SOBRE NÓS :

VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.

MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.

Redirecionamento

Mostrando postagens com marcador floracoes evangelicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador floracoes evangelicas. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de julho de 2017

DOUTRINARIA DO DIA 16/07 (DOMINGO) - 16:00: "RESIGNAÇÃO" DO LIVRO FLORAÇÕES EVANGÉLICAS, PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS - PALESTRANTE: CARMEM POLITANO

Na atual conjuntura intelectual do  planeta e considerando-­se o clima de rebeldia que irrompe virulenta por toda a parte, a resignação para os aficcionados da violência e do  prazer é manifestação patológica que tipifica as personalidades anômalas.
Diante do conceito disparatado e frágil, muitos se auto-­afirmam pelos desmandos, quando convidados às paisagens da reflexão, pelo sofrimento, gerando males muito mais danosos do que aqueles dos quais pretendem fugir.

Porque os seus planos colimam resultados diversos aos que aguardavam, atiram­se ao desalento, quando não partem para as reações abastardantes da crueldade ou do cinismo. 

Se as enfermidades chegam, exasperam­Se, bandeando  para a revolta, intoxicando­se interiormente com as emanações venenosas do inconformismo. 

Quando os insucessos lhes drenam as ambições desmedidas, desgarram se para os “sonhos róseos” dos estupefacientes e barbitúricos. 

Diante das necessárias provações que os colocariam nas corretas engrenagens da máquina da vida, vituperam, ferozes e se destroçam nos abusos do sexo e do álcool, em dissipações inomináveis a que se arrojam. 

Suas resistências são  todas comandadas pelos impulsos da ira ou  da insatisfação, distantes das reações construtivas da inteligência que discerne, lógica e produz. 

A resignação para eles é cobardia moral no entanto, fogem à realidade até que a desencarnação os surpreende tardiamente com as realidades verdadeiras da vida, das quais se afastaram, encetando a partir daí longos períodos de sombra, dor e desassossego inimaginável.

* * *

Tu que ouviste a voz da mansuetude do Cristo e que te encorajaste face à grandeza da Sua vida, resigna­te, fortalecendo o ânimo, ante qualquer cometimento que te produza dor e que seja rotulado como desgraça ou infortúnio. 

Nada ocorre por capricho pernicioso da vida. Recebemos conforme damos, assim como colhemos consoante a qualidade dos grãos que ensementamos.

Resignação significa coragem e força na voragem do desespero. Somente os cristãos autênticos e os homens possuidores de elevados ideais se fazem capazes de resignar­se quando o desalento e a alucinação já se apossaram de outros seres.

Os que se encastelam nas chacinas e nos desvãos da anarquia, dizendo­se superiores, são meninos medrincas, que não dispõem de energias para se reorganizarem e prosseguirem na atitude reta. 
Se te convidam ao revide — resigna­te e ora. 
Se te convocam ao ódio — resigna­te e confia. 
Se te afrontam com agressões — resigna­te e agradece a Deus. 

Os dias sempre e inevitavelmente se sucedem para bons e maus, e ninguém se eximirá jamais ao amanhã que a todos alcança, refletindo na claridade forte e pujante do tempo a manifestação — resposta dos nossos atos nas mesmas expressões com que desde hoje as produzimos. 

Resignação, também, é vida, e vida abundante, na direção da vida eterna.


“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobr ecarregados,  que eu vos aliviar ei.
(Mateus, 11:28) 


“O sentimento do dever cumprido vos dar á r epouso ao Espírito e resignação.  O cor ação bate então melhor, a alma se asser ena e o corpo se forr a aos  desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais  profundamente golpeado é o Espírito”.  
O Espírito De Verdade
(O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Capítulo 6º — Item 8)

domingo, 14 de maio de 2017

DOUTRINARIA DE HOJE (14/05 - DOMINGO - 16:00): "SEM PARAR" DO LIVRO FLORAÇÕES EVANGÉLICAS, PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS - EXPOSITOR: ALDECI ANDRADE

Agora que assumiste compromissos no movimento espírita, que te comove e abrasa, percebes. Registras, com a alma dorida, que os companheiros de ideal —  salvas expressivas exceções — ainda se encontram em dubiedade, face à decisão detransporem a aduana da luz.
Conquanto se digam espíritas, longe se encontram de manter as enobrecedoras atitudes do verdadeiro crente, aquele que, impregnado pela fé, pauta a conduta nas linhas da convicção esposada.

Antes supunhas que nos arraiais espiritistas a paz houvera feito morada... Pareciam­te resignados e felizes, lutadores intrépidos os novos discípulos do Evangelho. No entanto, observas como estão transidos de amargura, quando não rebelados, ante a dor, e interrogas: que fazem da fé clara e pura? Por  que ferem, quando conhecem de perto as realidades das leis de “causa e efeito?” Como se deixam conduzir pelos obsessores!...

Sem dúvida, porque em se, assenhoreando da fé, a fé sublimada deles não se assenhoreou.

Ficaram apenas mimetizados mas não penetrados. Apressados, não mergulharam realmente o espírito nas lides do conhecimento da Doutrina libertadora.

Alguns se fazem notados, mas não conseguiram as íntimas e reais transformações para melhor. Projetaram­se, sem se renovarem. E derrapam com facilidade nos mesmos equívocos, quando contrariados, sofridos ou simplesmente não considerados quanto se supõem merecedores...

São homens e preferem continuar a sê­lo, quando se poderiam tornar cristãos...

O Espiritismo é a doutrina do amor por  excelência e tem a caridade por meio e meta. Eles sabem disto, mas apenas sabem. Não vivem a vida que dizem saber e crer, por estarem acostumados a outra conduta. Mudaram de conceito religioso mas não de comportamento moral.

Não os estranhes, nem os censures para que não incidas nos erros deles. Sensibilizado pelas lições imortalistas que estudas, vive­as cordialmente, sejam quais forem as circunstâncias.

Repetidamente falarão os desencarnados sobre e contra os obsessores que perseguem e dificultam a obra do bem, detidos na Erraticidade inferior. E os há em número incontável.

Outros tantos, porém, estão em regime carnal, no domicilio orgânico.

Atenazam, perseguem, cruciam, afligem não porque estejam sob obsessões, mas porque são obsessores reencarnados. Procedem de baixos círculos vibratórios e a diferença existente é a da matéria que os envolve na Terra.

Certamente se fazem instrumentos dos outros — os desencarnados — por um fenômeno natural de afinidade, o que os tornam ainda mais violentos.

Diante disso, não acuses os Espíritos de mente atribulada que estagiam no Mundo Espiritual, tendo em vista aqueles que, ao teu  lado, no corpo, continuam acumpliciados com os antigos sequazes, em regime de conúbio espontâneo – Estes, os da caminhada carnal, atingir­te­ão mais vezes, por estarem domiciliados nas mesmas faixas vibratórias em que te demoras.

Acautela­te, orando e trabalhando incessantemente –  Não serás poupado, pois que o êxito da tua produção fraterna na Vinha do Senhor incomoda­os, irrita­os, e, na falta de argumentos justos, usarão estranhas armadilhas e conceitos infelizes para se realizarem ante a chuva de amargura e fel que desabe sobre a tua cabeça. Não obstante, prossegue, sereno e confiante.

* * *

Não apenas os sacerdotes e políticos em Israel, a soldadesca e os bandoleiros crucificados ao Seu lado, zombaram, sarcasticamente, de Jesus.

Não somente os estranhos conspiraram antes para colocarem­No perdido.

Foram os amigos invigilantes, os comensais do Seu  amor, aqueles que O conheciam e sabiam, que O entregaram, para logo após fugirem.

Diante dessa comovedora realidade, refugia­te n’Ele e compreende, integrando­te no Evangelho  Restaurado, a necessidade de viver pelo exemplo o Espiritismo que o descerra para ti e não olhes para trás, não reclames, não te defendas quando acusado, nem te justifiques — ama, e serve sem parar.

*

“Todavia, quem persever ar até o fim, esse ser á salvo”. (Mateus, 24:13) 

*

“A encarnação, aliás, pr ecisa ter um fim útil”. (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, Capítulo 4º — Item 26, parágrafo 3)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

DOUTRINÁRIA DE HOJE (21/02 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "MARCO DIVISÓRIO" DO LIVRO FLORAÇÕES EVANGÉLICAS - PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: RICARDO GONÇALVES


Talvez possas evitá­-los. 

Surgem impulsionados por força descontroladas, por injunções negativas, produzindo acerbas dores de conseqüências quase sempre funestas. 

Na atualidade convulsionada por força tiranizantes que conspiram contra o equilíbrio geral, ocorrem inumeráveis e adversos, graças à densidade populacional e à expressiva soma de veículos que transitam pelas ruas do mundo, desabaladamente. 

Cada minuto as estatísticas registram expressões alarmantes de acidentados que resgatam, em agonias longas, velhos processos espirituais que os atingem, incoercível, inevitavelmente. 

Em face disso, refugia­te na oração e entrega­te às mãos sublimes do Cristo, facultando que os Seus mensageiros conduzam os teus passos com segurança e tranqüilidade pelas rotas em que tens de avançar na direção do futuro. 

Surpresas dolorosas espiam nas esquinas das ruas e se guardam nos alcouces das mentes alucinadas. 

Muitos daqueles que cruzam com os teus passos ou te provocam reações inesperadas estão ultrajados pelos Espíritos Infelizes, iguais a eles mesmos, atormentando­os, quanto atormentados se encontram. 

Não revides ante provocações, nem te estremunhes conduzindo vibrações molestas contigo. 

Raciocina crestamento tendo em vista que és valioso na economia do Planeta e que a tua vida é patrimônio de alta significação, que não deves arriscar nos jogos das frivolidades. 

O discípulo do Cristo é alguém em programa de reajustamento e renovação tropeçando com o passado culposo, que reaparece em mil apresentações conspirando contra a paz ou sugerindo reparação edificante mediante o teu esforço enobrecido. 

 

Acidentes, acidentados! 

Acidentes do trabalho quais bigorna e malho de aflições esfaceladoras, advertindo. 

Acidentes de veículos em desgovernos de equipamentos ou  desajustes emocionais dos seus condutores, ou surpresas do inesperado, gritando avisos que não podes deixar de examinar com respeito e atenção.

Acidentes nas multidões, em forma de agressão da ferocidade, da rapina, do terrorismo, da loucura de todo jaez em conúbio com a desagregação da esperança e da paz, como escarmento necessário. 

Acidentes da Natureza em maremotos e terremotos, furacões e calamidades, chamando o  homem à meditação dos substanciais quão Intransferíveis deveres de cuidar do espírito na sua oportunidade redentora, transitória, que passa célere.  

Acidentes da alma invigilante sob acúleos da insensatez e sobre pedrouços da desconsideração do patrimônio da vida carnal, nos quais, não raro, desperdiças os mais expressivos tesouros que se convertem em escassez dolorosa que conduz o desassisado às sombras do desespero tardio.

* * * 

Em Jesus encontrarás a segurança inabalável e na Sua mensagem de amor terás sempre o manancial de sustentação capaz de ajudar­te, lenindo sofrimentos da tua alma e preparando­te para o retorno, através da desencarnação, que a seu turno é acidente orgânico da máquina que se nega a prosseguir, libertando o prisioneiro, o  qual, na vida espiritual, seguirá tranqüilo e feliz ou  ficará retido na aflição desconcertante de que não se desejou desvincular.

terça-feira, 19 de abril de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (19/04 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "MARCO DIVISÓRIO" DO LIVRO FLORAÇÕES EVANGÉLICAS - PELO ESPÍRITO DA SRA. JOANNA DE ÂNGELIS – PALESTRANTE: ANTÔNIO JOSÉ


Houve na Roma antiga um templo dedicado a Jano, que durante um milênio somente fechou as suas portas nove vêzes, correspondentes aos períodos em que a República estêve em paz. O deus singular era representado com duas faces, o que o tornou conhecido como bifronte, atributo conseguido de Saturno, a quem favorecera, e que o dotara com a capacidade de penetrar o passado e o futuro, conforme narra a mitologia, ao se referir ao mais antigo rei do Lácio conhecido.

Utilizamo-nos da lenda para considerar a visão cristã como possuidora da possibilidade de examinar o passado e o futuro, ensejando valiosas meditações.

Em Saulo, o jovem atormentado, que se fizera sicário, dormitava aquêle Paulo que, abrasado por Jesus, se tornou o arauto da Boa Nova por tôdas as terras da antigüidade.

Em Jeziel, o israelita pulcro e sofrido, se encontrava em potencial o- nobre Estêvão, que se faria o excelso mártir da Mensagem nascente, abrindo os braços de encorajamento na direção do futuro.

Em Madalena, a mulher obsidiada e trôpega nas aspirações morais, vivia enclausurada a impoluta faculdade de amar até o sacrifício, doando-se à Causa do Cristo com abnegação dificilmente encontrada.

Em Simão, temeroso e reticente, vibrava o apóstolo Pedro, que se entregaria à fé rutilante, após o sacrifício de Jesus, de modo a selar com sangue a audácia de porfiar fiel até o fim, na expansão do Reino de Deus entre as criaturas de Roma.

Em Joana de Cusa, a matrona romana, se agitava a discípula fiel que doaria a vida às labaredas pela honra de ser fiel ao Mestre.

Era como se o passado de dificuldades e viciações argamassasse o futuro com o cimento divino do amor, transformando-se em base de sustentação aos grandes investimentos da luz na direção do Infinito.

No passado, queixas, lamentos, enfermidades, dissensões.

No futuro, esperanças, gratidão, saúde e paz.

Ontem, óbice, desânimo, perturbação, agonia.

Amanhã, aptidão, alento, ordem, serenidade.

Antes, o espírito alquebrado e o coração ralado de dores e ansiedades incontáveis.

Depois, o ser renovado pela mente voltada ao dever e os sentimentos cantando júbilos.

A Doutrina Cristã é o templo da fé aberto perenemente, facultando a paz e acolhendo o amor.

E o Espiritismo que no-la traz de volta, na atualidade, é o grande hoje, marco divisório dos tempos que separam o antes e o depois do encontro com Jesus.

Por essa forma, se as tuas aspirações superiores ainda não se converteram em flôres de alegria e as ásperas batalhas teimam por manter-te nos embates duradouros não desfaleças. O passado de sombras para ser vencido necessita de ser retificado e os abusos agasalhados demoradamente requerem disciplina espartana para serem superados.

Importa considerar que já não és o que eras, nem sentes o que sentias, embora, não poucas vêzes, o assédio do hábito te atormente as pausas de equilíbrio.

Examina o passado para verificação do que te compete refazer, mas não te fixes nêle.

Prepara o futuro através de atitudes corretas mas não te angusties pela chegada dêle.

Vence a hora de cada hora, realizando o que possas, através de como possas, lidando infatigável na república do espírito em atribulação.

Os acontecimentos vividos são experiências para as realizações a viver.

Jesus é o teu divisor de águas.

Kardec é o condutor do teu amanhã. Eleva-te ao Mestre através do Seu apóstolo moderno e fecha às paixões o templo da tua alma, em caráter definitivo, aspirando à glória do Mundo Maior que a todos nos espera.


“Ninguém, tendo pôsto a mão ao arado e olhando para trás, é apto para o reino de Deus”.
Lucas: capítulo 9º, versículo 62.


“Meus amigos, agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo”.
Capítulo 15º — Item 10, parágrafo 2.