SOBRE NÓS :

VISÃO: Ser uma Instituição voltada para a excelência nos estudos da Doutrina Espírita, visando com isso atender, de uma forma humanitária, a todos que necessitem.

MISSÃO: Exercer o que preconiza a Doutrina Espírita, visando auxiliar na mudança individual do ser, como também, do coletivo.

Redirecionamento

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 23/11 (QUINTA-FEIRA) - 20:00: "QUITAÇÃO" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO DO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: SUZY MOREAU

Reunião pública de 6-3-61
1ª Parte, cap. VII, § 9
Todas as contas a resgatar pedem relação direta entre credores e devedores.

É por isso que te vês, freqüentemente, na Terra, diante daquele a quem deves algo.

No lar ou nas linhas que o margeiam, é fácil reconhecê-los, quando entregas desinteresse e dedicação, recolhendo aspereza e indiferença.

Muitas vezes, trazem nomes queridos no recinto doméstico, e assemelham-se a impassíveis verdugos, apresando-te o coração nas grades do sofrimento.

Em muitos lances da estrada, são amigos a quem te dás, sem reserva, e que te arrastam a dificuldades de longo curso.

Em várias ocasiões, são pessoas das quais enxugaste as lágrimas, situando-as na intimidade da própria vida, e que, de inesperado, te agridem a confiança com as pedras do desapreço.

Noutras circunstâncias, são companheiros de experiência que, de súbito, se transformaram em adversários gratuitos de teu caminho, hostilizando-te, em toda parte.

Entretanto, se defrontado por semelhantes problemas, é indispensável te municies de amor e paciência, tolerância e serenidade, para desfazeres a trama da incompreensão.

Guarda a consciência no dever lealmente cumprido e, haja o que houver, releva os golpes com que te firam, ofertando-lhes o melhor sentimento, a melhor idéia, a melhor palavra e a melhor atitude.

Água cristalina, pingando, gota a gota, converte o vaso de vinagre em vaso de água pura.

E, se depois de todos os teus gestos de fraternidade e benevolência, ainda te perseguem ou te injuriam, abençoa-os em prece e continua, adiante, fiel a ti mesmo, na certeza de que humildade, na hora de crise, é nota de quitação.

sábado, 2 de setembro de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 03/09 (DOMINGO) - 16:00: "NAS LEIS DO AMOR" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO DO SR. EMMANUEL – PALESTRANTE: WAGNER SANTANA

Reunião pública de 27-2-61
1ª Parte, cap. III, item 12
Se alguém te fala em descanso inútil depois da morte, pensa nos que sofrem por amor, na experiência terrestre.
*
Indaga das mães devotadas se teriam coragem de relegar os filhos delinqüentes à solidão da masmorra...

Preferem chorar na pocilga, trabalhando por eles, a morarem no paraíso com o peito rebentando de lágrimas.
*
Pergunta aos pais afetuosos se pediriam a força para os rebentos do próprio sangue, comprometidos em débitos insolúveis...

Escolhem a condição dos grilhetas, de modo a vê-los recuperados, renunciando aos prêmios que a sociedade lhes destine à honradez.
*
Inquire da esposa abnegada se deixaria o companheiro enredado à loucura, pra brilhar num desfile de santidade...

Disputará as vigílias no manicômio para servi-lo, fugindo aos louros da praça pública.
*
Interroga do amigo verdadeiro se deixará o amigo confiante em dificuldade...

Aceitará partilhar-lhe as provações, recusando os privilégios com que o mundo lhe acene.
*
Isso acontece na Terra, onde o amor ainda se mistura ao egoísmo, qual o ouro perdido na ganga do solo.

Para além das cinzas do túmulo, há paz de consciência e alegria profunda no dever nobremente cumprido, mas, se te afeiçoas à bondade e à renúncia, poderás quanto quiseres continuar auxiliando os entes amados, que aprendeste a venerar e querer, ou prosseguir exaltando os ideais e as tarefas edificantes que abraças.

À medida que penetramos os segredos do amor puro, vamos reconhecendo que ninguém pode ser realmente feliz sem fazer a felicidade alheia no caminho em que avança.

O próprio Criador determinou que a noite se cobrisse de estrelas e que o espinheiral se levantasse recamado de rosas. 

Trabalharemos e sofreremos, assim, por amor, pelos séculos adiante, ajudando-nos uns aos outros a erguer a felicidade de nosso nível, até que possamos entrar, todos juntos, na suprema felicidade que consiste em nossa união com Deus para sempre.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

DOUTRINÁRIA DO DIA 23/08 (QUARTA-FEIRA) - 16:00: "CULPA E REENCARNAÇÃO" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO DO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: ANTONIO CARLOS MELO

Reunião pública de 24-2-61
1ª Parte, cap. V, item 7

Espírito culpados! Somos quase todos.


Julgávamos que o poder transitório entre os homens nos fosse conferido como sendo privilégio e imaginário merecimento, e usamo-lo por espada destruidora, aniquilando a alegria dos semelhantes...

Contudo, renascemos nos últimos degraus da subalternidade, aprendendo quanto dói o cativeiro da humilhação. 

Acreditávamos que a moeda farta nos situasse a cavaleiro dos desmandos de consciência...

Entretanto, voltamos à arena terrestre, em doloroso pauperismo, experimentando a miséria que infligimos aos outros.

Admitíamos que as vítimas de nossos erros deliberados se distanciassem para sempre de nós, depois da morte...

Mas, tornamos a encontrá-las no lar, usando nomes familiares, no seio da parentela, onde nos cobram, às vezes com juros de mora, as dívidas de outro tempo, em suor do rosto, no sacrifício constante, ou em sangue do coração, na forma de lágrimas.

Supúnhamos que os abusos do sexo nos constituíssem a razão de viver e corrompemos o coração das almas sensíveis e nobres com as quais nos harmonizávamos, vampirizando-lhes a existência...

No entanto, regressemos ao mundo em corpos dilacerados ou deprimidos, exibindo as estranhas enfermidades ou as gravosas obsessões que criamos para nós mesmos, a estampar na apresentação pessoal a soma deplorável de nossos desequilíbrios.

*

Espíritos culpados!

Somos quase todos.

A Perfeita Justiça, porém, nunca se expressa sem a Perfeita Misericórdia e abre-nos a todos, sem exceção, o serviço do bem, que podemos abraçar na altura e na quantidade que desejarmos, como recurso infalível de resgate e reajuste, burilamento e ascensão.

Atendamos às boas obras quanto nos seja possível.

Cada migalha de bem que faças é luz contigo, clareando os que amas.

E assim é porque, de conformidade com as Leis Divinas, o aperfeiçoamento do mundo depende do mundo, mas o aperfeiçoamento em nós mesmos depende de nós.

domingo, 16 de abril de 2017

DOUTRINÁRIA DE HOJE (16/04 - DOMINGO - 16:00): "VIVERÁS PARA SEMPRE" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO DO SR. EMMANUEL – PALESTRANTE: JOSÉ GUANAES

Reunião pública de 20-2-61
1ª Parte, cap. II, item 3

Meditando na morte, honra, servindo, a estância carnal em que te hospedas por algum tempo.
Nela, descobrirás com freqüência os que fazem ironia em torno da fé; os que se referem à virtude como sendo uma farsa; os que falam de corrida ao poder, calcando aos pés o coração dos semelhantes; os que zombam da lealdade e os que improvisam redutos de fantasioso prazer, argamassando-os com o pranto das viúvas e dos órfãos.

Não te padronizes pelo figurino moral que apresentam, portanto, qual acontece contigo, ainda que não queiram, permanecem de viagem na Terra, e cada um prestará contas de si próprio no momento oportuno.

Se a semente conseguisse ouvir-nos acerca da valiosa tarefa de que se incumbirá na alimentação do povo, quando estiver convertida em árvore, talvez nos recusasse os vaticínios, e se a lagarta pudesse escutar-nos sobre a futura condição que a espera, dentro da qual volitará no espaço com asas de borboleta, provavelmente nos interpretaria por loucos.

Não te molestem, assim, as considerações pueris dos irmãos que procuram transformar a vida terrena em floresta de impulsos selvagens, gastando a existência em caça e pesca de emoções inferiores.

*

Persiste na reta consciência e faze o teu melhor.

Dos planos superiores, os amigos que te antecederam na Pátria Espiritual acompanham-te os triunfos ignorados pelos homens e abençoam-te o suor da paciência nas lutas necessárias; encorajam-te na causa do amor puro e sustentam-te as energias para que as tuas esperanças não desfaleçam; comungam-te as alegrias e as dores, ensinando-te a semear a felicidade nos outros, para que recolhas a felicidade maior; se tropeças, estendemte os braços e, se choras, enxugam-te as lágrimas; sobretudo, esperam-te, confiantes, quando termines a tarefa, para te abraçarem, afetuosos, com a alegria de quem recebe um companheiro querido, de volta ao lar.

Persevera no bem, sabendo que viverás pra sempre.

E, se te sentires sozinho na fé, lembra-te de Jesus.

Um dia, ele esteve abandonado e crucificado no alto de uma colina, contemplando amigos desertores e algozes gratuitos, beneficiários ingratos e adversários inconscientes... Na conceituação humana, estava plenamente sozinho; contudo, ele com Deus e Deus com ele formavam maioria, ante a multidão desvairada.

domingo, 15 de janeiro de 2017

DOUTRINÁRIA DE HOJE (15/01 - DOMINGO - 16:00): "MERECIMENTO MAIOR" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO DO SR. EMMANUEL – PALESTRANTE: LUCAS BOCCANERA

Divides alimento com os irmãos subnutridos.
Quanto possível, porém, oferece-lhes, sem qualquer exibição de virtude, o pão do conhecimento espiritual.
Compras agasalho para os que sofrem ao desabrigo.
Quanto possível, no entanto, movimenta as próprias mãos na costura, fabricando essa ou aquela peça de roupa, destinada aos que tremem de frio.

*

Envias remédio ao enfermo.
Quanto possível, contudo, estende-lhe alguma palavra de encorajamento e esperança.

*

Entregas, a benefício dos necessitados, os sobejos do reduto doméstico.
Quanto possível, entretanto, aproveita as sobras de tempo a fim de levar-lhes a frase de entendimento que os ajude a destrinçar os problemas da vida.

*

Ajudas ao companheiro nas horas de compreensão e harmonia ideal.
Quanto possível, porém, ampara-lhe a alma dorida, quando as provações, junto dele, não te gratifiquem o anseio de reconforto.

*


Oras, de alma tranqüila, entre os irmãos de fé, nos dias de céu azul.
Quanto possível, no entanto, descansa com eles na fonte da prece, quando as lutas e as dores se fizerem mais acirradas.

*

Exerces a beneficência em atividade manifesta.
Quanto possível, contudo, atende à renúncia silenciosa pela felicidade dos outros, partindo da própria casa.

*

Desculpas a quem te ofende.
Quanto possível, entretanto, assume a iniciativa da reconciliação, cultivando a humildade.

*

Todo bem, qualquer que ele seja, é bênção creditada a favor de quem o pratica.
Da migalha à fortuna, ofertadas por amor, há toda uma escala de alegria e luz. Contudo, todo bem praticado com sacrifício tem merecimento maior.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (22/11 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "FALTAS" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: ARIVAL NETO

Reunião pública de 6-2-61
1ª Parte, cap. VII, § 27

É possível que o constrangimento do companheiro tenha surgido do gesto impensado de tua parte.
O gracejo impróprio ou o apontamento inoportuno teria tido o efeito de um golpe.
Decerto, não alimentaste a intenção de ferir, mas a desarmonia partiu de bagatela, agigantando-se em conflito de grandes proporções.

De outras vezes, a mente adoece, conturbada.
Teremos ofendido, realmente.
A cólera ter-nos-á cegado o discernimento e brandimos o tacape da injúria.
Pretendemos aconselhar e cortamos o coração de quem ouve.
Alegando franqueza, envenenamos a língua.
No pretexto de consolar, ampliamos chagas abertas.
E começa para logo a distância e a aversão.

*

Se a consciência te acusa, repara a falta enquanto é cedo.
Chispa de fogo gera incêndio.
Leve alfinetada prepara a infecção.
Humildade é caminho.
Entendimento é remédio.
Perdão é profilaxia.
Muitas vezes, loucura e crime, dispersão e calamidade nascem de pequeninos desajustes acalentados.

Não hesites rogar desculpas, nem vacile apagar-te, a favor da concórdia, com aparente desvantagem particular, porquanto, na maioria dos casos de incompreensão, em que nos imaginamos sofrer dores e ser vítimas, os verdadeiros culpados somos nós mesmos. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (30/08 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "NÃO FURTAR" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: APARECIDA MORATO

Reunião pública de 27-1-61
1ª Parte, cap. VI, item 24

Diz a Lei: “não furtarás”.

Sim, não furtarás o dinheiro, nem a fazenda, nem a posse dos semelhantes.

Contudo, existem outros bens que desaparecem, subtraídos pelo assalto da agressividade invisível que passa, impune, diante dos tribunais articulados na Terra.

Há muitos amigos que restituem honestamente a moeda encontrada na rua, mas que não se pejam de roubar a esperança e o entusiasmo dos companheiros dedicados ao bem, traçando telas de amargura e desânimo, com as quais favorecem a vitória do mal.

Muitos respeitam a terra dos outros; entretanto não hesitam em dilapidar-lhes o patrimônio moral, assestando contra eles a maledicência e a calúnia.

Há criaturas que nunca arrebataram objetos devidos ao conforto do próximo; contudo, não vacilam em surrupiar-lhes a confiança.

E há pessoas inúmeras que jamais invadiram a posse material de quem quer que seja; no entanto, destroem sem piedade a concórdia e a segurança do ambiente em que vivem, roubando o tempo e a alegria dos que trabalham.

“Não furtarás” – estatui o preceito divino.

É preciso, porém, não furtar nem os recursos do corpo, nem os bens da alma, pois que a conseqüência de todo furto é prevista na Lei.

terça-feira, 12 de julho de 2016

DOUTRINÁRIA DE HOJE (12/07 - TERÇA-FEIRA - 20:00): "BOM COMBATE" DO LIVRO JUSTIÇA DIVINA PELO ESPÍRITO SR. EMMANUEL - PALESTRANTE: PAULO DE TARSO

Voltando à Pátria Espiritual, depois da morte, estamos freqüentemente na condição daquele filho pródigo da parábola, de retorno à casa paterna para a bênção do amor.
Emoção do reencontro.

Alegria redescoberta.

Entretanto, em plena festa de luz, quase sempre desempenhamos o papel do conviva do cérebro deslumbrado, trazendo espinhos no coração.

Por fora, é o carinho que nos reúne.

Por dentro, é o remorso que nos fustiga.

Vanguarda que fulgura.

Retaguarda que obscurece.

Êxtase e dor.

Esperança e arrependimento.

Reconhecidos às mãos luminosas que nos afagam, muitos de nós sentimos vergonha das mãos sombrias que oferecemos.

E porque a Lei nos infunde respeito à justiça, aspiramos a debitar a nós próprios o necessário burilamento e a suspirada felicidade.

Rogamos, dessa forma, a reencarnação, à guisa de recomeço, buscando a tarefa que interrompemos e a afeição que traímos, o dever esquecido e o compromisso menosprezado, famintos de reajuste.

Agradece, assim, o lugar de prova em que te sintas.

Corpo doente, companheiro difícil, parente complexo, chefe amargo e dificuldade constante são oportunidades que se renovam.

Todo título exterior é instrumentação de serviço.

A existência terrestre é o bom combate.

Defeito e imperfeição, débito e culpa são inimigos que nos defrontam.

Aperfeiçoamento individual é a única vitória que não se altera.

E, em toda parte, o verdadeiro campo de luta somos nós mesmos.