como se sentiria? Que seus filhos
fossem algumas daquelas crianças abandonadas pelas famílias por ele
destruídas, como reagiria? Ou então que viesse a saber que aqueles maridos
traídos estavam agora ao seu lado, dividindo as tarefas doutrinárias em
fortes crises de ciúme e ressentimento? Se lembrássemos das vivências que
esculpiram no campo mental as tendências atuais, ficaríamos certamente na
costumeira atitude defensiva, responsabilizando pessoas e situações pelas
decisões e comportamentos que adotamos. Com isso, fugiríamos mais uma vez de
averiguar com coragem nossa parcela de compromissos, nos insucessos de cada
passo, e de recriar nossas reações perante os condicionamentos. Não
sabendo a origem exata das nossas tendências, ficamos entregues a nós mesmos
sem poder culpar a ninguém, nem a nada. Temos em nós o resultado de nossas
obras, eis a lei. Quando atribuímos ao passado algo que não conhecemos
ou conseguimos compreender sobre nossas reações e escolhas, estamos nos
furtando da investigação nem sempre agradável que deveríamos proceder
para encontrar as razoes de tais sentimentos na vida presente. O que
sentimos hoje, tenha raízes no pretérito distante ou não, é do hoje e deve
ser tratado como algo que guarda uma matriz na vida presente, que precisa de
reeducação e disciplina. Assim nos pronunciamos porque muitos conhecedores da
reencarnação, a pretexto de distanciaremse da responsabilidade pessoal,
emprestam a teoria das vidas passadas uma explicação para certos impulsos
da vida presente, desejosos de criar um álibi para desonerálos das
consequências de seus atos hodiernos. É o medo de terem que olhar e
assumir para si mesmo que, venha do passado ou não, ainda sentem o
que não gostariam de sentir e querem o que gostariam de não querer. Além
disso, com essa postura, deixamos a nós mesmos uma mensagem subliminar do tipo:
“nada podemos fazer pela identificação desse impulso”, gerando
acomodação e a possibilidade de novamente falhar. Toda vivência interior
ocorre porque o nosso momento de conhecêlo é agora, do contrário não a
experimentaríamos. Para isso não se torna necessário uma regressão às vidas
anteriores na busca de recordações claras. Se pensarmos bem, vivemos imersos em
constante “regressão natural” controlada pela Sábia Providência. Via de regra,
estamos aprisionados ainda ao palco das lutas que criamos ou fruindo os
benefícios das escassas qualidades que desenvolvemos. Viver o momento é viver a
realidade. Por necessidades de controlar tudo, caminhamos para frente
ou para traz em lamentável falta de confiança na vida e em seus “Sábios
Regimentos”. A pensadora Louise L. Hay diz que o passado é passado e não
pode ser modificado. Todavia, podemos alterar nossos pensamentos em
relação ao passado . Essa a finalidade do esquecimento: alterar o que
sentimos e pensamos, sob a imensa coação dos instintos e tendências que ainda
nos inclinam a retroceder e parar no “tempo evolutivo”.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, QUINTA FEIRA , 03/12/2015 - OS FLUIDOS - NATUREZA E PROPRIEDADE DOS FLUIDOS - CAP. XIV DO LIVRO A GÊNESE - PALESTRANTE: CLAUDIO AMORIM
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA MUSICAL DE HOJE, TERÇA FEIRA - 24/11/2015 AS 20:00 - Nunca pare de sonhar Gonzaguinha - PALESTRANTE: CONVIDADO
sábado, 21 de novembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE AMANHÃ, DOMINGO, 22/11 AS 16:00 - O QUE PROCEDE DO CORAÇÃO DO LIVRO REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO - PALESTRANTE: HELENICE SANTANA
O que Procede do Coração
“Escutai e compreendei bem isso: – Não é o que
entra na boca que macula o homem; O que sai
da boca do homem é que o macula. – O que sai
da boca procede do coração e é o que torna impuro
o homem;” (S. Mateus, Capitulo XV v.11)
O Evangelho Segundo Espiritismo
Capítulo VIII – item 8
Dentre os velhos inimigos a burilar na caminhada
evolutiva, as tendências que assinalam
no nosso estágio de aprendizado
espiritual constituem fortes impulsos da
alma que desviam o ser de seu trajeto natural
na aquisição das virtudes.
Tendências são inclinações, pendores
que determinam algumas características
comportamentais da personalidade. Muitas
delas foram adquiridas em várias etapas
reencarnatórias e sedimentam o sistema
de valores, com o qual a criatura faz
suas escolhas na rotina da existência.
Entre essas inclinações, vamos encontrar
a adoração exterior como sendo hábito
profundamente arraigado na mente determinando
forte vocação para a ritualiza-
ção, o místico e a valorização de tradições
religiosas, através da qual o homem faz
seu encontro com Deus.
Muito natural que nos dias atuais as manifestações
exteriores em relação à divindade
prevaleçam na humanidade terrena,
considerando que o seu trajeto espiritual
se encontra bem mais perto da animalidade
que da angelitude.
Nesse sentido, é interessante analisar
que, mesmo nas fileiras da doutrina da
fé raciocinada, encontra-se a maioria de
seus adeptos engalfinhados em vigorosas
reminiscências que fizeram parte das
movimentações da alma nas vivências
das religiões tradicionais. Atrofiamento do
raciocínio, supervalorização dos valores
institucionais, engessamento de conceitos,
sensação de missionarismo religioso,
atitude de supremacia da verdade, idolatria
a seres “superiores”, submissão de
conveniência a líderes, relação de absolvição
ou penitência com práticas espíritas,
desvalorização de si mesmo em razão da
condição de pecador, condutas puritanas
perante a sociedade e seus costumes,
cultivo de comportamentos moralistas,
confusão entre pureza exterior e renova-
ção íntima, essas são algumas tendências
que se apresentam junto aos nossos celeiros
espirituais, remanescentes de fortes
condicionamentos psíquicos.
Semelhantes caracteres imprimiram um
padrão de práticas e conceitos no movimento
espírita que, de alguma forma, estipulam
referências a serem adotadas pelos
seus seguidores.
Com todo respeito e fraternidade, necessitamos
urgentemente a coragem de avaliar
com sinceridade as influências “éticas”
perniciosas dessas tendências no quadro
de nossas vivências espíritas. São reflexos
inevitáveis do crescimento evolutivo
que ninguém pode negar, mas daí a aceitá-las
sem quaisquer esforços de melhoria,
é conivência e pusilanimidade. Torná-
-las uma referência religiosa pela qual se
deva reconhecer o verdadeiro seguidor do
Espiritismo é uma atitude recheada de ancestralismo
e hipocrisia.
A comunidade espírita, que tantas benfeitorias
tem prestado ao mundo, carece de
uma reavaliação global em sua estrutura
no que tange à noção de comprometimento.
Convém que os líderes mais sensibili-
zados instiguem a formação da cultura da
franqueza com fraternidade e clareza, no
intuito de estabelecer uma oxigenação na
sementeira para obtenção de mais qualidade
nos frutos.
Muitos companheiros, os quais merecem
nossa compreensão, costumam disseminar
a concepção de que tudo deve correr
conforme os acontecimentos, e justificam-
-se com a frase: “se fazendo assim está
dando certo, porque mudar?” Em verdade,
o que deveríamos pensar é: se fazendo
assim estamos colhendo algo, então
quanto não colheríamos se fizéssemos
melhor, se nos abríssemos às renovações
que a hora reclama?!!!
Há uma acomodação lamentável que precisa
ser aferida. A noção espírita de comprometimento
foi acintosamente assaltada
pelas velhas tendências de conseguir
o máximo fazendo o mínimo. É a devoção
exterior, a influência marcante da personalidade
impregnada de religiosismo estéril
querendo tomar conta da cabeça e do
coração daqueles que estão sendo chamados
a novos e mais altaneiros compromissos,
na espiritualização de si mesmos
e da comunidade onde florescem.
Frágil padrão de avaliação da conduta
espírita tem tomado conta dos costumes
entre os idealistas. Enraizou-se o axioma
“espírita faz isto e não faz aquilo” que tenta
enquadrar o valor das ações em esteriótipos
de insustentável bom senso. Estereótipos,
como seria óbvio, que sofrem
as fantasias do “homem velho” habituado
a sempre rechear com facilidades os seus
caminhos em direção ao Pai, a fim de não
ter que se enfrentar e assumir a árdua batalha
contra suas ilusões enfermiças.
É assim que vamos notando uma supervalorização
em coisas, como a não adoção
de alimentação carnívora, a impropriedade
de frequentar certos ambientes sociais,
a fuga da ação política, a análise da vida
dissociada das ciências e conquistas humanas,
a interminável procura do passe
como instrumento de melhoria espiritual
ao longo de anos a fio, não chorar em velórios,
distanciamento da riqueza como se
fosse um mal em si mesma, cenho carregado
como sinônimo de responsabilidade,
silêncio tumular nos ambientes espíritas.
Se fumar, não é espírita; se separar matrimonialmente,
tem a reencarnação fracassada;
Se ingerir alcoólicos, não pode ser
considerado alguém em reforma; se for
homossexual, não pode entrar no centro,
e assim prossegue as idiossincrasias que
são estipuladas umas aqui, outras acolá.
Absolutamente não devemos desprezar
o valor de todas essas questões, quando
bem orientadas para o bom senso e a ló-
gica. Entretanto, nenhuma dessas posturas
é referência segura sobre a qualidade
de nossos sentimentos, o que parte do coração.
O que sai do coração e passa pela
boca é o critério de validação de nossa
realidade espiritual. Por ele se conhece a
verdadeira pureza, a pureza interior que é
determinada pela forma como sentimos a
vida que nos rodeia. E sobre esse assunto
temos condições de avaliar o que se pas-
sa no nosso íntimo, jamais o que “vai” no
coração do outro.
Sem dúvida alguma, a pureza exterior pode
ser um ensaio, um primeiro passo para
o ingresso definitivo da Verdade em nosso
coração. Todavia, amigos de ideal, pensemos
se não estamos passando tempo demais
na confortável zona do desculpismo,
desejosos de facilitar para a consciência
nossa noção sobre o que é “ser espírita”.
A quem muito recebeu, muito será pedido.
Em conclusão, convenhamos que há muitos
companheiros queridos do nosso ide-
ário satisfeitos com o fato de apenas evitarem
o mal, entretanto, estejamos alertas
para a única referência ética que servirá a
cada um de nós no reino da alma liberta
da vida física: fazer todo bem que pudermos
no alcance de nossas forças. Para
isso, somente trabalhando por uma intensa
metamorfose nos reinos do coração de
onde procedem todos os males.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE 19/11/2015, QUINTA FEIRA AS 20:00 -Conduta Espírita da Mulher - do Livro Conduta Espírita de André Luiz - Palestrante:Suzy Moreau
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE, QUINTA FEIRA, 12/11, AS 20:00 - CAPÍTULO XIV - OS FLUIDOS DO LIVRO GÊNESES - PALESTRANTE: ANTÔNIO JOSÉ
Capítulo XIV
Os Fluidos
I. Natureza e propriedades dos fluidos
• Elementos fluídicos. Formação e propriedades do perispírito
• Ação dos Espíritos sobre os fluidos. Criações fluídicas.
Fotografia do pensamento
• Qualidades dos fluidos
terça-feira, 10 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE HOJE - QUINTA FEIRA, 29/10, AS 20:00 - BARRABAS, PILATOS E JESUS, DO LIVRO: Pelos Caminhos de Jesus... Divaldo Franco / Amélia Rodrigues - PALESTRANTE:MANOEL MESSIAS
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