SOBRE NÓS :
VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.
MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.
Redirecionamento
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (04/08- QUINTA-FEIRA - 20:00): "EDUCA" DO LIVRO FONTE VIVA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: ANTONIO PEROBA
"Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós ?" - Paulo. (I Corintios, 3: 16.)
Na semente minúscula reside o germe do tronco benfeitor.
No coração da terra, há melodias da fonte.
No bloco de pedra, há obras-primas de estatuária.
Entretanto, o pomar reclama esforço ativo.
A corrente cristalina pede aquedutos para transportar-se imaculada.
A jóia de escultura pede milagres do buril.
Também o espírito traz consigo o gene da Divindade.
Deus está em nós, quanto estamos em Deus.
Mas, para que a luz divina se destaque da treva humana, é necessário que os processos educativos da vida nos trabalhem no empedrado caminho dos milênios.
Somente o coração enobrecido no grande entendimento pode vazar o heroísmo santificante.
Apenas o cérebro cultivado pode produzir iluminadas formas de pensamento.
Só a grandeza espiritual consegue gerar a palavra equilibrada, o verbo sublime e a voz consoladora.
Interpretemos a dor e o trabalho por artistas celestes de nosso aperfeiçoamento.
Educa e transformarás a irracional idade em inteligência, a inteligência em humanidade e a humanidade em angelitude.
Educa e edificarás o paraíso na Terra.
Se sabemos que o Senhor habita em nós, aperfeiçoemos a nossa vida, a fim de manifestá-lo.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (02/08 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "ESTEJAMOS CONTENTES" DO LIVRO FONTE VIVA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: VERA MONTANO
"Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes”. - Paulo. (1 Timoteo, 6:8.)
O monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.
O proprietário da fábrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.
Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.
Por que esperas o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?
Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitado?
A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.
É sempre respeitável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.
Descerra, antes de tudo, as portas da tua alma e deixa que o teu sentimento fulgure para todos, à maneira de um astro cujos raios iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam. . .
A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões de vidas.
Dividamos o pouco, e a insignificância da boa-vontade, amparada pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum..
Algumas sementes, atendidas com carinho, no curso dos anos, podem dominar glebas imensas.
Estejamos alegres e auxiliemos a todos os que nos partilhem a marcha, porque, segundo a sábia palavra do apóstolo, se possuímos a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabenos obrigação de viver e servir em paz e contentamento.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
O monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.
O proprietário da fábrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.
Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.
Por que esperas o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?
Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitado?
A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.
É sempre respeitável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.
Descerra, antes de tudo, as portas da tua alma e deixa que o teu sentimento fulgure para todos, à maneira de um astro cujos raios iluminem, balsamizem, alimentem e aqueçam. . .
A chuva, derramando-se em gotas, fertiliza o solo e sustenta bilhões de vidas.
Dividamos o pouco, e a insignificância da boa-vontade, amparada pelo amor, se converterá com o tempo em prosperidade comum..
Algumas sementes, atendidas com carinho, no curso dos anos, podem dominar glebas imensas.
Estejamos alegres e auxiliemos a todos os que nos partilhem a marcha, porque, segundo a sábia palavra do apóstolo, se possuímos a graça de contar com o pão e com o agasalho para cada dia, cabenos obrigação de viver e servir em paz e contentamento.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
domingo, 31 de julho de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (31/07 - DOMINGO - 16:00): "HOMENAGEM A ALLAN KARDEC" DO LIVRO REFLEXÕES ESPÍRITAS PELO ESPÍRITO DO SR. VIANNA DE CARVALHO – PALESTRANTE: WAGNER SANTANA
A Europa ainda se encontrava nos estertores da destruição da ignorância lograda pela Enciclopédia e pelas propostas extraordinárias dos precursores da Revolução Francesa, que estrugiria no dia 14 de julho de 1789. Podiam-se ouvir as vozes nobres de Voltaire, de Jean-Jacques Rousseau e as lições de sabedoria a verte- ram das obras dos eminentes pensadores que estabeleciam as bases da Era Nova, quando as ambições humanas propuseram a necessidade da modificação das estruturas políticas que predominaram em França, derrubando a Casa dos Bourbons, que cedeu lugar à Frateminade, à Liberdade e à Igualdade, inscrevendo no mare magnum das paixões os direitos humanos que ainda permanecem desrespeitados...
Escutava-se a palavra libertadora da Razão e inebriavam-se os corações ante as circunstâncias novas, que pareciam destruir os teimosos bastiões do dogmatismo, degenerando em intolerâncias mais terríveis do que aquelas que se pretendiam combate Ensombrada, a França parecia sentir raiar um novo dia, quando as tubas guerreiras de Napoleão Bonaparte assentaram os seus arraiais em Paris,
preparando-o para reunir as forças destroçadas e, sob o seu comando conduzir o País ao grandioso fanal. Inspirado pelos ideais de Mirabeau, de Danton, ele restaura os elevados anseios da Igualdade, sem conseguir fugir às injunções de seu destino histórico...
Nesse terrível momento, quando o insigne Corso se prepara para ser coroado Imperador dos franceses, no dia 2 de dezembro de 1804, na Catedral Gótica de Notre- Dame, a Divina Providência faz que mergulhe nas sombras da Terra o eminente Espírito de Jan Huss, que se dera em sacrifício, no século XV, em favor da libertação do Evangelho de Jesus. Reencarnando-se, em Lyon, a 3 de outubro desse ano de 1804, recebeu o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail, que trouxe a indeclinável tarefa de modificar as estruturas do conhecimento e abrir espaços para a restauração do pensamento do Cristo, conforme Ele e os Seus Discípulos o haviam vivido, dezenove séculos antes, na Palestina.
Quando a filosofia altera sua estrutura com Hegel, Marx e Engels, estabelecendo a desnecessidade da alma para a interpretação da vida e a compreensão do Universo; no momento em que Florens e Cuvier declaram nunca haver encontrado a alma nas centenas de cadáveres que dissecaram, no instante em que Broussais, Bouillaud, zombaram da alma imortal e Moleschot, Buchner e Karl Vogt afirmam que o espírito é uma exsudação cerebral, surge Allan Kardec com a força demolidora da lógica e da razão, apoiando-se na linguagem insuperável dos fatos, para firmar a Causalidade do
Universo, a preexistência da alma ao corpo e a sua sobrevivência ao túmulo, apresentando uma ciência ímpar, resultado de laborioso trabalho de investigação fundamentada na experiência e que resistirá ao pessimismo, à perseguição e ao descrédito.
Fazendo renascer uma filosofia comportamental superior, o Professor Rivail, agora sob o pseudônimo de Allan Kardec, propõe, em O Livro dos Espíritos, uma ética nobre e fornece as respostas para os graves problemas da Humanidade, que não foram equacionados por Edipo, concebido na tragédia de
Sófocles, interpretando a Esfinge... Propondo, para a Humanidade, uma segura diretriz filosófica, Kardec restaura o Evangelho de Jesus que permanecia encarcerado no dogmatismo e asfixiado nos tecidos sombrios da intolerância como da superstição.
A Doutrina Espírita chega para iluminar as consciências humanas e propor uma revolução de amor nos corações, estabelecendo comportamentos de felicidade, quando a esperança já havia abandonado as vidas. A morte bate, então, em retirada, cedendo lugar à Vida, que canta um hino de Imortalidade, adornando as experiências humanas, que se engrandecem e se eternizam em bênçãos de consolação e de paz.
Passados cento e oitenta e cinco anos do evento grandioso, que é a reencarnação de Allan Kardec, a Humanidade contempla, no Espiritismo, os ideais de um Mundo Novo, no qual o amor unirá todas as criaturas como verdadeiros irmãos conduzindo-os à plenitude. Os avanços da Ciência e da
Tecnologia contemporânea não conseguiram alterar a estrutura da Doutrina que os ilumina, remontando às causas, enquanto aquelas somente explicam os seus efeitos.
Vanguardeiro do progresso, Kardec é o pensador e o cientista que mais penetrou a sonda da indagação no organismo das Leis, e ofereceu as extraordinárias lições morais que se derivam da Lei Natural ou de Amor, que é Universal, porque promana de Deus, o Criador.
Hoje, quando o homem alunissa com facilidade e as suas bólides espaciais saem da Terra e do Sistema Solar para tentar compreender e interpretar as origens da Vida, a Codificação Espírita permanece inamovível, num todo granítico, iluminando o pensamento e explicando a causalidade da vida e a realidade do homem. Evocando o extraordinário Mensageiro dos Céus, no transcurso do seu
aniversário natalício, nós, os Espíritos-espíritas que militamos nas atividades do Consolador, unimos nossas vozes em um coro para dizermos com os companheiros encarnados que o amam:
— Glória a ti, Allan Kardec! Aqueles que te amamos, te homenageamos e saudamos, conforme faziam os cristãos primitivos antes do holocausto em homenagem a Jesus.
(Brasília, 30 de outubro de 1989— 1® Congresso Internacional de Espiritismo)
Escutava-se a palavra libertadora da Razão e inebriavam-se os corações ante as circunstâncias novas, que pareciam destruir os teimosos bastiões do dogmatismo, degenerando em intolerâncias mais terríveis do que aquelas que se pretendiam combate Ensombrada, a França parecia sentir raiar um novo dia, quando as tubas guerreiras de Napoleão Bonaparte assentaram os seus arraiais em Paris,
preparando-o para reunir as forças destroçadas e, sob o seu comando conduzir o País ao grandioso fanal. Inspirado pelos ideais de Mirabeau, de Danton, ele restaura os elevados anseios da Igualdade, sem conseguir fugir às injunções de seu destino histórico...
Nesse terrível momento, quando o insigne Corso se prepara para ser coroado Imperador dos franceses, no dia 2 de dezembro de 1804, na Catedral Gótica de Notre- Dame, a Divina Providência faz que mergulhe nas sombras da Terra o eminente Espírito de Jan Huss, que se dera em sacrifício, no século XV, em favor da libertação do Evangelho de Jesus. Reencarnando-se, em Lyon, a 3 de outubro desse ano de 1804, recebeu o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail, que trouxe a indeclinável tarefa de modificar as estruturas do conhecimento e abrir espaços para a restauração do pensamento do Cristo, conforme Ele e os Seus Discípulos o haviam vivido, dezenove séculos antes, na Palestina.
Quando a filosofia altera sua estrutura com Hegel, Marx e Engels, estabelecendo a desnecessidade da alma para a interpretação da vida e a compreensão do Universo; no momento em que Florens e Cuvier declaram nunca haver encontrado a alma nas centenas de cadáveres que dissecaram, no instante em que Broussais, Bouillaud, zombaram da alma imortal e Moleschot, Buchner e Karl Vogt afirmam que o espírito é uma exsudação cerebral, surge Allan Kardec com a força demolidora da lógica e da razão, apoiando-se na linguagem insuperável dos fatos, para firmar a Causalidade do
Universo, a preexistência da alma ao corpo e a sua sobrevivência ao túmulo, apresentando uma ciência ímpar, resultado de laborioso trabalho de investigação fundamentada na experiência e que resistirá ao pessimismo, à perseguição e ao descrédito.
Fazendo renascer uma filosofia comportamental superior, o Professor Rivail, agora sob o pseudônimo de Allan Kardec, propõe, em O Livro dos Espíritos, uma ética nobre e fornece as respostas para os graves problemas da Humanidade, que não foram equacionados por Edipo, concebido na tragédia de
Sófocles, interpretando a Esfinge... Propondo, para a Humanidade, uma segura diretriz filosófica, Kardec restaura o Evangelho de Jesus que permanecia encarcerado no dogmatismo e asfixiado nos tecidos sombrios da intolerância como da superstição.
A Doutrina Espírita chega para iluminar as consciências humanas e propor uma revolução de amor nos corações, estabelecendo comportamentos de felicidade, quando a esperança já havia abandonado as vidas. A morte bate, então, em retirada, cedendo lugar à Vida, que canta um hino de Imortalidade, adornando as experiências humanas, que se engrandecem e se eternizam em bênçãos de consolação e de paz.
Passados cento e oitenta e cinco anos do evento grandioso, que é a reencarnação de Allan Kardec, a Humanidade contempla, no Espiritismo, os ideais de um Mundo Novo, no qual o amor unirá todas as criaturas como verdadeiros irmãos conduzindo-os à plenitude. Os avanços da Ciência e da
Tecnologia contemporânea não conseguiram alterar a estrutura da Doutrina que os ilumina, remontando às causas, enquanto aquelas somente explicam os seus efeitos.
Vanguardeiro do progresso, Kardec é o pensador e o cientista que mais penetrou a sonda da indagação no organismo das Leis, e ofereceu as extraordinárias lições morais que se derivam da Lei Natural ou de Amor, que é Universal, porque promana de Deus, o Criador.
Hoje, quando o homem alunissa com facilidade e as suas bólides espaciais saem da Terra e do Sistema Solar para tentar compreender e interpretar as origens da Vida, a Codificação Espírita permanece inamovível, num todo granítico, iluminando o pensamento e explicando a causalidade da vida e a realidade do homem. Evocando o extraordinário Mensageiro dos Céus, no transcurso do seu
aniversário natalício, nós, os Espíritos-espíritas que militamos nas atividades do Consolador, unimos nossas vozes em um coro para dizermos com os companheiros encarnados que o amam:
— Glória a ti, Allan Kardec! Aqueles que te amamos, te homenageamos e saudamos, conforme faziam os cristãos primitivos antes do holocausto em homenagem a Jesus.
(Brasília, 30 de outubro de 1989— 1® Congresso Internacional de Espiritismo)
sábado, 30 de julho de 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (28/07 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "A DISCIPLINA DO PENSAMENTO E A REFORMA DO CARÁTER" DO LIVRO O PROBLEMA DO SER, DO DESTINO E DA DOR DO SR. LÉON DENIS – PALESTRANTE: DILSON MOURA
O pensamento, dizíamos, é criador. Não atua somente em roda de nós,
influenciando nossos semelhantes para o bem ou para o mal; atua
principalmente em nós; gera nossas palavras, nossas ações e, com ele,
construímos, dia a dia, o edifício grandioso ou miserável de nossa vida presente
e futura. Modelamos nossa alma e seu invólucro com os nossos pensamentos;
estes produzem formas, imagens que se imprimem na matéria sutil, de que o
corpo fluídico é composto. Assim, pouco a pouco, nosso ser povoa-se de formas
frívolas ou austeras, graciosas ou terríveis, grosseiras ou sublimes; a alma se
enobrece, embeleza ou cria uma atmosfera de fealdade. Segundo ideal a que
visa, a chama interior aviva-se ou obscurece-se.
Não há assunto mais importante que o estudo do pensamento, seus
poderes e ação. É a causa inicial de nossa elevação ou de nosso rebaixamento;
prepara todas as descobertas da Ciência, todas as maravilhas da Arte, mas
também todas as misérias e todas as vergonhas da Humanidade. Segundo o
impulso dado, funda ou destrói as instituições como os impérios, os caracteres
como as consciências. O homem só é grande, só tem valor pelo seu pensamento;
por ele suas obras irradiam e se perpetuam através dos séculos. O
Espiritualismo experimental, muito melhor que as doutrinas anteriores,
permite-nos perceber, compreender toda a força de projeção do pensamento,
que é o princípio da comunhão universal. Vemo-lo agir no fenômeno espírita,
que facilita ou dificulta; seu papel nas sessões de experimentação é sempre
considerável. A Telepatia demonstrou-nos que as almas podem impressionarse,
influenciar-se a todas as distâncias; é o meio de que se servem as
humanidades do Espaço para comunicarem entre si através das imensidades
siderais. Em qualquer campo das atividades sociais, em todos os domínios do
mundo visível ou invisível, a ação do pensamento é soberana; não é menor sua
ação, repetimos, em nós mesmos, modificando constantemente nossa natureza
íntima
quarta-feira, 27 de julho de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (27/07 - QUARTA-FEIRA - 16:00): "ALTAR ÍNTIMO" DO LIVRO FONTE VIVA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: LUCAS BOCCANERA
"Temos um altar." - Paulo. (Hebreus, 13 :10).
Até agora, construímos altares em toda parte, reverenciando o Mestre e Senhor.
De ouro, de mármore, de madeira, de barro, recamados de perfumes, preciosidades e flores, erguemos santuários e convocamos o concurso da arte para os retoques de iluminação artificial e beleza exterior.
Materializado o monumento da fé, ajoelhamo-nos em atitude de prece e procuramos a inspiração divina.
Realmente, toda movimentação nesse sentido é respeitável, ainda mesmo quando cometemos o erro comum de esquecer os famintos da estrada, em favor das suntuosidades do culto, porque o amor e a gratidão ao Poder Celeste, mesmo quando mal conduzidos, merecem veneração.
Todavia, é imprescindível crescer para a vida maior.
O próprio Mestre nos advertiu, junto à Samaritana, que tempos viriam em que o Pai seria adorado em espírito e verdade.
E Paulo acrescenta que temos um altar.
A finalidade máxima dos templos de pedra é a de despertar-nos a consciência.
O cristão acordado, porém, caminha oficiando como sacerdote de si mesmo, glorificando o amor perante o ódio, a paz diante da discórdia, a serenidade à frente da perturbação, o bem à vista do mal.
Não olvidemos, pois, o altar íntimo que nos cabe consagrar ao Divino Poder e à Celeste Bondade.
Comparecer, ante os altares de pedra, de alma cerrada à luz e à inspiração do Mestre, é o mesmo que lançar um cofre impermeável de trevas à plena claridade solar. Se as ondas luminosas continuam sendo ondas luminosas, as sombras não se alteram igualmente.
Apresentemos, portanto, ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar.
Emmanuel
psicografia de Chico Xavier
domingo, 24 de julho de 2016
DOUTRINÁRIA DE HOJE (24/07 - DOMINGO - 16:00): "O PRECURSOR" DO LIVRO PRIMÍCIAS DO REINO PELO ESPÍRITO DA SRA. AMÉLIA RODRIGUES – PALESTRANTE: ALDECI ANDRADE
Ele foi anunciado por um mensageiro celeste, que se identificou como Gabriel, o que assiste diante de Deus.
Seu pai, Zacarias, vivia em Hebron, na Judeia, e era sacerdote. Em certa ocasião, encontrava-se a exercer as funções sacerdotais, no Templo de Jesuralém.
O povo orava no átrio. Zacarias adentrara o santuário para oferecer o incenso, conforme a ritualística. Ali, em oração, viu surgir, do lado direito do altar dos perfumes, o Espírito que lhe vem trazer a mensagem.
Ele se tornaria pai de um menino. Gabriel o cientifica ainda de que aquele filho lhe seria de grande alegria e que também outros se alegrariam com o seu nascimento.
A profecia se dilata, quando o mensageiro diz que o menino viria para converter muitos dos filhos de Israel ao seu Deus.
Virá no Espírito e na virtude de Elias, para preparar ao Senhor um povo perfeito.
As anotações do Evangelista Lucas testificam , por esse anúncio, de forma clara, do retorno de um grande profeta da Antiguidade, Elias, que vivera séculos antes e cujas referências se encontram no Livro Terceiro (cap. XVII e ss.) e Quarto de Reis (cap. 1).
Segundo o Evangelista João, o filho de Zacarias veio para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Ele não era a luz, mas era para dar testemunho da luz. (João, 1:8)
Quando o menino nasceu, seu pai assinalou seu júbilo com um Cântico em que glorifica a Deus pela dádiva daquele que seria chamado o profeta do Altíssimo; porque irás adiante da face do Senhor a preparar os seus caminhos. (Lucas, 1:76)
Isso nos diz de quão consciente era Zacarias a respeito da identidade e da missão do filho.
Lucas assinala o ano em que João, o filho de Zacarias, inicia a sua tarefa como sendo o décimo quinto do Império de Tibério César, o que equivale a dizer o ano XXVIII, pois o governo de Tibério iniciou no ano XIII. Era procurador na Judeia, Pôncio Pilatos e Herodes, Tetrarca da Galileia.
João vestia seu corpo magro com pele de camelo, dos ombros até os joelhos e trazia um cinto de couro. A cabeleira era negra e os olhos profundos, de um fulgor misterioso. Apresentava-se como: A voz do que clama no deserto: preparai os caminhos do Senhor, fazei direitas as suas veredas.
A voz de João era forte, vibrante, dura mesmo; as suas palavras, breves e incisivas; os seus gestos, parcos e rápidos...2
Em sua pregação, a que acorria o povo, falava de que não bastava se acreditar filho de Deus, era preciso realizar o bem.
Por isso, aos publicanos aconselhava que não cobrassem mais do que o fixado pela lei; aos soldados, que não praticassem a violência, nem causassem dano a outrem, contentando-se com seu soldo.
Era o discurso que ainda serve nos dias atuais a todos os que nos encontramos no serviço público: a prática do dever, com ética e dignidade.
Suas pregações de tal modo impressionavam as pessoas, que muitos passaram a acreditar que ele era o esperado Messias. É então que João dá seu primeiro testemunho a respeito de Jesus: Eu não sou o Cristo. Depois de mim virá aquele que é mais poderoso do que eu e de cujos sapatos não sou digno de desatar as correias.
Ainda dará um segundo testemunho, em Betânia, além do Jordão, quando sacerdotes e levitas o foram questionar a respeito de sua identidade. Ele reafirmará que o que haveria de vir após ele, que existia antes dele, já se encontrava entre eles.
Em outra oportunidade, vendo que Jesus vinha em sua direção, ele O aponta e diz: Eis o cordeiro de Deus, eis o que tira os pecados do mundo. (João,1:29)
Prossegue, dizendo da visão mediúnica que lhe afirmava que Aquele era o Filho de Deus, o Messias, constituindo-se esse o terceiro testemunho a respeito do Cristo que ele viera anunciar.
E, estando perto do Jordão, com seus discípulos, vendo Jesus que passava, orienta a dois deles, André, irmão de Simão Pedro e João, filho de Zebedeu, a que O sigam, pois Ele é o Messias.
Tendo iniciado Jesus a Sua missão, vieram alguns discípulos de João, chamado o Batista, lhe informar que o povo agora acorria para o novo profeta. Nesse momento, a grandeza do servidor é demonstrada. Testifica João que eles mesmos são testemunhas de que sempre afirmara não ser o Cristo, mas sim o enviado dEle. Agora, chegava o momento de que Jesus crescesse e ele diminuísse.
Nesses dias, João é encarcerado. Não pelo que pregava, mas por ter ousado repreender o tetrarca da Galileia por viver com Herodíades, a esposa do próprio irmão, que ainda vivia.
O tempo haveria de transcorrer, meses sobre meses, dez ao todo. Fosse porque as dores do cárcere se lhe fizessem superlativas, fosse porque a solidão o envolvesse em brumas, de uma forma paradoxal, aquele mesmo que fora a mais ardente testemunha do messianato de Jesus, envia, da prisão, dois dos seus discípulos, a indagar se Ele era realmente o que haveria de vir, ou se dever-se-ia esperar outro.
Jesus, o Amigo Incondicional, o Pastor das almas, deve ter compreendido a especial situação de João e responde que as Suas obras atestam quem Ele é: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos tornam-se limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e aos pobres é anunciada a boa nova.
E, tendo se afastado os enviados de João, Jesus se põe a falar a respeito dele, referindo-se aos seus trajes, à forma como ele falava, a fortaleza que ele era, um profeta. Uma lâmpada ardente e luminosa. (João, 5:35)
É nessa hora que o Mestre afirma ser ele o Elias que as Escrituras estabeleciam deveria vir antes do Cristo. Viera e não fora reconhecido, naturalmente por se encontrar em um corpo diferente, com aparência diferente e ter um discurso muito específico: o de aplainar as veredas, preparar os caminhos do Senhor.
Em eloquente elogio ao precursor, afirma Jesus que, dentre os filhos da Humanidade, naquele tempo, ele era o maior, embora o menor no reino dos céus fosse maior do que ele.
Afirmava-lhe, assim, a grandeza, do quanto ele já conquistara em louros de virtude e de saber, ao mesmo tempo dizendo que longo caminho deveria percorrer até alcançar a culminância da perfeição.
Mas, foi no seu aniversário que Herodes, fascinado pela beleza e graça da filha de Herodíades, lhe atenderá ao desejo, e mandará servir em uma bandeja de prata a cabeça decepada do Batista.
Com consentimento do próprio Herodes, os discípulos de João lhe resgataram o corpo e o sepultaram, indo comunicar o acontecimento a Jesus.
Cumpriam-se as Escrituras. Ele viera, realizara a sua missão e discretamente se retirara. A prisão lhe foi a oportunidade de mais dilatadas reflexões, ouvindo os relatos que lhe eram trazidos, vez que outra, dos ditos e feitos do Messias que ele próprio viera anunciar.
O silêncio que o Precursor fizera ensejava a audição do Messias por toda a Terra, numa nova Era.
Assinar:
Postagens (Atom)









