SOBRE NÓS :

VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.

MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.

Redirecionamento

Mostrando postagens com marcador robson cunha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador robson cunha. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 10/10 (TERÇA-FEIRA) - 20:00: "A BUSCA DO SENTIDO EXISTENCIAL" DO LIVRO AMOR, IMBATÍVEL AMOR - PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: ROBSON CUNHA

Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmos.
A existência humana é uma síntese de múltiplas experiências evolutivas, trabalhadas pelo tempo através de automatismos que se transformam em instintos e se transmudam nas elevadas expressões do sentimen­to e da razão.

À medida que os automatismos biológicos se con­vertem em impulsos dirigidos — ressalvados alguns que permanecerão sem a contribuição da consciência — o ser psicológico passa a sobressair, conduzindo, de iní­cio, a carga dos atavismos que deverão ser remaneja­dos, diluindo aqueles de natureza perturbadora e apri­morando aqueloutros que se transformarão em fontes de alegria, de prazer e de paz...

Simultaneamente, a razão abandona as brumas da ignorância que a entorpece — qual cascalho que envolve a gema preciosa — e se delineiam objetivos e sentido existencial. Enquanto não surge essa ne­cessidade, o primarismo predomina, e o ser, não obstante em estágio de humanidade, apenas reage, sem saber agir, ambiciona sem discernir para que, agride ou deprime-se, por desconhecer o valor da luta saudável, sempre desafiadora para a conquista do progresso. Somente então, surgem as interrogações que fazem parte da busca do sentido existenci­al a) para que viver? b) por que lutar? c) como desenvolver essa capacidade de perseverar até al­cançar a meta?

A vida é inerente a tudo, e tentar explicar-lhe a cau­sa, o motivo do Primeiro Movimento que lhe deu ori­gem, é perder-se em elucubrações filosóficas e religio­sas desnecessárias. Aceitar-lhe a realidade sem discus­são, que se apresenta como fuga psicológica para o seu enfrentamento, é o primeiro passo.

Vive-se, e isso é incontestável. Negá-lo, significa anular-se, anestesiar a capacidade de pensar.

Viver da melhor forma possível é o desafio imedi­ato. Viver bem — desfrutando dos recursos que a Natu­reza e a inteligência proporcionam — para bem viver — realizações internas com o desenvolvimento ético ade­quado, que proporcionam bem-estar interior —, eis a ra­zão por que lutar.

Tal conquista sempre se consegue mediante o es­forço da não aceitação comodista, partindo-se para a luta de crescimento pessoal e de transformação ambi­ental, que facultam a existência feliz.

O próprio esforço, na mínima realização vitoriosa, contribui para o favorecimento da capacidade de se prosseguir conquistando as metas que, ao serem alcan­çadas, oferecem outras novas, que podem proporcionar melhores condições de plenitude e de integração na Consciência Cósmica.

Cada etapa vencida, portanto, mais capacita o ser para as porvindouras que lhe cumpre conquistar. Ex­perimentada uma vitória, surgem motivações especi­ais para o prosseguimento das lutas que acenam con­quistas mais significativas, particularmente no íntimo, quando o ser psicológico desabrocha e predomina so­bre o conjunto fisiológico.

Joana de Ângelis - Psicografado por Divaldo franco

terça-feira, 5 de setembro de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 05/09 (TERÇA-FEIRA) - 20:00: "CONQUISTA DO PRAZER" DO LIVRO AMOR, IMBATÍVEL AMOR - PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: ROBSON CUNHA

A cultura hedonista tem-se direcionado exclusivamente para o culto do prazer, principalmente aquele que se adquire com o menor esforço.

Ninguém, entretanto, consegue viver em harmonia consigo próprio, sem a auto-realização, sem a conquista das metas que facultam essa emoção estimuladora e vital.

Não obstante, a vida possui outros significados de profundidade, outras realizações que, certamente, resultarão em prazer ético, estético, espiritual. Como conseqüência, a proposta hedonista falha no seu próprio conteúdo, que seria tornar a vida uma busca de prazer incessante.

São inevitáveis as ocorrências do desgaste orgânico, do conflito psicológico, do distúrbio mental, das dificuldades financeiras, sociais, existenciais.

A própria dor faz parte do processo que integra a criatura no contexto da sociedade, sem cujo contributo desapareceriam os esforços para o auto-aprimoramento, a iluminação pessoal, o progresso geral.

A emoção de dor constitui mecanismo da vida, que deve ser atendida sem disfarce, porqüanto o próprio crescimento do ser depende das experiências que ela proporciona.

Quando o estoicismo propôs a resignação diante da dor, Atenas se encontrava sob imensos desafios políticos e morais.

Renascendo várias vezes na História e trazendo a sua contribuição para a felicidade da criatura humana, a partir de Boécio, que o vinculou à proposta cristã vigente, esteve no pensamento de René Descartes, de Montaigne e de outros, convidando à reflexão e à coragem em quaisquer circunstâncias. Todavia, embora seja valiosa essa contribuição, a resignação sem uma imediata  ou simultânea ação que conduza o ser a libertar-se da injunção dolorosa, pode fazê-lo derrapar numa atitude masoquista, perturbadora.

A atitude estóica deve ser seguida pelo esforço de vencer o sofrimento, criando situações diferentes que gerem prazer, proporcionando motivação para prosseguir a existência corporal, què é de grande importância para a vida em si mesma.

Intermediando as duas conceituações filosóficas, o idealismo de Sócrates e Platão constitui-se como uma condição indispensável para a plenitude do prazer que pode ser conseguido mediante a consciência tranqüila, que se torna fruto de um coração pacificado em razão das ações de nobreza realizadas. 

segunda-feira, 29 de maio de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 30/05 (TERÇA-FEIRA) - 20:00: "CIÊNCIA E ESPIRITISMO" DO LIVRO REFLEXÕES ESPÍRITAS PELO ESPÍRITO DO SR. VIANNA DE CARVALHO – PALESTRANTE: ROBSON CUNHA

A Ciência, vencendo os tabus e os atavismos da ignorância, vem desvendando os mistérios da Natureza e desvelando as leis que engrandecem a vida.
O Espiritismo, rompendo os véus do preconceito e das superstições, penetra no âmago das questões intrincadas do existir, revelando o mundo causal e invisível de onde procede e para onde retoma a vida real.

A Ciência, colocando as suas sondas e lâminas no macro como no microcosmo, interpreta os enigmas da criação e explica os fenômenos da vida organizada na Terra.

O Espiritismo, trabalhando com as forças parafísicas do ser, desdobra para o homem a ética-moral de comportamento que o conduz à felicidade mediante a correta utilização dos recursos que lhe estão à disposição.

A Ciência prolongou a vida humana, modificou a paisagem do planeta, propiciou comodidades, facultou altos vôos para a inteligência e para a imaginação.

O Espiritismo demonstrou que a longevidade física, por mais larga, é sempre breve ante a eternidade do ser
espiritual, trabalhando o homem para usar as conquistas da tecnologia sem perder ou menosprezar os títulos da dignidade e do amor.

No auge das incursões da Ciência no embelezamento da vida e explicação das leis universais, Chalemel Lacour exclamou: — “Ciência e razão, eis os meus deuses”, provocando, na Academia de Letras de Paris, vivos aplausos por parte dos utopistas e gozadores.

Logo depois, no mesmo recinto, Francis Chalmers, após reflexões profundas, afirmou:—“ Não conheço um só exemplo que comprove o êxito da ciência enxugando as lágrimas que nascem no coração.”

A Ciência, sem o suporte da fé religiosa, que se estriba no fato e na razão, perde-se em devaneios, detectando os efeitos que não bastam para explicar a realidade dos fenômenos.

Negando a Deus, a Causa Fundamental, não logra preencher o vazio da emoção, nem enxugar as lágrimas do coração.

Certamente que anestesia a dor, corrige imperfeições, elucida problemas, no entanto não consola o amor que se sente frustrado ante a ingratidão, o crime, a saudade de quem se transferiu do corpo para a Vida... Nem consegue equacionar os dramas do sentimento, da afetividade, as aptidões e tendências dos destinos humanos...

O Espiritismo é o elo de segurança entre a ciência e a religião, a fé e a razão, a virtude e a ação.

Aprofundando-se nas origens da própria vida, o Espiritismo demonstra a lógica de existir, no processo de evolução e interpreta todos os problemas que se demoram como incógnitas, sem fugir à razão nem ao bom-senso, antes baseando-se nestes, erigindo o edifício do saber com os alicerces do conhecimento e a argamassa da fé.

Eis por que a Ciência, sem a Religião, frustra os altos ideais do homem e a Religião, sem a Ciência como suporte, não passa de pretexto para o fanatismo, que não se justifica e sequer suporta as experiências dolorosas da própria vida.

terça-feira, 31 de maio de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (31/05 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "A EXEMPLO DO CRISTO" DO LIVRO FONTE VIVA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: ROBSON CUNHA

"Ele bem sabia o que havia no homem." - João, 2:25.
Sim, Jesus não ignorava o que existia no homem, mas nunca se deixou impressionar negativamente.

Sabia que a usura morava com Zaqueu, contudo, trouxe-o da sovinice para a benemerência.

Não desconhecia que Madalena era possuída pelos gênios do mal, entretanto, renovou-a para o amor puro.

Reconheceu a vaidade intelectual de Nicodemos, mas deu-lhe novas concepções da grandeza e da excelsitude da vida.

Identificou a fraqueza de Simão Pedro, todavia, pouco a pouco instala no coração do discípulo a fortaleza espiritual que faria dele o sustentáculo do Cristianismo nascente.

Vê as dúvidas de Tomé, sem desampará-lo. 

Conhece a sombra que habita em Judas, sem negar-lhe o culto da afeição.

Jesus preocupou-se, acima de tudo, em proporcionar a cada alma uma visão mais ampla da vida e em quinhoar cada espírito com eficientes recursos de renovação para o bem.

Não condenes, pois, o próximo porque nele observes a inferioridade e a imperfeição.

A exemplo do Cristo, ajuda quanto possas.

O Amigo Divino sabe o que existe em nós...

Ele não desconhece a nossa pesada e escura bagagem do pretérito, nas dificuldades do nosso presente, recheado de hesitações e de erros, mas nem por isso deixa de estender-nos amorosamente as mãos.

Emmanuel
psicografia de Chico Xavier

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (16/02 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "A PALAVRA DA CRUZ" DO LIVRO FONTE VIVA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: ROBSON CUNHA


A mensagem da cruz é dolorosa em todos os tempos.
Do Calvário desceu para o mundo uma voz, a princípio desagradável e incompreensível.
No martirológio do Mestre situavam-se todos os argumentos de negação superficialmente absoluta.
O abandono completo dos mais amados.
A sede angustiosa. Capitulação irremediável.
Perdão espontâneo que expressava humilhação plena.
Sarcasmo e ridículo entre ladrões.
Derrota sem defensiva.
Morte infamante.
Mas o Cristo usa o fracasso aparente para ensinar o caminho da Ressurreição Eterna, demonstrando que o "eu" nunca se dirigirá para Deus, sem o aprimoramento e sem a sublimação de si próprio.
Ainda hoje, a linguagem da cruz é loucura para; os que permanecem interminavelmente no círculo de reencarnações de baixo teor espiritual; semelhantes criaturas não pretendem senão mancomunarse com a morte, exterminando as mais belas florações do sentimento. Dominam a muitos, incapazes do próprio domínio, ajuntam tesouros que a imprudência desfaz e tecem fios escuros de paixões obcecantes em que sucumbem, vezes sem conto, à maneira da aranha encarcerada nas próprias teias.
Repitamos a mensagem da cruz ao irmão que se afoga na carne e ele nos classificará à conta de loucos, mas todos nós, que temos sido salvos de maiores quedas pelos avisos da fé renovadora, estamos informados de que, nos supremos testemunhos, segue o discípulo para o Mestre, quanto o Mestre subiu para o Pai, na glória oculta da crucificação.

Emmanuel
psicografia de Chico Xavier