SOBRE NÓS :

VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.

MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.

Redirecionamento

domingo, 24 de janeiro de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (24/01 - DOMINGO - 16:00): "NA OBRA ASSISTENCIAL" DO LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - PELO ESPÍRITO DO SR. ANDRÉ LUIZ - PALESTRANTE: LEANDRO BRESSY

Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicarse à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.

Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.



Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.

Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.

*

Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que expressem o supérfluo ou luxo.

O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.

*

Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de socorro fraterno.

A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.

*

Jamais reter, inutilmente, excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais. 

Não há bens produtivos em regime de estagnação.

*

Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.

Posse inútil, grilhão mental.

*

Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.

A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.

*
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária aos cooperadores.

O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.

*

Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade
cristã, gratuitamente. 

O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.

*

“E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus, o Pai.”

Paulo. (Colossenses, capítulo 3, versículo 17.) 



Fonte: Vieira, Waldo (pelo espírito André Luiz) - Conduta Espírita - Cap 12

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (21/01 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "O CÉREBRO PERISPIRITUAL - CAP. 26" DO LIVRO O PERISPÍRITO E SUAS MODELAÇÕES – SR. LUIZ GONZAGA PINHEIRO - PALESTRANTE: VERA MONTANO

O cérebro humano é um produto da evolução das espécies. Elaborado desdemilhões de anos, vem aperfeiçoando-se conforme as necessidades do Espírito, noque tange a buscar alimentos, selecionar, sentir, procriar, memorizar e desenvolver a inteligência.



Saiu do simples impulso instintivo para a irritabilidade, passou pela sensação,adentrou-se no instinto e atingiu a razão. Nessa sua peregrinação evolutiva, o princípio inteligente vem armazenando informações, de maneira que, ao atingir afase humana, seu cérebro perispirítico já continha vasto registro de impressões esensações relativas à luta pela vida e pela sobrevivência, que poderiam ser racionalizadas e ordenadas formando lições.

Com o homem nasceu a ciência e com o seu pensar surgiu a filosoíia. Aevolução cerebral se fez basicamente do interior para o exterior, de vez que o seunúcleo central, mais conhecido como tronco cerebral é que conduz as funções básicas da vida, desde os batimentos cardíacos até a harmonia respiratória. 

Nesse estágio, o que era mais importante e necessário para o princípiointeligente, era manter a vida frente as hostilidades do meio, adaptando-a eaperfeiçoando uma máquina material que lhe possibilitasse manifestação cada vezmais intensa no cenário terrestre.

Esse setor cerebral desenvolveu-se basicamente até a era dos répteis, hácentenas de milhões de anos, quando esses animais dominavam o globo. Segundoalguns autores, é pela cobertura do tronco cerebral que se exteriorizam a agressãoe a defesa, os rituais, o princípio da territorialidade e da hierarquia social, noções básicas dirigidas pelos impulsos instintivos e adaptativos das espécies inferiores.Circulando o tronco cerebral, está o sistema límbico do cérebro dos mamíferos,desenvolvido há dezenas de milhões de anos, nos mamíferos primitivos anterioresaos primatas. Esse setor cerebral é que responde pelos nossos humores e emoções, bem como nossos interesses.

Continuava o princípio inteligente em suas repetições, enfrentando os fatoresambientais, ora terrestres, moldando órgãos materiais para utilizá-los na aprendizagem, ora despindo-se deles e atuando em plano sutil, para regressar aocenário anterior, incorporando lições de sobrevivência. 

Envolvendo essas duas partes do cérebro encontra-se o córtex cerebral, quevem se desenvolvendo há milhões de anos, desde os primatas, ancestrais dostrogloditas. O hemisfério direito do córtex responde pelo reconhecimento dos padrões, intuição, sensibilidade e poder analítico. O esquerdo dirige o pensamentoracional, analítico e crítico. Ambos os hemisférios se comunicam por feixes deneurônios em troca informativa, de onde resulta a harmonia do binômio criatividade-análise, gerando atitudes responsáveis e lógicas.

A grande maioria dos conhecimentos do Espírito é trabalhada através do córtex. No tronco cerebral e no seu envoltório manifestam-se as funções mais utilizadas pelos ancestrais, como: agressão, medo, sexo, defesa, proteção à prole, obediênciaao líder.... Pelo córtex o Espírito exterioriza as conquistas superiores tais como alinguagem, a leitura, a abstração, a estética e a inteligência. Como todo oconhecimento é de origem espiritual, o Espírito vai deixando para a retaguarda osensinamentos superados e sem muita significação para o estágio que já atingiu.

Do histórico de lutas e conquistas anteriores, muita coisa se perde na noitedos tempos, restando para o futuro toda a memória biológica, algumas impressõese instintos, que demasiadamente exercitados, gravaram-se fortemente na intimidade perispiritual. Em resumo, consideramos o cérebro como um bloco único, emboraque para efeito didático possamos dividi-lo em três compartimentos. O troncocerebral, utilizado como cérebro primitivo e hoje funcionando como tradutor doarquivo das lições adquiridas na conquista dos impulsos instintivos; o sistemalímbico do cérebro dos mamíferos, elaborado enquanto as sensações e o instinto^se aperfeiçoavam; e o córtex cerebral, onde a razão veio a selar pelo pensamento,a soberania hominal, como ápice do reino dos viventes, desde que alguns animais possuem sentimentos, mas o homem possui o pensamento. 

Nos dias atuais o cérebro é visto e analisado em tríplice aspecto. Subconsciente,consciente c superconsciente. No subconsciente está o arquivo dos trabalhosrealizados, onde o hábito, forçando uma rotina milenária, forjou o automatismo. No consciente encontra-se a sede das atuais conquistas, simbolizando o nossoesforço e perseverança nos labores regenerativos. No superconsciente estão asaspirações superiores, os ideais santificantes, que atingidos, mais aperfeiçoarão o sistema cerebral, de vez que a sua potência é proporcional ao progresso efetuadono sentido dos anseios angélicos.

Como na análise anterior, as partes ou sedes sofrem interferências ouintercâmbio entre elas, trazendo o homem em si, o passado, o presente e o futuro.Depende de sua ação abreviar o futuro ou retardar o passado pela ação do presente.

Herdamos assim através da evolução cerebral, toda uma série decondicionamentos, bem como o instinto, que segue ao lado do intelecto agindo demaneira independente, como função marcante, sentinela avançada na conservaçãoda vida.

Lembramos que toda essa evolução cerebral, realizou-se na área perispiritual,refletindo-se nas espécies materializadas, em cópias equivalentes e grosseiras, quedeveriam ajustar-se às ordens e necessidades do Espírito reencarnante.

Por sua vez o cérebro físico segue os passos evolutivos do cérebro perispiritual,traduzindo imperfeitamente as conquistas deste.

Pouco conhecido, de potencial acanhadamente utilizado, o cérebro,instrumento maior a permitir a manifestação do Espírito no universo, continuarádesafiando o homem comum por muitos séculos, mostrando-se pouco a pouco, àmedida que o intelecto e a moral amadureçam. 

E quando isso acontecer, talvez a melhor definição para ele seja luz.

Fonte: Pinheiro, Luiz Gonzaga - Perispírito e Suas Modelações - Cap. 26

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Globo Repórter sobre Chico Xavier parte 1 de 4

DOUTRINÁRIA DE HOJE (19/01 - TERÇA FEIRA - 20:00): "A CARIDADE SEGUNDO SÃO PAULO" DO LIVRO: EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - PALESTRANTE: ANTÔNIO JOSÉ



Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine. E se eu tiver o dom de profecia, e conhecer todos os mistérios, e quanto se pode saber; e se tiver toda a fé, até a ponto de transportar montanhas, e não tiver caridade, não sou nada. E se eu distribuir todos os meus bens em o sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se todavia não tiver caridade, nada disto me aproveita. A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não obra temerária nem precipitadamente, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. A caridade nunca jamais há de acabar, ou deixem de ter lugar às profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três virtudes; porém a maior delas é a caridade. (Paulo, I Coríntios, XIII: 1-7 e 13).

São Paulo compreendeu tão profundamente esta verdade, que diz: “Se eu falar as línguas dos anjos; se tiver o dom de profecia, e penetrar todos os mistérios; se tiver toda a fé possível, a ponto de transportar montanhas, mas não tiver caridade, nada sou. Entre essas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade, a mais excelente é a caridade”. Coloca, assim, sem equívoco, a caridade acima da própria fé. Porque a caridade está ao alcance de todos, do ignorante e do sábio, do rico e do pobre; e porque independe de toda a crença particular.

E faz mais: define a verdadeira caridade; mostra-a, não somente na beneficência, mas no conjunto de todas as qualidades do coração, na bondade e na benevolência para com o próximo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (14/01 - QUINTA-FEIRA - 20:00): "OS MILAGRES DO EVANGELHO" DO LIVRO A GÊNESE, CAP. XV – PALESTRANTE: SUZY MOREAU

OS MILAGRES DO EVANGELHO



- Superioridade da natureza de Jesus
- Sonhos
- Estrela dos magos
- Vista dupla.
       - Entrada de Jesus em Jerusalém.
- O beijo de Judas.
- A pesca milagrosa.
- A vocação de Pedro, André, Tiago, João e Mateus
- Curas
- Perda de sangue.
- O cego de Betsaida.
- O paralítico.
- Os dez leprosos.
- A mão seca.
- A mulher encurvada.
- O paralítico da piscina.
- O cego de nascença.
- Numerosas curas de Jesus
- Os possessos
- Ressurreições.
- A filha do Jairo
- O filho da viúva de Naim
- Jesus caminha sobre as águas
- Transfiguração
- A tempestade amainada
- As Bodas de Caná
- A multiplicação dos pães
- O fermento dos fariseus
- O pão do céu
- A tentação de Jesus
- Prodígios por ocasião da morte de Jesus
- Aparições de Jesus depois de sua morte
- Desaparecimento do corpo de Jesus