SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
Redirecionamento
segunda-feira, 25 de maio de 2015
sábado, 23 de maio de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE DOMINGO - 24/05 - AS 16:00 - CONSCIÊNCIA DE SI INTRODUÇÃO DO LIVRO:REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO PELO ESPÍRITO Sra.Ermance Dufaux- Palestrante: Marco Antônio Pinto
INTRODUÇÃO
Consciência
de Si
“Em princípio, o homem que se
exalça, que ergue uma estátua à sua própria virtude, anula, por esse simples
fato, todo mérito real que possa ter. Entretanto, que direi daquele cujo único
valor consiste em parecer o que não é? Admito de boa mente que o Homem que
pratica bem experimenta uma satisfação íntima em seu coração; mas, desde que
tal satisfação se exteriorize, para colher elogios, degenera em amor-próprio.”
François-Nicolas-Madeleine.(Paris, 1863.)
O Evangelho Segundo Espiritismo
Capítulo XVII- ítem 8 Estudioso discípulo do Espiritismo propôs-nos a seguinte Indagação:
que revelações novas teriam os amigos espirituais em favor do aperfeiçoamento
interior nessa hora de tantas na humanidade? Em resposta a seu pedido sincero
de aprender exaremos os textos aqui discorridos. Não constituem novidades, e
sim um enfoque prático para velhas questões morais que absorvem quantos anseiam
pela melhoria de si mesmos.
Nossa proposta é apresentar
algumas “ideias-chave” com fins de meditação e auto aferição, ou ainda para
estudos em grupos que anseiam por buscar respostas sobre as intrigantes questões
da vida interior. Se não entendermos realmente a razão de nossas atitudes, não
reuniremos condições indispensáveis para o serviço renovador de nós próprios.
A capacidade de administrar o
mundo objetivo torna-se cada dia mais precisa e rica de tecnologia para melhor eficácia
nos resultados, todavia, a inabilidade na gerência do mundo íntimo é
comprovada, a todo instante, pelos atestados de descontrole e insatisfação que
o homem tem demonstrado em sua vida pessoal. Homens vencedores edificam pontes
maravilhosas que se tornam cartões postais no mundo inteiro, porém, nem sempre
dominam a arte de construir um singelo fio de atenção que possa estabelecer uma
ponte entre ele e seu próximo, diminuindo a distância que os separa.
Cirurgiões habilidosos transplantam
órgão sensíveis com precisão e controle nos dedos, no entanto, constantemente desequilibra-se
quando pequeno talher escapa das singelas mãos de seu rebento, gerando
perturbação e mal-estar na prole.
Se o cerne da proposta educativa
do Espiritismo é a melhoria espiritual pela reforma íntima, essa, por sua vez, tem,
por objetivo elementar, libertar a consciência dos grilhões do ego para que
possa brilhar com exuberância, sem as sombras que teimam em ofuscar-lhe.
Travamos, ao iniciar a renovação de nós mesmos, uma batalha entre o ego e consciência
do self definitivo e glorioso.
Reforma íntima! Eis o tema
predileto dos adeptos do Espiritismo no vastíssimo repositório dos assuntos
elevados que nos desafiam o entendimento sob a ótica do espírito imortal.
Apesar de sua predileção, constata-se que a assiduidade com a qual é tratada
não lhe tem garantido noções mais dilatadas que permitem o esforço consciente
na transformação da personalidade humana.
Nessa ótica, exageramos alguns
conceitos que merecem ser resgatados no seu melhor entendimento:
# Uma construção gradativa de
valores, a solidificação de qualidades eternas.
# uma proposta de plenitude e não
de derrotismo.
É fazer mais luz para varrer as
sombras. Muitos, porém, acreditam que
luz se faz extinguindo as trevas...
# é a formação do homem de bem.
Não se trata de deslocar vícios e colocar virtudes. É dada muita importância às
imperfeições nos ambientes da Doutrina, quando deveríamos falar mais das virtudes
do homem de bem.
# processo libertador da
consciência. Não se trata de vencer o ego, mas conquistá-lo através do domínio
natural da “voz” divina que ecoa em nossa intimidade.
Reforma íntima não deve ser
entendida apenas como contenção de impulsos inferiores. Muito além disso,
torna-se urgente analisá-la como o
compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento dos lídimos valores humanos na
intimidade.
Circunscrevê-la a regimes de
disciplina pela vigência e pela vontade poderá instituir a cultura do martírio
e da tormenta como quesitos indispensáveis ao seu dinamismo.
Contenção é aglutinação de forças
de defesa contra a rotina mental dos reflexos do mal em nós, todavia, somente a
edificação da personalidade cristã, pródigas de qualidades morais nobres,
permitirá a paz interior e o serviço de libertação definitiva para além-muros
da morte corporal. Por essa razão entre os seguidores da mensagem espírita,
urge difundir noções mais lúcidas sobre o nível de comprometimento a que devem
se afeiçoar todos os seus aprendizes. Apenas evitar o mal não basta, imperioso
fazer todo o bem ao nosso alcance. A reforma de profundidade exige devoção
integral aos deveres da espiritualização, onde quer que estejamos, criando condições
para vivências íntimas que assegurem comoções afetivas revitalizadoras e
modificadoras a rumos mais vastos na ação e na reação: é a criação de
condicionamentos novos e elevados.
Assim como o corpo não extirpa
partes adoecidas, mas procura harmonizá-las ao todo, a alma procede seu
crescimento dentro princípio de “reaproveitamento” de todas as experiências
infelizes.
Quem busca o aprimoramento de si
mesmo tem como primeiro desafio o encontro consigo. A ausência de idéias claras
sobre nós próprios constitui pesados ônus a ser superado, o qual tem levado
corações sinceros e bem intencionados a dolorosos conflitos mentais com a
melhora individual, instaurando um doloroso processo de martírio a si mesmo.
Não existe reforma íntima sem
dores, razão pela qual será oportuno discernir quais são as dores do
crescimento e quais são as dores que decorrem de nossa incapacidade de lidar
com as forças ignoradas da vida subjetiva em nós mesmos. A distinção entre
ambas tornará nosso programa de melhoria pessoal um tanto mais eficaz e menos
doloroso.
Fala-se muito do homem velho e
quase nada sobre como consolidar o homem novo. Dominados pelo mau hábito de destacar
suas doenças espirituais, criou-se um sistema neurótico de supervalorização das
imperfeições morais que tem conduzido muitos espíritas à condição de autênticos
“hipocondríacos da alma”.
Conter o mal é parte do processo
transformador, construir o bem é a etapa nova que nos aguarda. Bem além de
controle, educação.
Acima de disciplina com
inclinações, desenvolvimentos de qualidades inatas.
Maturidade pode ser definida pela
capacidade individual de ouvir a consciência em detrimento dos apelos do ego.
Quanto mais fizermos isso, mais
seremos maduros e libertos. A saúde é estar em contato pleno com a consciência
e a doença é a escravidão ao ego. Reformar-se é tomar consciência do “si mesmo”,
da “perfeição latente” a qual nos destinamos. Em outras palavras, estamos
enaltecendo o ato da auto-educação.
Foi o notável Jung que afirmou:
“até onde podemos discernir, o único propósito da existência humana é acender uma
luz na escuridão do mero ser”.
Imperioso que acendamos essa luz,
a luz que promana da autocrítica, sem a qual não nos educaremos.
E como exercer um juízo crítico
honesto sem conhecimento das artimanhas da velha personalidade que geramos?
Senso crítico é, portanto, um dos
pilares essenciais para a formação da autoconsciência, o qual nos permitirá desvendar
as trilhas em direção aos tesouros divinos incrustrados em pleno coração dessa
selva de imperfeições, que trazemos dos egos.
Apresentamos nessa obra alguns
“mapas” para devassarmos essa selva com segurança. Rotas para velhos temas
morais já conhecidos de todos nós, os espíritas, mas que nem sempre conseguimos
trazê-los para a intimidade no atendimento satisfatório do anseio exuberante
que espraia de nossas almas na construção da personalidade nova.
Decerto, como todo mapa, o
caminho para se atingir o destino são variados e pessoais, conforme a ótica e a
escolha de cada qual, e por esse motivo entregamos todas as nossas abordagens
com total despretensão quanto a resultados.
Todavia, como a peregrinação
pelos “vales sombrios” da nossa intimidade é repleta de imprevistos e
“ciladas”, não abdicamos da palavra clara e sincera, acrescendo alguns exemplos
de histórias dolorosas de quantos foram iluminados pela luz da Doutrina
Espírita, sem iluminarem a si próprios com a luz da experiência e da renovação.
Jamais moveu-nos a intenção de
que nossas considerações, aqui exaradas, pudessem constituir um roteiro de
orientação ou uma tese didática sobre o tema com o objetivo de traçar normas de
conduta. Para nós não ultrapassam a condição de sugestões para um diálogo em
grupo ou meditações individuais.
Nossos textos são um “início de
conversa”, um “ponto de partida” para que vós outros na Terra empreendem a
discussão livre e salutar sobre os caminhos da transformação humana, à luz do
Espírito Imortal. Nosso coração estará sempre onde existirem os colóquios
francos e produtivos acerca desse tema.
Sem pessimismo algum, mensurar a
condição pessoal, sem conhecimento pleno das histórias contidas em nossas
“fichas reencarnatórias”, é, quase sempre, proceder a uma análise míope das
condições espirituais autênticas que cercam nosso trajeto nos milênios. Por
isso, palpitam muitas ilusões no terreno da nossa luta reeducativa, na carne ou
fora dela. “Em princípio, o homem que se exalça, que ergue uma estátua à sua própria
virtude, anula, por esse simples fato, todo mérito real que possa ter”.
Nossas reflexões destinam-se a
uma auto-avaliação. Sem uma incursão sincera no mundo de nós próprios, a fim de
aquilatar o que somos e não somos, corremos o severo risco de repetir as
múltiplas histórias que temos acompanhado por aqui, na vida imortal, na qual o
coração bafejado pelas concepções doutrinárias acalenta uma miragem de si para
além de suas reais proporções, tendo que se olhar, sem refúgios, no “espelho da
imortalidade” amargando doloroso processo de desilusão.
Buscamos nossas inspirações em O
Evangelho Segundo Espiritismo – repositório ético para a felicidade humana e incomparável
manancial de inspiração superior – no qual encontramos inexgotável fonte de
instrução e consolo dos Bondosos Guias da Verdade, em favor dos roteiros dos
homens ante suas provas e expiações. Consideremo-lo como sendo um receituário
moral para todas as necessidades humanas na Terra.
Entregamos nossos apontamentos
com alegria aos leitores e amigos, esperançosa de que a celeste misericórdia multiplique
nossas migalhas de amor, saciando a fome da alma com bênçãos de paz e estímulo
na aquisição da consciência de si.
Atenciosamente,
Ermance Dufaux.
Belo Horizonte, 16 de fevereiro
de 2003.
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
TEMA DA DOUTRINÁRIA DE QUINTA FEIRA - 21/05/2015 - AS 20:00 - ESBOÇO GEOLÓGICO DA TERRA, Capítulo VII DO LIVRO GÊNESES DE ALLAN KARDEC - Palestrante: Wenceslau Alonso
Resumo Capítulo VII: ESBOÇO GEOLÓGICO DA TERRA
Períodos Geológicos
A perfuração de poços, minas e pedreiras, facultou a
observação dos terrenos estratificados, o que permitiu à Geologia estudar a
origem do globo terrestre como também dos seres que o habitam.
As camadas, variando de cms. até mais de cem metros, são
geralmente homogêneas e horizontais, distinguindo-se claramente umas das
outras; formaram-se por depósitos sucessivos até chegar à última camada de
terra vegetal, derivada de detritos orgânicos. As camadas inferiores
denominam-se rochas, formadas de areia, argila, marna, seixos rolados, ou grés,
mármores, crés, calcáreos, carvões de pedra, asfaltos, etc. A forma e
consistência das camadas revelam sua formação pela ação do fogo ou da água. As
camadas formadas por depósitos aquosos e que se encontram inclinadas ou verticais
foram deslocadas, após a solidificação, por convulsões do solo.
A ocorrência de despojos fósseis de animais e vegetais dentro
das camadas inferiores situam sua existência naquela época. Tais fósseis
resultaram petrificados, sem alteração da forma (penetrados por matérias
silicosas ou calcáreas); outros foram envolvidos por matérias em estado
flácido, mantendo-se intactos, dentro das mais duras pedras; outros finalmente
deixaram somente marcas como a forma de um pé com dedos e unhas, permitindo identificar
o animal que as deixou.
O estudo das camadas e dos fósseis permitiu estabelecer-se os
períodos geológicos principais: primário, de transição, secundário, terciário,
diluviano, pós-diluviano ou atual.
Estado primitivo do globo
O achatamento dos polos indica que o estado primitivo da Terra
era de fluidez ou flacidez por ação do calor. A cada 30 metros de profundidade
a temperatura aumenta de um grau, alcançando temperaturas em que toda a matéria
conhecida se funde. A espessura da crosta terrestre é comparável à da casca de
uma laranja, levando a concluir-se que no princípio a Terra era uma massa
fluida incandescente, que esfriou pouco a pouco da superfície para dentro,
conservando-se a matéria interior em estado de fusão. Durante o resfriamento a
matéria sofreu transformações, combinações várias, resultando a formação de uma
atmosfera densa, opaca, formada pela volatilização de metais como enxofre e
carbono o que não permitia a passagem dos raios solares.
Período primário
Com o progressivo resfriamento, houve solidificação da parte
exterior da massa em fusão, formando uma crosta uniforme e compacta constituída
de granito, pedra extremamente dura formada por feldspato, quartzo e mica.
Ocorreram numerosas fendas pelas quais a matéria efervescente extravasava.
Continuando o resfriamento, ocorreu liquefação de vapor de
metais em suspensão, causando chuvas e lagos de enxofre e betume (ferro, cobre,
chumbo e outros metais fundidos), que, infiltrando-se pelas fissuras, deram
origem aos veios e filões metálicos. Várias misturas produziram os terrenos
primitivos sobre a rocha granítica, porém sem estratificação regular. Em
seguida as águas, em ciclos de vaporização e chuvas, acabaram por depositar-se
no solo. Permaneciam os elementos confundidos, desestabilizados,
impossibilitando o surgimento de qualquer forma de vida vegetal ou animal. Tal
período poderia ter levado cerca de um milhão de anos.
Período de transição
Dada a pequena espessura da crosta granítica, ocorriam
intumescências, por onde extravasava a lava interior. A superfície do globo era
quase que totalmente coberta por águas pouco profundas. A atmosfera, embora
mantendo temperaturas ardentes, foi sendo progressivamente liberta dos gases
pesados, sendo o último deles o ácido carbônico, por ação das chuvas copiosas e
quentes, permitindo a passagem dos primeiros raios de Sol.
Após formarem-se os terrenos de sedimento, surgiram os
primeiros seres vivos do reino vegetal e animal. Primeiro surgiram os vegetais
criptógamos, acotiledôneos, monocotiledôneos (liquens, cogumelos, musgos, fetos
e plantas herbáceas). Quanto a árvores, somente as do gênero palmeira, cuja
haste é semelhante às das ervas. Surgiram então os primeiros animais marinhos
(polipeiros, raiados, zoófitos) de organização rudimentar, seguindo-se-lhes os
crustáceos e peixes de espécies atualmente extintas.
Predominando ainda na atmosfera o ácido carbônico, favoreceu a
formação de vasta vegetação de plantas gigantescas, que em razão do
deslocamento das águas, vieram a ser cobertas por sedimentos terrosos, num
ciclo de aniquilamento e renascimento, formando, através dos séculos, camadas
de grande espessura. Pela ação dos gases, ácidos, sais, houve a fermentação
daqueles vegetais soterrados, convertendo-se em hulha ou carvão de pedra, que é
encontrado em quase todas as regiões do globo. Nesse período, em que a
temperatura da Terra era uniforme, pois o fogo central produzia calor muito
superior ao dos raios solares os quais eram enfraquecidos pela pesada
atmosfera, ainda não havia gelo na Terra.
Período secundário
Ao final do período de transição, desapareceram os vegetais e
animais, devido a ocorrências de grandes subversões e erupções do solo, ou
ainda por modificações na atmosfera. O período secundário é caracterizado por
numerosas camadas minerais formadas no seio das águas, marcando diferentes
épocas bem diferenciadas. Modificações na atmosfera produziram vegetais menores
que no período anterior, surgindo as plantas de caule lenhoso e as árvores.
Quanto aos animais, continuavam aquáticos passando a anfíbios,
desenvolvendo-se no seio dos mares animais de conchas, peixes com organização
mais aperfeiçoada, os cetáceos. Surgiram os répteis marinhos monstruosos como:
ictiossauros, plessiossauros, teleossauros (anfíbios), megalossauros,
iguanodontes(terrestres), pterodáctilos.
O grande número de camadas atesta a longevidade desse período,
onde se desenvolveu consideravelmente a vida animal, pelas melhores condições
da atmosfera, permitindo que alguns vivessem na terra. Encerrado esse período,
desapareceram os grandes répteis aquáticos.
Período terciário
Iniciou-se esse período com uma destruição quase total dos
seres vivos.
Durante esta fase, devido à maior espessura da crosta
terrestre, a pressão interior ocasionou erupções sucessivas em todos os pontos
do globo, formando os picos e cadeias de montanhas, planaltos e planícies,
acomodando-se as águas nos locais mais baixos, donde surgiram os continentes e
cumes de montanhas formando ilhas. As camadas de calcário encontradas no topo
de montanhas comprovam a teoria acima, pois em nenhuma época seria possível ao
mar atingir tais altitudes.
Por ocasião desses levantamentos e erupções ocorreram também
rasgaduras do solo expondo o granito que se encontra na sua periferia em certas
regiões. Surgiram também os vulcões que representam válvulas de segurança
equilibrando a pressão interior.
Tais levantamentos e abaixamentos do solo resultaram em
constantes deslocamentos das águas formando camadas irregulares através da
superfície do globo, ao contrário do que se observa nos períodos anteriores,
onde as camadas são regulares.
Desde que se acalmaram as revoluções iniciais, melhorando as
condições ambientais, reapareceram os vegetais e animais com organização mais
apropriada a uma atmosfera mais purificada. Os vegetais atingiram desenvolvimento
estrutural quase ao nível dos atuais.
Enquanto que nos dois períodos anteriores as águas cobriam
quase que a totalidade do globo, favorecendo a existência de animais aquáticos
e anfíbios, no terciário vários continentes se formaram, aparecendo os animais
terrestres. No período de transição havia vegetação colossal, no secundário
répteis monstruosos, no terciário surgiram os gigantescos mamíferos, tais como,
elefantes, rinocerontes, hipopótamos, paleotérios, dinotérios, mastodontes,
mamutes, etc. São desse período os pássaros e a maioria dos animais atuais.
Algumas dessas espécies sobreviveram aos cataclismos
posteriores. Outras, compostas de animais antediluvianos, desapareceram ou
foram substituídas por espécies menos pesadas e menos maciças.
Período diluviano
Caracterizou-se pela ocorrência de dilúvio universal, onde uma
imensidade de espécies foram destruídas, as águas invadindo continentes e
arrastando terras e rochedos, derrubando florestas seculares, formando
depósitos denominados terrenos diluvianos. Deslocaram rochedos de granito das
montanhas por centenas de Kms., fazendo surgir nas planícies os blocos
erráticos, surgindo também os aerólitos. Ocorreu nessa época o súbito
congelamento dos polos, atestado pela descoberta de elefantes e mamutes
congelados; caso o fenômeno tivesse sido gradual, tais animais teriam tido
tempo de se retirarem para regiões mais quentes.
Supõe-se que tal cataclismo foi causado por uma brusca mudança
de inclinação do eixo da Terra, fazendo com que as águas se projetassem sobre
as terras; alguns animais, tentando escapar da fúria das águas, ocuparam
cavernas e fendas em lugares altos, onde sucumbiram entredevorando-se ou
afogados, ocasionando grandes quantidades de ossadas chamadas brechas ou
cavernas ossosas.
Período pós-diluviano ou atual - Nascimento do homem.
Após restabelecido o equilíbrio - com a superfície mais
estável, o ar mais puro, o Sol espargindo um calor mais vivificador - ressurgiu
a vida vegetal proporcionando alimentação mais suculenta aos animais, menos
ferozes e mais sociáveis, de órgãos mais delicados. "Apareceu então o
homem, último ser da criação, aquele cuja inteligência concorreria, dali em
diante, para o progresso geral, progredindo ele próprio".
Não foram encontrados vestígios humanos nas camadas dos
períodos primário e secundário, tanto que naqueles períodos não havia para o
homem condições de vitalidade. Também não se encontrou seus vestígios no
período antediluviano, pelo que se considera como característico da presença do
homem o período pós-diluviano.
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terça-feira, 19 de maio de 2015
O ÓDIO - CAP 12 DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - 05 O ÓDIO - TEMA DA DOUTRINÁRIA DE QUARTA FEIRA , 20/05/2015, 16:00 - Palestrante: Alcione Monteiro
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segunda-feira, 18 de maio de 2015
O QUE SÃO REUNIÕES MEDIÚNICAS EM UM CENTRO ESPÍRITA ?
São reuniões privativas, com portas
chaveadas, comumente realizadas uma vez na semana, sempre no mesmo dia e
horário, em local da Casa Espírita onde sejam possível garantir o silêncio
respeitável e a harmonia vibratória, com número reduzido de participantes,
previamente indicados para este gênero de atividade espírita.
Os participantes da reunião mediúnica são: dirigente e
substituto; médiuns com mediunidade ostensiva (psicofônicos, psicógrafos,
videntes, audientes, etc.); médiuns esclarecedores; equipe de apoio (passe,
irradiações, prece).
As comunicações dos Espíritos devem ocorrer de forma espontânea,
segundo programação determinada pelos mentores espirituais.
A reunião mediúnica apresenta, em geral, as seguintes etapas;
A reunião mediúnica apresenta, em geral, as seguintes etapas;
1. Fase preparatória:
– Leitura introdutória de página evangélico-doutrinária, sem
comentários.
– Prece de abertura da reunião: clara, objetiva, simples e concisa.
– Leitura e breve comentário de trecho de O Evangelho segundo o Espiritismo, ou estudo de obra espírita, relacionada à mediunidade, por tempo que não exceda 30 minutos.
– Prece de abertura da reunião: clara, objetiva, simples e concisa.
– Leitura e breve comentário de trecho de O Evangelho segundo o Espiritismo, ou estudo de obra espírita, relacionada à mediunidade, por tempo que não exceda 30 minutos.
2. Fase de manifestação dos Espíritos
– Momento mais importante da reunião, caracterizada pela
manifestação mediúnica dos Espíritos e pelo esclarecimento de Entidades sofredoras,
pelo diálogo. O Tempo destinado a essa fase é de, no máximo, 60 minutos.
– Pode ocorrer, ou não, manifestação de um benfeitor espiritual.
– Pode ocorrer, ou não, manifestação de um benfeitor espiritual.
3. Fase de encerramento
– Reserva-se alguns minutos para irradiações ou vibrações
mentais, gerais e/ou específicas, concedendo aos médiuns oportunidade para se
refazem do transe mediúnico.
– Prece final, semelhante a inicial.
– Avaliação da reunião: momento em que os participantes relatam suas impressões e percepções, oferecendo, assim, subsídios à melhoria contínua do trabalho. Trata-se de uma avaliação restrita ao grupo, evitando-se comentários fora da reunião para pessoas que não fazem parte da equipe.
Fonte: Federação Espírita Brasileira
– Prece final, semelhante a inicial.
– Avaliação da reunião: momento em que os participantes relatam suas impressões e percepções, oferecendo, assim, subsídios à melhoria contínua do trabalho. Trata-se de uma avaliação restrita ao grupo, evitando-se comentários fora da reunião para pessoas que não fazem parte da equipe.
Fonte: Federação Espírita Brasileira
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domingo, 17 de maio de 2015
LEMBRANDO : PASSE DE ENERGIZAÇÃO
SEGUNDA FEIRA - 18/05/2015 - 20:00 AS 21:00 (CHEGAR COM MEIA HORA ANTECEDÊNCIA)
TERÇA FEIRA - 19/05/2015 - 08:00 AS 09:00 (CHEGAR COM MEIA HORA ANTECEDÊNCIA)
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